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Notícias
13
set
2013
(MÓVEIS)
Setor moveleiro prevê 4% de crescimento para 2013
Após um segundo trimestre de queda brusca nas vendas, o setor moveleiro gaúcho espera retomar o crescimento até o final deste ano. A expectativa da Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul é de acréscimo de 4% para 2013. Entre os fatores que retraíram o segmento estão o custo Brasil, a alta da inflação e os elevados impostos trabalhistas, tributários e de logística.
Para este ano, o Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI) previa um crescimento de 6% para os fabricantes de móveis. No entanto, segundo o presidente da Movergs, Ivo Cansan, é pouco provável que o setor alcance este número. “Temos certeza de que iniciaremos uma recuperação neste segundo semestre e que o setor deverá crescer mais que no ano passado, inclusive as exportações poderão ter aumento pela valorização do câmbio. Mas provavelmente não atingiremos o índice previsto pelo IEMI devido às barreiras que o setor enfrenta, tais como os altos impostos que encarecem os produtos e oneram as indústrias e a alta inflacionária – que corroeu os ganhos salariais obtidos nos últimos anos e diminuiu o poder de compra do consumidor. O descontrole dos gastos do Governo também fez aumentar nossos juros e por consequência a inflação, enfraquecendo o poder de consumo das famílias”, afirma.
É necessária uma política governamental séria para impulsionar as vendas do segmento, na opinião do presidente. “Estamos solicitando a prorrogação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para móveis até o final de 2013; a prorrogação do Reintegra até 2014 – regime que devolve 3% sobre os valores exportados para as empresas; e a extinção do adicional de 10% sobre a multa rescisória, que em nada beneficia o trabalhador e só onera as indústrias. Além disso, encaminhamos pedidos para que os programas e linhas de crédito para aquisição de móveis sejam aprimorados”, destaca. Em 2012, o crescimento real do setor moveleiro, referente a aumento de consumo e produção, foi de 3%, segundo dados oficiais do IEMI.
Para este ano, o Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI) previa um crescimento de 6% para os fabricantes de móveis. No entanto, segundo o presidente da Movergs, Ivo Cansan, é pouco provável que o setor alcance este número. “Temos certeza de que iniciaremos uma recuperação neste segundo semestre e que o setor deverá crescer mais que no ano passado, inclusive as exportações poderão ter aumento pela valorização do câmbio. Mas provavelmente não atingiremos o índice previsto pelo IEMI devido às barreiras que o setor enfrenta, tais como os altos impostos que encarecem os produtos e oneram as indústrias e a alta inflacionária – que corroeu os ganhos salariais obtidos nos últimos anos e diminuiu o poder de compra do consumidor. O descontrole dos gastos do Governo também fez aumentar nossos juros e por consequência a inflação, enfraquecendo o poder de consumo das famílias”, afirma.
É necessária uma política governamental séria para impulsionar as vendas do segmento, na opinião do presidente. “Estamos solicitando a prorrogação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para móveis até o final de 2013; a prorrogação do Reintegra até 2014 – regime que devolve 3% sobre os valores exportados para as empresas; e a extinção do adicional de 10% sobre a multa rescisória, que em nada beneficia o trabalhador e só onera as indústrias. Além disso, encaminhamos pedidos para que os programas e linhas de crédito para aquisição de móveis sejam aprimorados”, destaca. Em 2012, o crescimento real do setor moveleiro, referente a aumento de consumo e produção, foi de 3%, segundo dados oficiais do IEMI.
Fonte: Movergs
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