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Notícias
02
jul
2013
(TECNOLOGIA)
Embrapa do Paraná quer formar redes de pesquisa e de transferência de tecnologia florestal
O pesquisador e biólogo Edson Tadeu Iede assumiu o cargo de chefe-geral da Embrapa Florestas do Paraná depois de uma seleção divulgada na segunda-feira passada (24). Ele atua na Embrapa desde 1979 e nos últimos cinco anos ocupou o cargo de chefe adjunto de transferência de tecnologia da unidade.
“A função de chefe-geral da Embrapa Florestas nos induz à condução dos destinos da instituição de uma forma a atender às expectativas e demandas de PD&I do Setor Florestal Brasileiro, fornecendo subsídios ao crescimento desse setor de forma sustentável”, afirmou o novo executivo, que atuará no cargo por, pelo menos, três anos.
O novo executivo contou que a mudança de chefia não implica em mudanças para a Embrapa, já que ela possui um planejamento estratégico, tático e operacional. Por isso, os investimentos, por exemplo, que são do Tesouro Nacional, não devem ser alterados nos orçamentos iniciais previstos pela União.
No entanto, Iede afirmou que pretende dar continuidade e incrementar as ações de parcerias, tanto pública quanto privada e formar redes de pesquisa e de transferência de tecnologia florestal. “A fim de dar sinergia às ações de PD&I, com foco na solução tecnológica dos problemas demandados pelo setor florestal, tanto na questão de produção como de conservação e preservação ambiental”, finalizou.
“A função de chefe-geral da Embrapa Florestas nos induz à condução dos destinos da instituição de uma forma a atender às expectativas e demandas de PD&I do Setor Florestal Brasileiro, fornecendo subsídios ao crescimento desse setor de forma sustentável”, afirmou o novo executivo, que atuará no cargo por, pelo menos, três anos.
O novo executivo contou que a mudança de chefia não implica em mudanças para a Embrapa, já que ela possui um planejamento estratégico, tático e operacional. Por isso, os investimentos, por exemplo, que são do Tesouro Nacional, não devem ser alterados nos orçamentos iniciais previstos pela União.
No entanto, Iede afirmou que pretende dar continuidade e incrementar as ações de parcerias, tanto pública quanto privada e formar redes de pesquisa e de transferência de tecnologia florestal. “A fim de dar sinergia às ações de PD&I, com foco na solução tecnológica dos problemas demandados pelo setor florestal, tanto na questão de produção como de conservação e preservação ambiental”, finalizou.
Fonte: CeluloseOnline
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