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Notícias
08
ago
2013
(QUEIMADAS)
Tocantins proíbe queimadas até setembro
Os meses de agosto e setembro são considerados críticos pelos órgãos ambientais da Amazônia a altas temperaturas e da baixa umidade relativa do ar. Com isso, as regiões de mata, cerrado e áreas com alta concentração de pastagens ficam mais propensas a queimadas. A situação coloca o Tocantins entre os estados com maior quantidade de focos de incêndio e levou o governo estadual a proibir queimadas controladas até setembro.
A proibição é do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), órgão responsável pela preservação de áreas florestais do Estado, como parques estaduais. Queimadas controladas estão proibidas, inclusive para produtores para limpeza de palhagens e pastagens, além de raízes e resíduos florestais que não são aproveitados economicamente no processo do desmatamento. De acordo com o presidente do Naturatins, Alexandre Tadeu Moraes Rodrigues, a medida busca assegurar o combate a incêndios em áreas com riscos à população, uma vez que durante esses meses todos os fatores climáticos contribuem para a propagação das queimadas.
Custo
Um convênio entre o governo estadual e o projeto Cerrado-Jalapão para Prevenção, Controle e Monitoramento de Queimadas Irregulares e Incêndios Florestais no Cerrado vai garantir os trabalhos de combate a incêndios no Tocantins, neste ano, com custo superior a R$ 3 milhões. O dinheiro será para comprar equipamentos para monitoramento de queimadas, veículos para auxiliar o combate ao fogo, além de fazer treinamentos e estudos. Os recursos são da Sociedade Alemã para Cooperação Internacional e Banco Mundial da Alemanha.
A proibição é do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), órgão responsável pela preservação de áreas florestais do Estado, como parques estaduais. Queimadas controladas estão proibidas, inclusive para produtores para limpeza de palhagens e pastagens, além de raízes e resíduos florestais que não são aproveitados economicamente no processo do desmatamento. De acordo com o presidente do Naturatins, Alexandre Tadeu Moraes Rodrigues, a medida busca assegurar o combate a incêndios em áreas com riscos à população, uma vez que durante esses meses todos os fatores climáticos contribuem para a propagação das queimadas.
Custo
Um convênio entre o governo estadual e o projeto Cerrado-Jalapão para Prevenção, Controle e Monitoramento de Queimadas Irregulares e Incêndios Florestais no Cerrado vai garantir os trabalhos de combate a incêndios no Tocantins, neste ano, com custo superior a R$ 3 milhões. O dinheiro será para comprar equipamentos para monitoramento de queimadas, veículos para auxiliar o combate ao fogo, além de fazer treinamentos e estudos. Os recursos são da Sociedade Alemã para Cooperação Internacional e Banco Mundial da Alemanha.
Fonte: Portal Amazônia
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