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Notícias
01
jul
2013
(MADEIRA E PRODUTOS)
Programa de plantio de eucaliptos deve beneficiar mais de mil famílias em Santa Catarina
Programa de cooperação de plantio de eucaliptos pretende beneficiar mais de mil famílias em 28 munícipios de Santa Catarina, oferecendo uma alternativa de renda e incentivando o uso de áreas de aptidão para cultivos agrícolas anuais. O programa é apoiado pela Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetaesc), Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) e Klabin. Segundo a Apremavi, o programa é uma quebra de tabu na área florestal com a união dos setores em prol da agricultura.
Está previsto a utilização máxima de 35% da área da propriedade rural, contemplando a viabilidade técnica, a rentabilidade econômica e o equilíbrio ambiental. O financiamento e o fomento de adubos e mudas serão feito pela Klabin. A Epagri dará assistência técnica e vai preparar o plantio, a Fetaesc fará divulgação junto aos agricultores e a Apremavi fará a orientação ambiental.
José Artemio Tottia, diretor corporativo florestal da Klabin, conta que a empresa investirá R$ 4 mil em financiamento para cada agricultor e no sétimo ano ele – o agricultor - pagará com parte da madeira produzida na área plantada. A produção média esperada é de 350 toneladas e o agricultor pagará 86 toneladas de madeira para ressarcir o financiamento recebido.
Está previsto a utilização máxima de 35% da área da propriedade rural, contemplando a viabilidade técnica, a rentabilidade econômica e o equilíbrio ambiental. O financiamento e o fomento de adubos e mudas serão feito pela Klabin. A Epagri dará assistência técnica e vai preparar o plantio, a Fetaesc fará divulgação junto aos agricultores e a Apremavi fará a orientação ambiental.
José Artemio Tottia, diretor corporativo florestal da Klabin, conta que a empresa investirá R$ 4 mil em financiamento para cada agricultor e no sétimo ano ele – o agricultor - pagará com parte da madeira produzida na área plantada. A produção média esperada é de 350 toneladas e o agricultor pagará 86 toneladas de madeira para ressarcir o financiamento recebido.
Fonte: Celulose Online
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