Voltar
Notícias
05
jul
2013
(PAPEL E CELULOSE)
Poyry vê viabilidade para todos os projetos no país
Uma das mais tradicionais empresas de engenharia, consultoria e gerenciamento de projetos de celulose e papel do mundo, a Pöyry vê espaço para entrada em operação de todas as novas fábricas de celulose anunciadas para o Brasil até o fim da década. Haveria ainda condições de mercado para mais dois empreendimentos entre 2021 e 2025, na avaliação do diretor de negócios da Pöyry Tecnologia, Marcel Moreno. "Hoje tem espaço para todo mundo", afirmou.
Com olhos no longo prazo, mais do que o impacto do volume adicional ofertado nos preços da celulose, os custos em alta é que poderão acender a luz amarela para novos investimentos na região. "Isso poderia tornar novos projetos no país inviáveis e levar os produtores para outros países." Hoje, para produzir uma tonelada da matéria-prima, são necessários investimentos de cerca de US$ 2,4 mil. Em 2000, o desembolso era de US$ 1 mil por tonelada. "Mão de obra, insumos, terras. Tudo tem ficado mais caro no Brasil", explicou.
Neste momento, a Suzano Papel e Celulose se prepara para colocar em operação, em novembro, a fábrica de Imperatriz (MA), com capacidade para 1,5 milhão de toneladas por ano de fibra de eucalipto. Pouco antes, Montes del Plata, joint venture entre Stora Enso e Arauco, terá colocado em operação uma linha de produção no Uruguai, de 1,3 milhão de toneladas anuais. Em 2015, a CMPC Celulose Riograndense dá a partida em seu projeto de expansão, também de 1,3 milhão de toneladas anuais.
Além disso, Klabin, provavelmente Fibria, Lwarcel e a Eldorado Brasil têm planos de novas fábricas. Também a Braxcel, do grupo GMR, poderá chegar a mercado antes de 2020. Para Moreno, o volume adicional deve pressionar os preços entre o fim de 2015 e 2016. Até lá, os valores de referência devem permanecer relativamente estáveis. "Entre 2017 e 2018, haveria janela para novas produções", destacou.
Disponível na íntegra em http://www.valor.com.br/empresas/3181608/poeyry-ve-viabilidade-para-todos-os-projetos-no-pais
Com olhos no longo prazo, mais do que o impacto do volume adicional ofertado nos preços da celulose, os custos em alta é que poderão acender a luz amarela para novos investimentos na região. "Isso poderia tornar novos projetos no país inviáveis e levar os produtores para outros países." Hoje, para produzir uma tonelada da matéria-prima, são necessários investimentos de cerca de US$ 2,4 mil. Em 2000, o desembolso era de US$ 1 mil por tonelada. "Mão de obra, insumos, terras. Tudo tem ficado mais caro no Brasil", explicou.
Neste momento, a Suzano Papel e Celulose se prepara para colocar em operação, em novembro, a fábrica de Imperatriz (MA), com capacidade para 1,5 milhão de toneladas por ano de fibra de eucalipto. Pouco antes, Montes del Plata, joint venture entre Stora Enso e Arauco, terá colocado em operação uma linha de produção no Uruguai, de 1,3 milhão de toneladas anuais. Em 2015, a CMPC Celulose Riograndense dá a partida em seu projeto de expansão, também de 1,3 milhão de toneladas anuais.
Além disso, Klabin, provavelmente Fibria, Lwarcel e a Eldorado Brasil têm planos de novas fábricas. Também a Braxcel, do grupo GMR, poderá chegar a mercado antes de 2020. Para Moreno, o volume adicional deve pressionar os preços entre o fim de 2015 e 2016. Até lá, os valores de referência devem permanecer relativamente estáveis. "Entre 2017 e 2018, haveria janela para novas produções", destacou.
Disponível na íntegra em http://www.valor.com.br/empresas/3181608/poeyry-ve-viabilidade-para-todos-os-projetos-no-pais
Fonte: Reportagem de Stella Fonte
Notícias em destaque
Adição de terra preta no solo eleva diâmetro de árvore em até 88 por cento
Descoberta do mecanismo da terra preta na fertilização das árvores pode ajudar a recuperar áreas degradadas pelo...
(GERAL)
Em fevereiro, Amazônia registrou queda de 42 por cento em áreas desmatadas
Redução representa a preservação de 5 mil campos de futebol em um mês, a menor marca em oito anos, desde...
(DESMATAMENTO)
Drones fazem papel de insetos para garantir futuro de espécies nativas
Uma em cada dez sementes chega a germinar através da recomposição da vegetação com o uso da tecnologia;...
(TECNOLOGIA)
Nova bateria feita com lignina da madeira surge como aposta para reduzir poluição e enfrentar o alto custo das tecnologias atuais
Chamada de “bateria de madeira”, a tecnologia usa lignina, um composto natural presente na madeira, para tentar entregar armazenamento...
(TECNOLOGIA)
Silvicultura moderna conta com equipamentos de última geração
A evolução das máquinas florestais modernas está transformando completamente a indústria da silvicultura em...
(SILVICULTURA)
Novo prédio dos Bombeiros no Paraná será construído com sistema que pode reduzir em até 50 por cento o tempo da obra
O 5° Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) de Maringá, no Noroeste do Estado, vai passar por reforma e...
(CONSTRUÇÃO CIVIL)













