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Notícias
09
set
2013
(SETOR FLORESTAL)
Floresta e desdobro na madeira na propriedade são alternativas para agricultores familiares
Uma Tarde de Campo de Florestas realizada na última quinta-feira (05/09), na propriedade do agricultor Adelar Vanin, em São Marcos, demonstrou uma alternativa para desdobro da madeira como forma de agregação de valor ao produto - uma serraria móvel - e também a importância da floresta na diversificação de atividades nas propriedades familiares. Mais de 50 agricultores participaram do evento, promovido pela Emate/RS-Ascar.
Na propriedade de 35 hectares, Vanin cultiva alho, uva, cebola e florestas (pinus, eucalipto e plátano). A produção de frangos está abandonada há um ano, devido à venda da empresa para a qual fornecia o produto e à necessidade de novos investimentos na atividade, para continuar a ter mercado. Mas essa dificuldade e também as perdas nos parreirais nos últimos anos, ocasionadas por chuvas de granizo, foram minimizadas pela venda de lenha proporcionada pela floresta, menos suscetível ao clima e com um bom mercado/demanda.
Para a engenheira florestal da Emater/RS-Ascar, Adelaide Ramos, além de ser uma opção de geração de renda, diversificação e economia, à medida que o produtor não precisa gastar para comprar madeira para moirões e caibros, por exemplo, a floresta também é uma opção social e ambiental, pois permite um melhor aproveitamento da mão de obra familiar, bem como a adequação à legislação ambiental.
Adelaide falou sobre o crescimento da demanda por madeira nas últimas décadas - seja para a construção civil, o setor moveleiro ou de celulose e papel -, a rentabilidade proporcionada pela atividade e os avanços na tecnologia de produção de espécies, como o eucalipto benthamii, mais resistente a geadas.
Conforme a engenheira florestal, a escolha de uma espécie adequada ao local, o uso de mudas de qualidade e um espaçamento e manejo corretos são fundamentais para a obtenção de um produto de qualidade e adequado à finalidade desejada a determinado uso (lenha, carvão, madeira roliça ou serrada, fonte de fibra).
A Tarde de Campo também teve uma demonstração de desdobro da madeira com o uso de uma serraria móvel, que permite o beneficiamento na propriedade, agregando valor ao produto, uma vez que o preço da tora serrada pode chegar a três vezes o valor da madeira vendida “em pé”, e também oportuniza a prestação deste serviço para terceiros. Como o custo do desdobro em serrarias é alto, a aquisição individual ou em grupo do equipamento é uma alternativa para os produtores. A máquina pode ser financiada através do Programa Mais Alimentos.
Na propriedade de 35 hectares, Vanin cultiva alho, uva, cebola e florestas (pinus, eucalipto e plátano). A produção de frangos está abandonada há um ano, devido à venda da empresa para a qual fornecia o produto e à necessidade de novos investimentos na atividade, para continuar a ter mercado. Mas essa dificuldade e também as perdas nos parreirais nos últimos anos, ocasionadas por chuvas de granizo, foram minimizadas pela venda de lenha proporcionada pela floresta, menos suscetível ao clima e com um bom mercado/demanda.
Para a engenheira florestal da Emater/RS-Ascar, Adelaide Ramos, além de ser uma opção de geração de renda, diversificação e economia, à medida que o produtor não precisa gastar para comprar madeira para moirões e caibros, por exemplo, a floresta também é uma opção social e ambiental, pois permite um melhor aproveitamento da mão de obra familiar, bem como a adequação à legislação ambiental.
Adelaide falou sobre o crescimento da demanda por madeira nas últimas décadas - seja para a construção civil, o setor moveleiro ou de celulose e papel -, a rentabilidade proporcionada pela atividade e os avanços na tecnologia de produção de espécies, como o eucalipto benthamii, mais resistente a geadas.
Conforme a engenheira florestal, a escolha de uma espécie adequada ao local, o uso de mudas de qualidade e um espaçamento e manejo corretos são fundamentais para a obtenção de um produto de qualidade e adequado à finalidade desejada a determinado uso (lenha, carvão, madeira roliça ou serrada, fonte de fibra).
A Tarde de Campo também teve uma demonstração de desdobro da madeira com o uso de uma serraria móvel, que permite o beneficiamento na propriedade, agregando valor ao produto, uma vez que o preço da tora serrada pode chegar a três vezes o valor da madeira vendida “em pé”, e também oportuniza a prestação deste serviço para terceiros. Como o custo do desdobro em serrarias é alto, a aquisição individual ou em grupo do equipamento é uma alternativa para os produtores. A máquina pode ser financiada através do Programa Mais Alimentos.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar
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