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Notícias
09
jul
2013
(DESMATAMENTO)
Desmate na Amazônia cresce 370% em maio em relação a 2012, diz Inpe
Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) na última semana apontam alta de aproximadamente 370% no desmatamento da Amazônia Legal em maio deste ano em relação ao mesmo período de 2012.
As informações mostram a perda de 464,9 km² de vegetação no período, área equivalente a 290 parques do Ibirapuera, localizado em São Paulo, ou igual a soma de 25 ilhas de Fernando de Noronha, maior trecho de terra do arquipélago de mesmo nome, que fica na costa de Pernambuco.
No mesmo mês de 2012, o instituto detectou o desmate de 98,85 km².
O levantamento foi feito a partir do sistema de detecção de desmatamento em tempo real do Inpe, o Deter, que usa imagens de satélite para analisar a perda da mata. O Inpe verifica a degradação (desmatamento parcial) e o corte raso (desmatamento total) da floresta, englobando os estados que possuem vegetação amazônica – todos os da Região Norte, além de Mato Grosso e parte do Maranhão.
Ranking – Mato Grosso foi o que mais registrou áreas de floresta devastadas em maio, com a perda de 276,9 km² de vegetação no período. Em abril e março passados, MT já figurava como estado que mais destruiu área de floresta nativa.
O Pará foi o segundo maior desmatador em maio passado, com perda de 134 km² de vegetação. Amazonas, Tocantins, Rondônia e Maranhão também registraram cortes.
De acordo com o Inpe, foi possível visualizar em maio 58% da área da região amazônica. Segundo o instituto, o restante ficou encoberto por nuvens, que impossibilitaram a detecção de desmates.
Controle do desmate – No início de junho, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, divulgou que o desmatamento da Amazônia Legal entre agosto de 2011 e julho de 2012 foi de 4.571 km², menor índice desde que foram iniciadas as medições, em 1988. A área equivale a três vezes o tamanho do município de São Paulo.
O número, proveniente do sistema Prodes (Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal), é consolidado e foi corrigido em cerca de 2% para baixo em relação ao índice divulgado em novembro do ano passado, quando o governo anunciou um desmatamento de 4.656 km² no bioma.
Com os números, Izabella afirmou que o Brasil já atingiu 76% da sua meta voluntária de redução do desmatamento, que é de chegar a uma área desmatada de 3.925 km² em 2020. Além disso, segundo ela, o país alcançou cerca de 62% da meta total de redução das emissões de gases de efeito estufa.
O compromisso voluntário brasileiro foi apresentado em 2009, na Conferência do Clima das Nações Unidas sobre Mudança Climática, em Copenhague.
As informações mostram a perda de 464,9 km² de vegetação no período, área equivalente a 290 parques do Ibirapuera, localizado em São Paulo, ou igual a soma de 25 ilhas de Fernando de Noronha, maior trecho de terra do arquipélago de mesmo nome, que fica na costa de Pernambuco.
No mesmo mês de 2012, o instituto detectou o desmate de 98,85 km².
O levantamento foi feito a partir do sistema de detecção de desmatamento em tempo real do Inpe, o Deter, que usa imagens de satélite para analisar a perda da mata. O Inpe verifica a degradação (desmatamento parcial) e o corte raso (desmatamento total) da floresta, englobando os estados que possuem vegetação amazônica – todos os da Região Norte, além de Mato Grosso e parte do Maranhão.
Ranking – Mato Grosso foi o que mais registrou áreas de floresta devastadas em maio, com a perda de 276,9 km² de vegetação no período. Em abril e março passados, MT já figurava como estado que mais destruiu área de floresta nativa.
O Pará foi o segundo maior desmatador em maio passado, com perda de 134 km² de vegetação. Amazonas, Tocantins, Rondônia e Maranhão também registraram cortes.
De acordo com o Inpe, foi possível visualizar em maio 58% da área da região amazônica. Segundo o instituto, o restante ficou encoberto por nuvens, que impossibilitaram a detecção de desmates.
Controle do desmate – No início de junho, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, divulgou que o desmatamento da Amazônia Legal entre agosto de 2011 e julho de 2012 foi de 4.571 km², menor índice desde que foram iniciadas as medições, em 1988. A área equivale a três vezes o tamanho do município de São Paulo.
O número, proveniente do sistema Prodes (Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal), é consolidado e foi corrigido em cerca de 2% para baixo em relação ao índice divulgado em novembro do ano passado, quando o governo anunciou um desmatamento de 4.656 km² no bioma.
Com os números, Izabella afirmou que o Brasil já atingiu 76% da sua meta voluntária de redução do desmatamento, que é de chegar a uma área desmatada de 3.925 km² em 2020. Além disso, segundo ela, o país alcançou cerca de 62% da meta total de redução das emissões de gases de efeito estufa.
O compromisso voluntário brasileiro foi apresentado em 2009, na Conferência do Clima das Nações Unidas sobre Mudança Climática, em Copenhague.
Fonte: Globo Natureza
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