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Notícias
02
jul
2013
(PAPEL E CELULOSE)
Celulose será o principal produto de exportação de industrializados no MS
As vendas de celulose e papel de Mato Grosso do Sul para o exterior devem liderar as exportações de industrializados do Estado. Esta previsão é válida para os próximos cinco anos devido à expansão das plantas das duas principais indústrias do segmento instaladas em Três Lagoas (Fibria e Eldorado).
A projeção é do presidente do Sindicato das Indústrias de Papel e Celulose de Mato Grosso do Sul (Sinpacems), Francisco Fernandes Campos Valério, avaliando o aumento de 100,2% nas exportações do grupo nos primeiros 5 meses deste ano, ante o mesmo período do ano passado.
De janeiro a maio deste ano, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems - com base nos dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) -, o grupo “Celulose e Papel” obteve receita de US$ 402,7 milhões, contra US$ 201,1 milhões no mesmo período do ano passado.
A expansão ainda é decorrente do início da atividade da nova planta de celulose em Mato Grosso do Sul - a Eldorado Brasil - que dobrou a capacidade nominal de produção do Estado, permitindo que novos clientes fossem atendidos e, principalmente, que os tradicionais compradores da celulose sul-mato-grossense pudessem ampliar os volumes de suas aquisições.
Hoje, são 17 novos destinos para os produtos do grupo, proporcionando uma receita adicional equivalente a US$ 17,1 milhões. Na nova realidade, países como a China, Holanda, Itália e Coréia do Sul aumentaram suas compras em US$ 105, US$ 42,4, US$ 42,2 e US$ 13,7 milhões, respectivamente.
De acordo com Francisco Valério, a demanda mundial por celulose permite um novo projeto de 1,5 milhão de toneladas a cada 18 meses. “Nesse cenário, as perspectivas do setor de celulose e papel no Estado são de contínuo crescimento. Hoje, existem planos de expansão da Fibria e da Eldorado, na área de celulose, e também da IP (Internacional Paper), na área de papel, para os próximos 5 anos, dependendo sempre das condições de mercado, da conjuntura econômica nacional e internacional”, pontuou o presidente do Sinpacems.
Ele acrescenta, ainda, que o Mato Grosso do Sul possui enormes impulsionadores de crescimento, mas o segmento de celulose e papel caminha para se tornar o produto mais importante na pauta de exportações de industrializados do Estado, que hoje é ocupado pelo “Complexo Carne”.
“Devemos chegar a esse patamar principalmente quanto às receitas de exportação, já que os produtos fabricados pelo grupo, preponderantemente, são comercializados no mercado internacional”, ressaltou Francisco Valério. No entanto, ele destaca que, para atrair mais projetos na área de celulose e papel, o Estado precisará solucionar alguns gargalos que não são exclusividade do Mato Grosso do Sul, como por exemplo, a melhoria de todo o sistema logístico, a busca de formação de profissionais para atuar nas indústrias, a aceleração dos processos burocráticos de licenciamento ambiental e a redução da carga tributária (ICMS nas exportações).
A projeção é do presidente do Sindicato das Indústrias de Papel e Celulose de Mato Grosso do Sul (Sinpacems), Francisco Fernandes Campos Valério, avaliando o aumento de 100,2% nas exportações do grupo nos primeiros 5 meses deste ano, ante o mesmo período do ano passado.
De janeiro a maio deste ano, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems - com base nos dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) -, o grupo “Celulose e Papel” obteve receita de US$ 402,7 milhões, contra US$ 201,1 milhões no mesmo período do ano passado.
A expansão ainda é decorrente do início da atividade da nova planta de celulose em Mato Grosso do Sul - a Eldorado Brasil - que dobrou a capacidade nominal de produção do Estado, permitindo que novos clientes fossem atendidos e, principalmente, que os tradicionais compradores da celulose sul-mato-grossense pudessem ampliar os volumes de suas aquisições.
Hoje, são 17 novos destinos para os produtos do grupo, proporcionando uma receita adicional equivalente a US$ 17,1 milhões. Na nova realidade, países como a China, Holanda, Itália e Coréia do Sul aumentaram suas compras em US$ 105, US$ 42,4, US$ 42,2 e US$ 13,7 milhões, respectivamente.
De acordo com Francisco Valério, a demanda mundial por celulose permite um novo projeto de 1,5 milhão de toneladas a cada 18 meses. “Nesse cenário, as perspectivas do setor de celulose e papel no Estado são de contínuo crescimento. Hoje, existem planos de expansão da Fibria e da Eldorado, na área de celulose, e também da IP (Internacional Paper), na área de papel, para os próximos 5 anos, dependendo sempre das condições de mercado, da conjuntura econômica nacional e internacional”, pontuou o presidente do Sinpacems.
Ele acrescenta, ainda, que o Mato Grosso do Sul possui enormes impulsionadores de crescimento, mas o segmento de celulose e papel caminha para se tornar o produto mais importante na pauta de exportações de industrializados do Estado, que hoje é ocupado pelo “Complexo Carne”.
“Devemos chegar a esse patamar principalmente quanto às receitas de exportação, já que os produtos fabricados pelo grupo, preponderantemente, são comercializados no mercado internacional”, ressaltou Francisco Valério. No entanto, ele destaca que, para atrair mais projetos na área de celulose e papel, o Estado precisará solucionar alguns gargalos que não são exclusividade do Mato Grosso do Sul, como por exemplo, a melhoria de todo o sistema logístico, a busca de formação de profissionais para atuar nas indústrias, a aceleração dos processos burocráticos de licenciamento ambiental e a redução da carga tributária (ICMS nas exportações).
Fonte: Mídia MS, editado por Painel Florestal
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