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Notícias
24
jul
2013
(SETOR FLORESTAL)
FAO reafirma aposta em restaurar florestas de países africanos
A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, anunciou a expansão de iniciativas de restauração de terras degradadas para países como Argélia, Egito, Mauritânia e Sudão. A agência reafirmou os princípios da visão da Grande Muralha Verde de África, que visa plantar árvores do leste para o oeste do continente para travar o avanço do deserto do Saara. Após ter sido endossada pelos chefes de Estado do continente, em 2007, a ideia integrou intervenções adaptadas aos ecossistemas locais e às necessidades das comunidades.
Floresta
Num artigo publicado no seu website, a FAO destaca uma aldeia nigerina que ficou célebre pela perda de uma floresta que a rodeava devido à seca de dois anos iniciada em 1984. Num ano, Kouloumboutey recuperou 115 hectares, graças a um projeto que envolveu a União Europeia, a Convenção da ONU de Combate à Desertificação e a Comissão da União Africana.
Jardins Multiuso
O caso senegalês também é referido pelo plantio de 11 milhões de árvores. A medida contribuiu para restaurar 27 mil hectares de terras degradadas. O país também viu aumentar a renda e a produção alimentar de famílias com a utilização de jardins multiuso cuidados por mulheres formadas para desenvolver a combinação de pomares, hortas e campos de pastagem.
Terra Estéril
A agência refere que as autoridades nigerinas reconhecem que o sobre pastoreio e o derrube excessivo de árvores transformam a floresta numa área de terra estéril. A formação do "glacis", uma capa fina de terra arável que coloca a terra à mercê do vento e da chuva é tida como resultado da falta de proteção das árvores e do capim.
Sahel e Saara
A FAO considera fundamental que iniciativas similares ocorram no Sahel e no Saara, onde a desertificação e a degradação da terra afetam a vida e os meios de subsistência de milhões de pessoas no meio rural. De acordo com a agência, nações como Burkina Faso, Chade, Djibuti, Eritreia, Etiópia, Gâmbia, Mali, Níger, Nigéria já implementam o projeto de restauração.
Floresta
Num artigo publicado no seu website, a FAO destaca uma aldeia nigerina que ficou célebre pela perda de uma floresta que a rodeava devido à seca de dois anos iniciada em 1984. Num ano, Kouloumboutey recuperou 115 hectares, graças a um projeto que envolveu a União Europeia, a Convenção da ONU de Combate à Desertificação e a Comissão da União Africana.
Jardins Multiuso
O caso senegalês também é referido pelo plantio de 11 milhões de árvores. A medida contribuiu para restaurar 27 mil hectares de terras degradadas. O país também viu aumentar a renda e a produção alimentar de famílias com a utilização de jardins multiuso cuidados por mulheres formadas para desenvolver a combinação de pomares, hortas e campos de pastagem.
Terra Estéril
A agência refere que as autoridades nigerinas reconhecem que o sobre pastoreio e o derrube excessivo de árvores transformam a floresta numa área de terra estéril. A formação do "glacis", uma capa fina de terra arável que coloca a terra à mercê do vento e da chuva é tida como resultado da falta de proteção das árvores e do capim.
Sahel e Saara
A FAO considera fundamental que iniciativas similares ocorram no Sahel e no Saara, onde a desertificação e a degradação da terra afetam a vida e os meios de subsistência de milhões de pessoas no meio rural. De acordo com a agência, nações como Burkina Faso, Chade, Djibuti, Eritreia, Etiópia, Gâmbia, Mali, Níger, Nigéria já implementam o projeto de restauração.
Fonte: Rádio ONU
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