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Notícias
23
set
2013
(MADEIRA E PRODUTOS)
Automação pode melhorar a indústria de madeira serrada
Para melhorar a competitividade da indústria de madeira serrada e aproveitar o bom momento pelo qual passa o segmento com recuperação dos preços no mercado internacional e um consumo interno aquecido, uma das soluções apontadas por especialistas é investir na mecanização do processo produtivo.
Essa foi uma das alternativas apontadas pelo diretor presidente da STCP Engenharia de Projetos, Ivan Tomaselli, durante o encontro do Conselho Setorial da Indústria da Madeira da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci), promovido em Curitiba (PR).
Para Tomaselli, a automação é fundamental para o ganho em produtividade. “Na amostragem investigada pela STCP, percebemos que há vários gargalos que podem ser melhorados. O setor ainda está muito ligado à mão de obra, mas encontra pouca qualificação no mercado. A mecanização está melhorando, mas os índices de automação ainda são baixos. É preciso investir na linha de produção”, explicou. De acordo com o especialista, o impacto da mão de obra é de apenas 9% no custo do produto, enquanto a matéria-prima representa 74%. “A automação de alto nível reduz as perdas em até 10%”, avalia Tomaselli.
Um exemplo bem sucedido de automação foi apresentado pelo presidente da francesa Ciris Engenharia, Jean Pierre Olgiati. Segundo o empresário, os equipamentos modernizaram os processos e garantiram uma maior produtividade. “É preciso inovar para ter um serviço diferenciado, como um prazo menor de entrega. Todo diferencial impacta em ganho de mercado”, ressaltou Olgiati.
Cerca de 80 empresas estiveram representadas no encontro. Na avaliação do superintendente executivo da Abimci, Paulo Pupo, a qualidade das informações trocadas durante a reunião foi fundamental para expor e elencar os gargalos da produção, e mostrar que existem soluções para o aumento da competitividade do setor. A expectativa é de que mais encontros como esse garantam uma maior sinergia entre os empresários contribuindo para o desenvolvimento do segmento.
Essa foi uma das alternativas apontadas pelo diretor presidente da STCP Engenharia de Projetos, Ivan Tomaselli, durante o encontro do Conselho Setorial da Indústria da Madeira da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci), promovido em Curitiba (PR).
Para Tomaselli, a automação é fundamental para o ganho em produtividade. “Na amostragem investigada pela STCP, percebemos que há vários gargalos que podem ser melhorados. O setor ainda está muito ligado à mão de obra, mas encontra pouca qualificação no mercado. A mecanização está melhorando, mas os índices de automação ainda são baixos. É preciso investir na linha de produção”, explicou. De acordo com o especialista, o impacto da mão de obra é de apenas 9% no custo do produto, enquanto a matéria-prima representa 74%. “A automação de alto nível reduz as perdas em até 10%”, avalia Tomaselli.
Um exemplo bem sucedido de automação foi apresentado pelo presidente da francesa Ciris Engenharia, Jean Pierre Olgiati. Segundo o empresário, os equipamentos modernizaram os processos e garantiram uma maior produtividade. “É preciso inovar para ter um serviço diferenciado, como um prazo menor de entrega. Todo diferencial impacta em ganho de mercado”, ressaltou Olgiati.
Cerca de 80 empresas estiveram representadas no encontro. Na avaliação do superintendente executivo da Abimci, Paulo Pupo, a qualidade das informações trocadas durante a reunião foi fundamental para expor e elencar os gargalos da produção, e mostrar que existem soluções para o aumento da competitividade do setor. A expectativa é de que mais encontros como esse garantam uma maior sinergia entre os empresários contribuindo para o desenvolvimento do segmento.
Fonte: Assessoria
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