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Notícias
13
set
2013
(BIOENERGIA)
Indústria de pellets será instalada em Santa Catarina a partir de 2014
Produzir energia limpa está nas prioridades empresariais brasileiras. De acordo com o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Biomassa e Energia Renovável (ABIB), Celso Oliveira, um projeto para construção de uma fábrica de wood pellets vem sendo desenvolvido pela Brasil Biomassa no município de Otacílio Costa, Estado de Santa Catarina.
O projeto já passou pela fase de viabilidade econômica e agora se encontra na busca por financiamento, além das certificações nacionais e internacionais para iniciar a produção de pellets – pedaços de madeira em formato cilíndrico cujos diâmetros variam de 6 a 10 milímetros. Os pellets são resultantes de serragens da indústria de processamento de madeira, ou de processos de aproveitamento de resíduos lenhosos ou florestais.
Segundo Celso Oliveira, essa transformação de alta densidade pelo sistema de trituração, secagem e peletização industrial permite um aumento de eficiência, fluxo e melhoramentos de propriedades de combustão. Por isso, os pellets são considerados um combustível ecológico utilizado para aquecimento térmico residencial e industrial. Pellets queima um CO2 neutro, pois é liberado o dióxido de carbono durante o processo de aquecimento térmico compensado pela absorção no processo florestal. Quem produz ou utiliza o pellet não só contribui para a mudança global do clima, mas também ajuda a reduzir o aquecimento global e o efeito estufa.
Países do continente europeu são os maiores consumidores de pellets. Mesmo os países escandinavos tendo uma forte indústria de base florestal, o que é produzido por Finlândia, Suécia e Dinamarca mal dá para o consumo interno. Por enquanto, Estados Unidos, Canadá e Rússia são os grandes fornecedores de pellets. Só em 2012, os americanos exportaram o equivalente a US$ 331 milhões para a Europa. “O mundo inteiro sabe do potencial florestal brasileiro. Agora, nosso país está começando a entrar nesta área e, em algum tempo, nos tornaremos exportadores, afinal trata-se de uma energia limpa”, explicou Celso Oliveira.
A escolha do município de Otacílio Costa – em Santa Catarina – se dá pela estrutura logística de transporte, ou seja, a região serrana (microrregião dos Campos de Lages com os municípios de Braço do Trombudo, Agrolândia, Ponte Alta, Petrolândia, Pouso Redondo, Lages, Bocaina do Sul, Bom Retiro, e Palmeira) é um dos maiores pólos florestais do Brasil. Isso porque já existem áreas já cultivadas com florestas com pinus na região, além da presença da indústria de transformação da madeira.
Será construída uma unidade industrial com a moderna tecnologia de produção inicial de 15 toneladas por hora, o que dá uma estimativa de produção anual de 108.000 toneladas de pellets, proporcionando o desenvolvimento econômico e social, além de tornar a cidade uma referência nacional pelo projeto modelo e sustentável - o maior em desenvolvimento no Brasil. O investimento nesta unidade industrial é de R$ 50 milhões.
O projeto já passou pela fase de viabilidade econômica e agora se encontra na busca por financiamento, além das certificações nacionais e internacionais para iniciar a produção de pellets – pedaços de madeira em formato cilíndrico cujos diâmetros variam de 6 a 10 milímetros. Os pellets são resultantes de serragens da indústria de processamento de madeira, ou de processos de aproveitamento de resíduos lenhosos ou florestais.
Segundo Celso Oliveira, essa transformação de alta densidade pelo sistema de trituração, secagem e peletização industrial permite um aumento de eficiência, fluxo e melhoramentos de propriedades de combustão. Por isso, os pellets são considerados um combustível ecológico utilizado para aquecimento térmico residencial e industrial. Pellets queima um CO2 neutro, pois é liberado o dióxido de carbono durante o processo de aquecimento térmico compensado pela absorção no processo florestal. Quem produz ou utiliza o pellet não só contribui para a mudança global do clima, mas também ajuda a reduzir o aquecimento global e o efeito estufa.
Países do continente europeu são os maiores consumidores de pellets. Mesmo os países escandinavos tendo uma forte indústria de base florestal, o que é produzido por Finlândia, Suécia e Dinamarca mal dá para o consumo interno. Por enquanto, Estados Unidos, Canadá e Rússia são os grandes fornecedores de pellets. Só em 2012, os americanos exportaram o equivalente a US$ 331 milhões para a Europa. “O mundo inteiro sabe do potencial florestal brasileiro. Agora, nosso país está começando a entrar nesta área e, em algum tempo, nos tornaremos exportadores, afinal trata-se de uma energia limpa”, explicou Celso Oliveira.
A escolha do município de Otacílio Costa – em Santa Catarina – se dá pela estrutura logística de transporte, ou seja, a região serrana (microrregião dos Campos de Lages com os municípios de Braço do Trombudo, Agrolândia, Ponte Alta, Petrolândia, Pouso Redondo, Lages, Bocaina do Sul, Bom Retiro, e Palmeira) é um dos maiores pólos florestais do Brasil. Isso porque já existem áreas já cultivadas com florestas com pinus na região, além da presença da indústria de transformação da madeira.
Será construída uma unidade industrial com a moderna tecnologia de produção inicial de 15 toneladas por hora, o que dá uma estimativa de produção anual de 108.000 toneladas de pellets, proporcionando o desenvolvimento econômico e social, além de tornar a cidade uma referência nacional pelo projeto modelo e sustentável - o maior em desenvolvimento no Brasil. O investimento nesta unidade industrial é de R$ 50 milhões.
Fonte: Painel Florestal - Elias Luz
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