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Notícias
10
set
2013
(GERAL)
Cuiabá (MT) assume madeireira e vai devolver à sociedade produtos feitos com madeiras ilegais
A Prefeitura de Cuiabá (MT) assinou um termo com diversas instituições para assumir a administração de uma madeireira, que estava fora de funcionamento, para o armazenamento e correta destinação de madeira apreendida. De acordo com o prefeito, em cerca de 60 dias será possível reiniciar os trabalhos de beneficiamento do produto florestal apreendido.
“Este é um enfrentamento histórico, necessário para mudarmos a realidade de Cuiabá. Produtos de crimes ambientais agora serão devolvidos à sociedade em forma de equipamentos para creches, escolas, unidades de saúde, praças, construção de pontes e de unidades habitacionais e também no Horto Florestal”, afirmou Mauro Mendes, prefeito da cidade.
Nos últimos dois meses foram apreendidos 92 caminhões carregados com toras de madeiras irregulares no Estado. “Não podemos desanimar, precisamos enfrentar esse problema para que a população de Mato Grosso volte a ter o que é de direito, pois as questões ambientais são de interesse público e todos devem se responsabilizar”, afirmou o procurador-geral de Justiça, Paulo Prado.
Fazem parte do termo, além da prefeitura, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Ministério Público do Estado, o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea/MT) e as Secretarias de Estado de Meio Ambiente e de Segurança Pública.
“Este é um enfrentamento histórico, necessário para mudarmos a realidade de Cuiabá. Produtos de crimes ambientais agora serão devolvidos à sociedade em forma de equipamentos para creches, escolas, unidades de saúde, praças, construção de pontes e de unidades habitacionais e também no Horto Florestal”, afirmou Mauro Mendes, prefeito da cidade.
Nos últimos dois meses foram apreendidos 92 caminhões carregados com toras de madeiras irregulares no Estado. “Não podemos desanimar, precisamos enfrentar esse problema para que a população de Mato Grosso volte a ter o que é de direito, pois as questões ambientais são de interesse público e todos devem se responsabilizar”, afirmou o procurador-geral de Justiça, Paulo Prado.
Fazem parte do termo, além da prefeitura, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Ministério Público do Estado, o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea/MT) e as Secretarias de Estado de Meio Ambiente e de Segurança Pública.
Fonte: Madeira Total / Adaptado por CeluloseOnline
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