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Notícias
16
jul
2013
(MADEIRA E PRODUTOS)
Com mercado aquecido, demanda por madeira em Umuarama é alta
A escassez da madeira na região tem sido impulsionada pelo crescimento dos mercados da construção civil, paralelo ao moveleiro.
Empresas de grande a médio porte, não conseguem a matéria-prima na cidade e tendem buscar os produtos em outras cidades, e até em outros estados.
Um levantamento realizado pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostra que atualmente, apenas dentro de Umuarama, existem 40 marcenarias, 52 fábricas de estofados e apenas 13 madeireiras.
Para o Sebrae, ainda que todas as madeireiras invistam em cortes para o moveleiros, a quantidade de empresa do tipo é muito pequena para atender todos os segmentos deste mercado madeireiro.
Complementar aos dados do Sebrae, a Secretaria Municipal de Agricultura promoveu uma pesquisa onde constatou-se que somente o setor moveleiro da cidade, consume uma área estimada em 135 mil hectares de madeira plantada/ano – isso para atender toda a produção regional.
De outro lado, algumas madeireiras instaladas na cidade alegam que a falta de silvicultura no Noroeste exige a aquisição de madeiras de regiões centrais do estado e também do centro-oeste e norte do Brasil.
Todavia, vale levar em consideração quealgumas espécies da cultura não brotam em alta escala por aqui, mas o eucalipto tem se mostrado uma forte alternativa para o incentivo à produção madeira no noroeste. Quem defende a ideia é Cláudio Marconi, diretor de Agricultura Municipal.
“Hoje, há plantado apenas 10% de toda a demanda por madeira na região”, detalha o técnico. Segundo ele, em propriedades onde o manejo é correto, o eucalipto chega alcançar até nove metros de altura. “A silvicultura [em Umuarama] tem se mostrado altamente produtiva”, incentiva.
No mercado madeireiro há dois anos, Anderson Marques, proprietário da Apuí Madeiras, afirma que a demanda é alta, tanto em Umuarama quanto nos municípios da região. Hoje, ele fornece madeira principalmente para a construção civil e também para pecuaristas - na demarcação de pastos e estruturação de cercas.
“O avanço da cana fez com que o mercado de madeira à pecuária caísse um pouco, porém, tenho percebido a dificuldade do moveleiro em adquirir madeiras”, comenta Marques, acrescentando que frequentemente empresas de estofados procuram a empresa dele em busca de matéria-prima. “Meu objetivo é começar a fornecer, ainda este ano, alguns cortes específicos ao moveleiro”, anuncia.
Conforme o Sindicato das Indústrias Moveleiras de Umuarama e Região (Simur), a maior dificuldade do setor, em relação à madeira, está na aquisição de cortes Medium-Density Fiberboard (MDF).
Segundo o Simur, 90% das marcenarias locais utilizam o MDF para os móveis, no entanto, em Umuarama não há empresas fornecedoras deste corte - o que leva os empresários a adquirirem o produto em outras cidades.
Empresas de grande a médio porte, não conseguem a matéria-prima na cidade e tendem buscar os produtos em outras cidades, e até em outros estados.
Um levantamento realizado pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostra que atualmente, apenas dentro de Umuarama, existem 40 marcenarias, 52 fábricas de estofados e apenas 13 madeireiras.
Para o Sebrae, ainda que todas as madeireiras invistam em cortes para o moveleiros, a quantidade de empresa do tipo é muito pequena para atender todos os segmentos deste mercado madeireiro.
Complementar aos dados do Sebrae, a Secretaria Municipal de Agricultura promoveu uma pesquisa onde constatou-se que somente o setor moveleiro da cidade, consume uma área estimada em 135 mil hectares de madeira plantada/ano – isso para atender toda a produção regional.
De outro lado, algumas madeireiras instaladas na cidade alegam que a falta de silvicultura no Noroeste exige a aquisição de madeiras de regiões centrais do estado e também do centro-oeste e norte do Brasil.
Todavia, vale levar em consideração quealgumas espécies da cultura não brotam em alta escala por aqui, mas o eucalipto tem se mostrado uma forte alternativa para o incentivo à produção madeira no noroeste. Quem defende a ideia é Cláudio Marconi, diretor de Agricultura Municipal.
“Hoje, há plantado apenas 10% de toda a demanda por madeira na região”, detalha o técnico. Segundo ele, em propriedades onde o manejo é correto, o eucalipto chega alcançar até nove metros de altura. “A silvicultura [em Umuarama] tem se mostrado altamente produtiva”, incentiva.
No mercado madeireiro há dois anos, Anderson Marques, proprietário da Apuí Madeiras, afirma que a demanda é alta, tanto em Umuarama quanto nos municípios da região. Hoje, ele fornece madeira principalmente para a construção civil e também para pecuaristas - na demarcação de pastos e estruturação de cercas.
“O avanço da cana fez com que o mercado de madeira à pecuária caísse um pouco, porém, tenho percebido a dificuldade do moveleiro em adquirir madeiras”, comenta Marques, acrescentando que frequentemente empresas de estofados procuram a empresa dele em busca de matéria-prima. “Meu objetivo é começar a fornecer, ainda este ano, alguns cortes específicos ao moveleiro”, anuncia.
Conforme o Sindicato das Indústrias Moveleiras de Umuarama e Região (Simur), a maior dificuldade do setor, em relação à madeira, está na aquisição de cortes Medium-Density Fiberboard (MDF).
Segundo o Simur, 90% das marcenarias locais utilizam o MDF para os móveis, no entanto, em Umuarama não há empresas fornecedoras deste corte - o que leva os empresários a adquirirem o produto em outras cidades.
Fonte: Ilustrado
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