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Notícias
16
jul
2013
(BIOENERGIA)
Tecnologia permite menor consumo de lenha e reduz a emissão de fumaça
Qualidade, segurança e sustentabilidade são os benefícios dos fogões ecológicos, um tipo de fogão a lenha que segue conceitos modernos de tecnologia, como combustão mais eficiente e baixa emissão de fumaça. Para discutir políticas públicas e iniciativas de difusão dessa nova tecnologia no meio rural, especialistas e representantes do governo e sociedade reuniram-se, nesta quinta e sexta-feiras (11 e 12/07), na sede da Universidade Federal Rural de Pernambuco, em Recife, para o 1º Seminário Brasileiro sobre Fogões Ecológicos.
“A questão energética doméstica no Nordeste traz indicadores socioambientais que apontam para a necessidade de uma ação voltada para a segurança energética familiar nas áreas susceptíveis à desertificação”, detalha o diretor do Departamento de Combate à Desertificação da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Francisco Campello. O MMA por meio de parceria com o Núcleo Caatinga, Fundo Nacional de Meio Ambiente, Fundo Clima e Caixa Econômica Federal vem promovendo iniciativas para a formulação de políticas voltadas para segurança energética doméstica com alta eficiência, como é o caso dos fogões ecológicos.
“Essa ação faz parte dos compromissos do Ministério do Meio Ambiente, no âmbito das ações para o combate à desertificação, para a elaboração de Pactos Setoriais para Sustentabilidade da Matriz Energética, apoiando iniciativas para segurança energética familiar e domiciliar com fogões ecológicos”, afirma Campello. Segundo ele, o esforço é compartilhado por meio de parcerias e cooperação técnica com organismos internacionais como Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) e Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).
Dados
No Nordeste do Brasil, 85% das famílias das zonas rurais utilizam a lenha. Além da necessidade de manejo adequado para extração da lenha, a preparação de comida nesses fogões causam danos à saúde, devido ao alto índice de emissão de fumaça. “Além disso, uma mulher precisa dedicar em torno de 18 horas semanais na busca de lenha para o preparo dos alimentos, expostas em algumas situações que trazem riscos de vida por acidentes”, contextualiza o diretor do MMA. O uso dos fogões ecológicos, que são mais eficientes (utilizam menos lenha) e mais sustentáveis do ponto de vista das emissões de gases de efeito estufa, surge como estratégia de convivência sustentável do agricultor com o bioma onde habita. “O objetivo é tornar o uso de lenha sustentável, além de evitar problemas de saúde, melhorar a qualidade de vida destas famílias, e evitar a emissão de gases de efeito estufa”, finaliza.
“A questão energética doméstica no Nordeste traz indicadores socioambientais que apontam para a necessidade de uma ação voltada para a segurança energética familiar nas áreas susceptíveis à desertificação”, detalha o diretor do Departamento de Combate à Desertificação da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Francisco Campello. O MMA por meio de parceria com o Núcleo Caatinga, Fundo Nacional de Meio Ambiente, Fundo Clima e Caixa Econômica Federal vem promovendo iniciativas para a formulação de políticas voltadas para segurança energética doméstica com alta eficiência, como é o caso dos fogões ecológicos.
“Essa ação faz parte dos compromissos do Ministério do Meio Ambiente, no âmbito das ações para o combate à desertificação, para a elaboração de Pactos Setoriais para Sustentabilidade da Matriz Energética, apoiando iniciativas para segurança energética familiar e domiciliar com fogões ecológicos”, afirma Campello. Segundo ele, o esforço é compartilhado por meio de parcerias e cooperação técnica com organismos internacionais como Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) e Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).
Dados
No Nordeste do Brasil, 85% das famílias das zonas rurais utilizam a lenha. Além da necessidade de manejo adequado para extração da lenha, a preparação de comida nesses fogões causam danos à saúde, devido ao alto índice de emissão de fumaça. “Além disso, uma mulher precisa dedicar em torno de 18 horas semanais na busca de lenha para o preparo dos alimentos, expostas em algumas situações que trazem riscos de vida por acidentes”, contextualiza o diretor do MMA. O uso dos fogões ecológicos, que são mais eficientes (utilizam menos lenha) e mais sustentáveis do ponto de vista das emissões de gases de efeito estufa, surge como estratégia de convivência sustentável do agricultor com o bioma onde habita. “O objetivo é tornar o uso de lenha sustentável, além de evitar problemas de saúde, melhorar a qualidade de vida destas famílias, e evitar a emissão de gases de efeito estufa”, finaliza.
Fonte: Autor: Sophia Gebrim - Fonte: Ascom/MMA
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