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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Setor de CP brasileiro desperta o mundo
O interesse do setor mundial de papel e celulose vem aumentando em relação ao Brasil. Essa é a visão de Catarina Pedrosa, analista do Banif Investment Company, que participou de Painel Setorial promovido pela Apimec, ontem, em São Paulo, com a palestra "A visão do analista de papel e celulose".
Apesar das ações das companhias de papel e celulose, no conjunto, terem ficado abaixo do Ibovespa, no mercado mundial a indústria brasileira colhe bons resultados. A analista destacou, contudo, o desempenho da Klabin, internamente. "A empresa deu um turn around, se recuperou, é outra hoje e está em franco crescimento", disse.
"Uma diferença e tanto. Quando se compara com outros países, os papéis de empresas do setor no Brasil ainda são baixos. Isto, em grande parte, por causa do risco-país", disse a analista.
Catarina Pedrosa prevê que o preço da celulose vai continuar em alta no mercado internacional. Ela explicou que o analista do setor de papel e celulose se baseia nos movimentos de curto e longo prazos. Os de curto prazo são provocados pelos baixos níveis de estoque, que acabam por definir os preços da celulose e do papel e que também acaba se refletindo na oscilação das ações.
Já os movimentos de longo prazo incluem a variação internacional de produção. Nos próximos 12 meses, por exemplo, a produção de papel vai superar a de celulose, o que leva a analista a prever que o preço da celulose até o final de 2005 continue com tendência de alta no mercado internacional.
"A reposição de estoques mundiais, por sua vez, está com mais de um mês de atraso. Há indícios, portanto, para se esperar uma maior valorização das ações das indústrias brasileiras de papel e celulose no mercado interno, disse Pedrosa.
Fonte: Celulose Online – 01/10/2004
Apesar das ações das companhias de papel e celulose, no conjunto, terem ficado abaixo do Ibovespa, no mercado mundial a indústria brasileira colhe bons resultados. A analista destacou, contudo, o desempenho da Klabin, internamente. "A empresa deu um turn around, se recuperou, é outra hoje e está em franco crescimento", disse.
"Uma diferença e tanto. Quando se compara com outros países, os papéis de empresas do setor no Brasil ainda são baixos. Isto, em grande parte, por causa do risco-país", disse a analista.
Catarina Pedrosa prevê que o preço da celulose vai continuar em alta no mercado internacional. Ela explicou que o analista do setor de papel e celulose se baseia nos movimentos de curto e longo prazos. Os de curto prazo são provocados pelos baixos níveis de estoque, que acabam por definir os preços da celulose e do papel e que também acaba se refletindo na oscilação das ações.
Já os movimentos de longo prazo incluem a variação internacional de produção. Nos próximos 12 meses, por exemplo, a produção de papel vai superar a de celulose, o que leva a analista a prever que o preço da celulose até o final de 2005 continue com tendência de alta no mercado internacional.
"A reposição de estoques mundiais, por sua vez, está com mais de um mês de atraso. Há indícios, portanto, para se esperar uma maior valorização das ações das indústrias brasileiras de papel e celulose no mercado interno, disse Pedrosa.
Fonte: Celulose Online – 01/10/2004
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