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Notícias
08
jul
2013
(GERAL)
Secretário do Meio Ambiente defende parceria para proteger abelhas
O secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, Roberto Cavalcanti, participou, na última quinta-feira (4), de audiência pública na Câmara dos Deputados que discutiu a mortandade de abelhas pelo uso de agrotóxicos e seus efeitos no Brasil. O secretário defendeu a união entre o setor agrícola e a apicultura, já que as abelhas contribuem para o incremento da produtividade das áreas cultivadas. “Temos que construir uma visão do ganha ganha”, disse, referindo-se aos benefícios que podem atingir as duas atividades.
De acordo com a Confederação Brasileira de Apicultores (CBA), a agroindústria tem um ganho de 20% em sua produção em função da polinização natural de abelhas e aves. Em termos globais, os serviços de polinização prestados pelas abelhas, no ecossistema ou nos sistemas agrícolas, são avaliados em US$ 54 bilhões/ano.
O secretário alertou para a necessidade de banir os produtos mais tóxicos, proibidos em outros países, desenvolver tecnologias de aplicação, manejo de paisagem usando a lei florestal, minimizar os efeitos colaterais dos pesticidas na natureza e investir em pesquisas e novas alternativas.
Fenômeno global
A mortandade de abelhas é um problema global. O fenômeno é chamado de Colony Collapse Disorder (CCD – distúrbio do colapso das colônias, em tradução livre). As abelhas que têm contato com os agrotóxicos podem morrer ou ter efeitos subletais, como irritabilidade, confusão, mudanças na atividade motora, dificuldade de comunicação, dentre outros. E a diminuição das colmeias pode levar à redução da polinização, responsável pela reprodução das plantas.
A polinização é essencial para a reprodução e manutenção da diversidade de espécies de plantas, além de prover alimentos para humanos. Cerca de 80% das espécies de plantas que contém flores dependem da polinização animal, sendo as abelhas os principais polinizadores (73%), é o que aponta a publicação do Ministério do Meio Ambiente chamada “Polinizadores e Pesticidas: princípio de manejo para os agroecossistemas brasileiros”, distribuída aos participantes da audiência.
Em função da importância da polinização para a agricultura, o Ministério do Meio Ambiente, em parceria com a organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), promove o projeto internacional “Conservação e Manejo de Polinizadores para Agricultura Sustentável através de uma Abordagem Ecossistêmica”. O objetivo é incentivar a conservação e implementação do uso sustentável dos polinizadores em países em desenvolvimento.
* Publicado originalmente no site Ministério do Meio Ambiente.
De acordo com a Confederação Brasileira de Apicultores (CBA), a agroindústria tem um ganho de 20% em sua produção em função da polinização natural de abelhas e aves. Em termos globais, os serviços de polinização prestados pelas abelhas, no ecossistema ou nos sistemas agrícolas, são avaliados em US$ 54 bilhões/ano.
O secretário alertou para a necessidade de banir os produtos mais tóxicos, proibidos em outros países, desenvolver tecnologias de aplicação, manejo de paisagem usando a lei florestal, minimizar os efeitos colaterais dos pesticidas na natureza e investir em pesquisas e novas alternativas.
Fenômeno global
A mortandade de abelhas é um problema global. O fenômeno é chamado de Colony Collapse Disorder (CCD – distúrbio do colapso das colônias, em tradução livre). As abelhas que têm contato com os agrotóxicos podem morrer ou ter efeitos subletais, como irritabilidade, confusão, mudanças na atividade motora, dificuldade de comunicação, dentre outros. E a diminuição das colmeias pode levar à redução da polinização, responsável pela reprodução das plantas.
A polinização é essencial para a reprodução e manutenção da diversidade de espécies de plantas, além de prover alimentos para humanos. Cerca de 80% das espécies de plantas que contém flores dependem da polinização animal, sendo as abelhas os principais polinizadores (73%), é o que aponta a publicação do Ministério do Meio Ambiente chamada “Polinizadores e Pesticidas: princípio de manejo para os agroecossistemas brasileiros”, distribuída aos participantes da audiência.
Em função da importância da polinização para a agricultura, o Ministério do Meio Ambiente, em parceria com a organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), promove o projeto internacional “Conservação e Manejo de Polinizadores para Agricultura Sustentável através de uma Abordagem Ecossistêmica”. O objetivo é incentivar a conservação e implementação do uso sustentável dos polinizadores em países em desenvolvimento.
* Publicado originalmente no site Ministério do Meio Ambiente.
Fonte: Ministério do Meio Ambiente
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