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Notícias
08
jul
2013
(SILVICULTURA)
Ideflor doará mudas de espécies florestais e frutíferas
O Instituto de Desenvolvimento Florestal do Estado do Pará (Ideflor) doará mudas de espécies florestais e fruteiras nativas, durante a programação da II Feira da Agricultura Familiar da Amazônia Legal (Agrifal), no Hangar Convenções e Feiras da Amazônia. Além da doação de mudas, os visitantes do estande do Ideflor podem conhecer o trabalho de desenvolvimento florestal que o Instituto realiza no Estado.
A feira é promovida pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater), em parceria com o Ideflor, Programa Pará Rural, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e outras instituições. As mudas doadas foram cultivadas no viveiro ProMudas, um projeto desenvolvido em parceria com a Embrapa Amazônia Oriental. A ação faz parte dos projetos coordenados pelo Ideflor em várias regiões do Pará, com o objetivo de incentivar a produção sustentável e a restauração florestal em propriedades de agricultores familiares, comunidades extrativistas e entre populações tradicionais.
Projetos como Tijolo Verde, Pará Florestal, Renascente e Prosaf fazem parte desse trabalho. “A implementação desses projetos beneficiará 1.893 famílias, e resultará no plantio de 2.975 ha, com implantação de Sistemas Agroflorestais (SAFs) e distribuição de 1,3 milhão mudas para plantio”, informou Kleber Perotes, gerente do Ideflor.
Demanda - A promoção de produtos e serviços florestais e ambientais, sob a perspectiva da sociobiodiversidade, atende à demanda de comunidades tradicionais que utilizam produtos e subprodutos das florestas, visando adquirir conhecimento e tecnologias apropriadas, capazes de agregar valor e incrementar a renda familiar.
As ações desenvolvidas pelo Ideflor incluem a implantação de Sistemas Agroflorestais, promoção de boas práticas da cadeia de valor da castanha do Pará, processo de produção de óleos (andiroba, copaíba, castanha e cupuaçu), suprimento vitamínico (mesocarpo de babaçu), sabonetes e shampoos em processo de certificação ecossocial e orgânica, e a extração de óleos vegetais das espécies murumuru, andiroba, buriti e babaçu, que já beneficiou 192 agricultores familiares e extrativistas de produtos florestais não madeireiros no Estado.
As comunidades tradicionais e de agricultores familiares do entorno das áreas de concessão florestal e de contratos de transição, que dependem da floresta para seu sustento, contam com a parceria do Ideflor. “As comunidades recebem o apoio para a implantação de Planos de Desenvolvimento Local em Áreas sob gestão de PCTAFs (povos, comunidades tradicionais e agricultores familiares), que já beneficiaram cerca de 120 famílias de comunidades extrativistas no município de Portel (no Marajó)”, contou Kleber Perotes.
A feira é promovida pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater), em parceria com o Ideflor, Programa Pará Rural, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e outras instituições. As mudas doadas foram cultivadas no viveiro ProMudas, um projeto desenvolvido em parceria com a Embrapa Amazônia Oriental. A ação faz parte dos projetos coordenados pelo Ideflor em várias regiões do Pará, com o objetivo de incentivar a produção sustentável e a restauração florestal em propriedades de agricultores familiares, comunidades extrativistas e entre populações tradicionais.
Projetos como Tijolo Verde, Pará Florestal, Renascente e Prosaf fazem parte desse trabalho. “A implementação desses projetos beneficiará 1.893 famílias, e resultará no plantio de 2.975 ha, com implantação de Sistemas Agroflorestais (SAFs) e distribuição de 1,3 milhão mudas para plantio”, informou Kleber Perotes, gerente do Ideflor.
Demanda - A promoção de produtos e serviços florestais e ambientais, sob a perspectiva da sociobiodiversidade, atende à demanda de comunidades tradicionais que utilizam produtos e subprodutos das florestas, visando adquirir conhecimento e tecnologias apropriadas, capazes de agregar valor e incrementar a renda familiar.
As ações desenvolvidas pelo Ideflor incluem a implantação de Sistemas Agroflorestais, promoção de boas práticas da cadeia de valor da castanha do Pará, processo de produção de óleos (andiroba, copaíba, castanha e cupuaçu), suprimento vitamínico (mesocarpo de babaçu), sabonetes e shampoos em processo de certificação ecossocial e orgânica, e a extração de óleos vegetais das espécies murumuru, andiroba, buriti e babaçu, que já beneficiou 192 agricultores familiares e extrativistas de produtos florestais não madeireiros no Estado.
As comunidades tradicionais e de agricultores familiares do entorno das áreas de concessão florestal e de contratos de transição, que dependem da floresta para seu sustento, contam com a parceria do Ideflor. “As comunidades recebem o apoio para a implantação de Planos de Desenvolvimento Local em Áreas sob gestão de PCTAFs (povos, comunidades tradicionais e agricultores familiares), que já beneficiaram cerca de 120 famílias de comunidades extrativistas no município de Portel (no Marajó)”, contou Kleber Perotes.
Fonte: Agência Pará de Notícias
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