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Notícias
10
set
2013
(MÓVEIS)
Setor de móveis espera redução de estoque
Após a esperada baixa no meio do ano, a Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (Abimóvel) conta com recuperação nas vendas
O setor moveleiro aposta suas fichas no aumento sazonal de pedidos do varejo à indústria a partir desta primeira quinzena do mês - com vistas às vendas de final de ano - para começar a reduzir um volume de estoques considerado indesejado pelos fabricantes. A projeção é de Lipel Custótio, diretor da Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (Abimóvel).
“Não tenho como quantificar os volumes dos estoques. Falo pelo que converso com as empresas”, disse Custódio. Segundo ele, a indústria moveleira consegue reduzir o ritmo de produção, mas não pode interrompê-la de imediato, porque sua principal matéria-prima é madeira tratada, que não pode ficar muito tempo sem uso. Também não pode demitir quando a demanda recua porque o pessoal empregado no setor é altamente qualificado e de difícil contratação nos momentos de alta demanda.
“Tradicionalmente os meses de junho e julho são os de baixa estação para a indústria moveleira. Setembro começa a melhorar porque o comércio inicia os pedidos para as vendas de final de ano”, explicou o dirigente da Abimóvel.
De acordo com ele, se a sazonalidade se confirmar, os pedidos devem começar a chegar. Com isso, as vendas poderão aumentar por volta de 1% em comparação com setembro de 2012.
“E se os prognósticos do governo estiverem corretos, com o crédito se expandindo, as vendas poderão crescer de 1,5% a 2% em 2013 em relação a 2012”, previu Custódio. Para ele, a taxa de crescimento será bem recebida, mas sem comemoração. “É um número positivo, mas não é para muita alegria”, relativizou o executivo, acrescentando que hoje o consumo de móveis tem apoio do programa federal que atende a parcela menos favorecida da sociedade que é o Minha Casa Melhor, que é o que vai assegurar algum resultado positivo.
Numa escala bastante reduzida, a desvalorização cambial poderá ajudar as vendas de móveis, estimou o diretor. Para ele, o impacto mais efetivo do dólar sobre a atividade do setor, caso a moeda norte-americana se mantenha no patamar atual, em torno de R$ 2,35, só será sentido no fim do ano ou começo do próximo. Ele destaca que uma venda para o exterior só se efetiva após três ou quatro meses de negociações. “Pode ser que peguemos essa onda do dólar mais alto, mas só mais pela frente.” (da Agência Estado)
O setor moveleiro aposta suas fichas no aumento sazonal de pedidos do varejo à indústria a partir desta primeira quinzena do mês - com vistas às vendas de final de ano - para começar a reduzir um volume de estoques considerado indesejado pelos fabricantes. A projeção é de Lipel Custótio, diretor da Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (Abimóvel).
“Não tenho como quantificar os volumes dos estoques. Falo pelo que converso com as empresas”, disse Custódio. Segundo ele, a indústria moveleira consegue reduzir o ritmo de produção, mas não pode interrompê-la de imediato, porque sua principal matéria-prima é madeira tratada, que não pode ficar muito tempo sem uso. Também não pode demitir quando a demanda recua porque o pessoal empregado no setor é altamente qualificado e de difícil contratação nos momentos de alta demanda.
“Tradicionalmente os meses de junho e julho são os de baixa estação para a indústria moveleira. Setembro começa a melhorar porque o comércio inicia os pedidos para as vendas de final de ano”, explicou o dirigente da Abimóvel.
De acordo com ele, se a sazonalidade se confirmar, os pedidos devem começar a chegar. Com isso, as vendas poderão aumentar por volta de 1% em comparação com setembro de 2012.
“E se os prognósticos do governo estiverem corretos, com o crédito se expandindo, as vendas poderão crescer de 1,5% a 2% em 2013 em relação a 2012”, previu Custódio. Para ele, a taxa de crescimento será bem recebida, mas sem comemoração. “É um número positivo, mas não é para muita alegria”, relativizou o executivo, acrescentando que hoje o consumo de móveis tem apoio do programa federal que atende a parcela menos favorecida da sociedade que é o Minha Casa Melhor, que é o que vai assegurar algum resultado positivo.
Numa escala bastante reduzida, a desvalorização cambial poderá ajudar as vendas de móveis, estimou o diretor. Para ele, o impacto mais efetivo do dólar sobre a atividade do setor, caso a moeda norte-americana se mantenha no patamar atual, em torno de R$ 2,35, só será sentido no fim do ano ou começo do próximo. Ele destaca que uma venda para o exterior só se efetiva após três ou quatro meses de negociações. “Pode ser que peguemos essa onda do dólar mais alto, mas só mais pela frente.” (da Agência Estado)
Fonte: O Povo
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