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Notícias
02
set
2013
(QUEIMADAS)
Incêndio destrói 10 hectares de mata atlântica e cerrado em Taquaritinga/SP
Um incêndio de grandes proporções destruiu pelo menos 10 hectares de Mata Atlântica, cerrado e propriedades rurais na Serra do Jaboticabal, em Taquaritinga (SP). Apesar do trabalho constante dos bombeiros, o fogo – que começou na manhã de sábado (31) – não havia sido totalmente contido até a tarde deste domingo (1º). As causas do incêndio ainda são desconhecidas.
Segundo o subtenente do Corpo de Bombeiros João Martins, o trecho de mata atingido faz parte de uma Área de Preservação Permanente (APP) do município. “É uma área de difícil acesso, com uma estrutura geográfica bastante acidentada, com vários paredões e descidas que tornam impossível a chegada dos bombeiros. À noite também é impossível trabalhar naquela área, devido à falta de visibilidade e o risco iminente de acidentes”, explica.
A baixa umidade relativa do ar e o vento forte contribuíram ainda mais para que o fogo se alastrasse, explica Martins. “As condições de propagação ficam muito mais fáceis nessa situação”, afirma.
Moradores da região se voluntariaram para ajudar no combate ao incêndio neste domingo. É o caso do brigadista Leonardo Olivério, que já conhece bem a região da Serra do Jaboticabal. “Estamos fazendo um trabalho para auxiliar as equipes dos bombeiros e das usinas de cana-de-açúcar a combater mais diretamente os focos de incêndio”, afirma.
Olivério diz não acreditar na hipótese de que o incêndio tenha causas naturais, uma vez que não houve chuvas com raios que pudessem ter iniciado as chamas. “Normalmente é resultado de trilhas, do pessoal que entra na serra de forma indiscriminada. Isso acaba atrapalhando e causando esse tipo de tragédia que fica fora de controle.”
Para os moradores dos sítios vizinhos, resta ficar alerta com a situação. “As chamas haviam apagado, mas estão voltando outra vez. Os bombeiros não conseguem apagar tudo, porque está muito forte. A preocupação é grande”, diz o estudante Julio Cesar Gomes Queiroz, que mora em uma fazenda na região. O trabalho de combate ao fogo deve ser retomado pelos bombeiros na manhã de segunda-feira (2).
Segundo o subtenente do Corpo de Bombeiros João Martins, o trecho de mata atingido faz parte de uma Área de Preservação Permanente (APP) do município. “É uma área de difícil acesso, com uma estrutura geográfica bastante acidentada, com vários paredões e descidas que tornam impossível a chegada dos bombeiros. À noite também é impossível trabalhar naquela área, devido à falta de visibilidade e o risco iminente de acidentes”, explica.
A baixa umidade relativa do ar e o vento forte contribuíram ainda mais para que o fogo se alastrasse, explica Martins. “As condições de propagação ficam muito mais fáceis nessa situação”, afirma.
Moradores da região se voluntariaram para ajudar no combate ao incêndio neste domingo. É o caso do brigadista Leonardo Olivério, que já conhece bem a região da Serra do Jaboticabal. “Estamos fazendo um trabalho para auxiliar as equipes dos bombeiros e das usinas de cana-de-açúcar a combater mais diretamente os focos de incêndio”, afirma.
Olivério diz não acreditar na hipótese de que o incêndio tenha causas naturais, uma vez que não houve chuvas com raios que pudessem ter iniciado as chamas. “Normalmente é resultado de trilhas, do pessoal que entra na serra de forma indiscriminada. Isso acaba atrapalhando e causando esse tipo de tragédia que fica fora de controle.”
Para os moradores dos sítios vizinhos, resta ficar alerta com a situação. “As chamas haviam apagado, mas estão voltando outra vez. Os bombeiros não conseguem apagar tudo, porque está muito forte. A preocupação é grande”, diz o estudante Julio Cesar Gomes Queiroz, que mora em uma fazenda na região. O trabalho de combate ao fogo deve ser retomado pelos bombeiros na manhã de segunda-feira (2).
Fonte: G1
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