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Notícias
20
ago
2013
(SUSTENTABILIDADE)
Sustentabilidade veio para ficar na construção civil
A sustentabilidade veio para ficar na construção civil. O setor se destaca nos números da certificação Leadership in Energy and Environmental Design (Leed), em tradução do inglês, Liderança em Energia e Design Ambiental. Hoje, são mais de cem edificações certificadas e mais de 700 registradas em busca da certificação.
Para receber o selo, o empreendimento deve cumprir quesitos visando à redução dos impactos ambientais: uso racional de água, eficiência energética, espaço sustentável, qualidade ambiental interna, materiais e recursos, e inovações e tecnologias.
Desde o início do ano, foram mais de 90 registros brasileiros em busca da certificação. Para o Green Building Council Brasil (GBC Brasil), organização não governamental que fomenta o setor no país e promove a certificação, a adoção de práticas sustentáveis em edificações comerciais e residenciais traz benefícios econômicos.
Empreendimentos sustentáveis custam de 1% a 7% mais do que uma construção comum, mas têm seu custo operacional reduzido de 8% a 9% e valorização de 10% a 20% no preço de venda - afirma o diretor técnico e educacional do GBC Brasil, Marcos Casado. Gasto de água pode cair em até 50% O país se destaca no cenário mundial, mas ainda não explora todo o seu potencial. Conforme Marcos, o Brasil lidera o número de registros em busca da certificação na América Latina e ocupa a quarta colocação no ranking mundial, atrás dos Estados Unidos, China e Emirados Árabes. Ainda assim, há muito a ser melhorado.
O fato é que os benefícios permanecem ao longo da vida útil da construção e trazem conforto aos ocupantes.
A indústria da construção civil consome 21% de toda a água tratada do planeta. Por isso, as edificações que conquistam o selo Leed podem reduzir o gasto de água em até 50%. O resultado surge da adoção de medidas como torneiras inteligentes, descargas de duplo acionamento e reaproveitamento da água da chuva.
A certificação também proporciona redução de 30% no consumo de energia, de 80% dos resíduos sólidos e de até 35% nas emissões de gases de efeito estufa.
Outro aspecto essencial a ser considerado é que os prédios "verdes" devem oferecer conforto e bem-estar aos ocupantes. No caso das edificações comerciais, essa característica pode implicar também no aumento da produtividade dos funcionários.
Até o final de 2013, a expectativa é de que 120 empreendimentos recebam a certificação e outros 900 sejam registrados. Mais de 50% dos registros são de escritórios e edificações comerciais, mas um volume expressivo de indústrias, shoppings, escolas, bancos e hospitais busca o selo 13 empreendimentos do RS constam como registrados no site da organização
Sistema de classificação
Selo Leed
• Construções com pontuação entre 40 e 49 na avaliação
Selo Leed Silver (prata)
• De 50 a 59 pontos
Selo Leed Gold (ouro)
• De 60 a 79 pontos
Selo Leed Platinum (platina)
• Nível máximo, de 80 a 110 pontos
Para receber o selo, o empreendimento deve cumprir quesitos visando à redução dos impactos ambientais: uso racional de água, eficiência energética, espaço sustentável, qualidade ambiental interna, materiais e recursos, e inovações e tecnologias.
Desde o início do ano, foram mais de 90 registros brasileiros em busca da certificação. Para o Green Building Council Brasil (GBC Brasil), organização não governamental que fomenta o setor no país e promove a certificação, a adoção de práticas sustentáveis em edificações comerciais e residenciais traz benefícios econômicos.
Empreendimentos sustentáveis custam de 1% a 7% mais do que uma construção comum, mas têm seu custo operacional reduzido de 8% a 9% e valorização de 10% a 20% no preço de venda - afirma o diretor técnico e educacional do GBC Brasil, Marcos Casado. Gasto de água pode cair em até 50% O país se destaca no cenário mundial, mas ainda não explora todo o seu potencial. Conforme Marcos, o Brasil lidera o número de registros em busca da certificação na América Latina e ocupa a quarta colocação no ranking mundial, atrás dos Estados Unidos, China e Emirados Árabes. Ainda assim, há muito a ser melhorado.
O fato é que os benefícios permanecem ao longo da vida útil da construção e trazem conforto aos ocupantes.
A indústria da construção civil consome 21% de toda a água tratada do planeta. Por isso, as edificações que conquistam o selo Leed podem reduzir o gasto de água em até 50%. O resultado surge da adoção de medidas como torneiras inteligentes, descargas de duplo acionamento e reaproveitamento da água da chuva.
A certificação também proporciona redução de 30% no consumo de energia, de 80% dos resíduos sólidos e de até 35% nas emissões de gases de efeito estufa.
Outro aspecto essencial a ser considerado é que os prédios "verdes" devem oferecer conforto e bem-estar aos ocupantes. No caso das edificações comerciais, essa característica pode implicar também no aumento da produtividade dos funcionários.
Até o final de 2013, a expectativa é de que 120 empreendimentos recebam a certificação e outros 900 sejam registrados. Mais de 50% dos registros são de escritórios e edificações comerciais, mas um volume expressivo de indústrias, shoppings, escolas, bancos e hospitais busca o selo 13 empreendimentos do RS constam como registrados no site da organização
Sistema de classificação
Selo Leed
• Construções com pontuação entre 40 e 49 na avaliação
Selo Leed Silver (prata)
• De 50 a 59 pontos
Selo Leed Gold (ouro)
• De 60 a 79 pontos
Selo Leed Platinum (platina)
• Nível máximo, de 80 a 110 pontos
Fonte: Diário Gaúcho
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