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Notícias
22
ago
2013
(MÓVEIS)
Movergs quer mais competitividade para o setor moveleiro
Compromissada em trabalhar pela promoção de condições mais justas de trabalho para as indústrias moveleiras, a Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul renova sua pauta de reivindicações em prol de benefícios e incentivos para o setor. Reforçando sua agenda de ações políticas, a entidade compartilhou com deputados federais e senadores medidas para fortalecer a cadeia produtiva de madeira e móveis. Entre as demandas apontadas no documento estão a extinção do adicional de 10% sobre a multa rescisória do FGTS, a manutenção da alíquota de 3% do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para móveis e a prorrogação do Reintegra até 2014.
A Movergs acredita que atendendo estas solicitações o governo contribui para que o setor moveleiro se torne mais competitivo, tanto no mercado interno como externo. “Estamos pedindo para que os parlamentares nos auxiliem a derrubar o veto sobre a medida que mantém o adicional de 10% sobre a multa rescisória do FGTS, uma contribuição que só aumenta os custos trabalhistas e em nada beneficia o trabalhador. Além disso, pedimos também para que a alíquota do IPI, que está em 3% até dia 30 de setembro, seja prorrogada, diante do cenário pouco favorável que vive o setor”, afirma o presidente da entidade, Ivo Cansan.
Segundo dados do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI), a produção nacional de móveis recuou 8,5% em maio, chegando a 41,4 milhões de peças. O consumo aparente da indústria de móveis também teve queda de 9% em maio, contabilizando 40,7 milhões de peças. O volume de pessoal ocupado no setor de madeira e móveis avançou 0,9% em maio, já comparado ao mesmo mês de 2012 houve queda de 4,7%. Esses números demonstram a importância da manutenção da alíquota do IPI – medida que tem impacto direto na aquisição de móveis pelos beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida. “Solicitamos ainda que no transcorrer do tempo seja desenvolvido um trabalho específico para redução ou eliminação do IPI para móveis de forma definitiva”, explica Cansan.
O Reintegra é outro tema fundamental para o segmento moveleiro, pois influencia diretamente nas exportações, proporcionando maior competitividade aos produtos brasileiros no mercado internacional. “O regime está totalmente alinhado com o pensamento de não exportar impostos e, com a prática de outros países que desoneram efetivamente suas exportações. Tendo em vista a importância deste programa pedimos apoio na derrubada do veto parcial e extensão deste benefício até dezembro de 2014. Pois não é um dólar mais alto por uns poucos meses que fará com que os setores exportadores consigam compensar as perdas provocadas nos últimos anos”, destaca o presidente da Movergs.
A Movergs acredita que atendendo estas solicitações o governo contribui para que o setor moveleiro se torne mais competitivo, tanto no mercado interno como externo. “Estamos pedindo para que os parlamentares nos auxiliem a derrubar o veto sobre a medida que mantém o adicional de 10% sobre a multa rescisória do FGTS, uma contribuição que só aumenta os custos trabalhistas e em nada beneficia o trabalhador. Além disso, pedimos também para que a alíquota do IPI, que está em 3% até dia 30 de setembro, seja prorrogada, diante do cenário pouco favorável que vive o setor”, afirma o presidente da entidade, Ivo Cansan.
Segundo dados do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI), a produção nacional de móveis recuou 8,5% em maio, chegando a 41,4 milhões de peças. O consumo aparente da indústria de móveis também teve queda de 9% em maio, contabilizando 40,7 milhões de peças. O volume de pessoal ocupado no setor de madeira e móveis avançou 0,9% em maio, já comparado ao mesmo mês de 2012 houve queda de 4,7%. Esses números demonstram a importância da manutenção da alíquota do IPI – medida que tem impacto direto na aquisição de móveis pelos beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida. “Solicitamos ainda que no transcorrer do tempo seja desenvolvido um trabalho específico para redução ou eliminação do IPI para móveis de forma definitiva”, explica Cansan.
O Reintegra é outro tema fundamental para o segmento moveleiro, pois influencia diretamente nas exportações, proporcionando maior competitividade aos produtos brasileiros no mercado internacional. “O regime está totalmente alinhado com o pensamento de não exportar impostos e, com a prática de outros países que desoneram efetivamente suas exportações. Tendo em vista a importância deste programa pedimos apoio na derrubada do veto parcial e extensão deste benefício até dezembro de 2014. Pois não é um dólar mais alto por uns poucos meses que fará com que os setores exportadores consigam compensar as perdas provocadas nos últimos anos”, destaca o presidente da Movergs.
Fonte: Movergs
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