Voltar
Notícias
28
jun
2013
()
Florestas do Futuro chega a 28ª edição
Orientados pelo professor Fernando Seixas, do LCF, os graduandos Luiz Fernando Pereira Bispo e Fabiana Bastos, responsáveis pelo projeto, viabilizam para crianças de 2 a 7 anos muito mais do que educação ambiental.
Na busca por experiências em relação à prática humana e a educação ambiental, os integrantes do GFMO optaram por uma ação que também contribuíra para o aprendizado e bem estar de outras pessoas. Para tanto, o grupo decidiu trazer crianças, junto a suas instituições, para visitar o campus e participar de atividades que proporcionam vivência e conhecimentos básicos sobre preservação e conservação da natureza.
Para alcançar com êxito todos os objetivos, as atividades deste trabalho acalentam conceitos práticos e teóricos sobre a capacidade humana de aprendizagem, quando criança, coordenação motora na infância e interação social. Em contrapartida, o cenário abstrato proposto é a natureza, e por meio das oficinas e brincadeiras, a educação ambiental é discutida e disseminada entre os praticantes. Desta forma são transmitidos conhecimentos básicos de preservação e conservação do meio ambiente e natureza, estimulando a convivência e o respeito entre as pessoas juntamente com despertar do interesse em crianças quanto às florestas e sua importância.
Foram realizadas 28 edições do projeto ao longo dos últimos seis anos que contaram com a participação em média, de 8 a 10 voluntários do GFMO. Com um mês de antecedência, as atividades com cada instituição comaçam a ser preparadas. O grupo define quais brincadeiras, oficinas e os materiais que serão utilizados para a realização do projeto. As aquisições são financiadas pelo Instituto de Pesquisa e Estudos Florestais (IPEF).
Apesar do grande trabalho realizado, dia 22/06, na última atividade do projeto no semestre, Luiz Fernando Pereira Bispo realizou as atividades com o instituto RUMO. O graduando que foi contemplado pelo convênio internacional “Ciências Sem Fronteiras” irá completar sua graduação em Sidney, na Austrália. No entanto, afirma que levará consigo lembranças e experiências graças ao projeto. “Tive um estado de espírito aperfeiçoado para lidar com as crianças. Sem dúvida, isso irá colaborar para o pensamento crítico delas no futuro em relação à educação ambiental. Espero que o projeto se desenvolva a cada ano, e que possa atrair mais voluntários a cada edição”, conta Bispo.
Público alvo
O projeto recebe crianças com idades específicas por conta de conceitos de socialização e da própria dificuldade que as crianças, de 2 a 7 anos, têm de se imaginar em ambientes abstratos. Segundo o cientista da natureza, Jean Piage, base teórica do projeto, nesta fase, a criança tende a ser egocêntrica, e centrada em si mesma. Este estágio da infância é denominado por ele como pré-operatório também chamado de estágio da inteligência simbólica. Crianças nesta idade interiorizam os esquemas de ação construídos no estágio anterior, que é totalmente sensorial e motor.
Na busca por experiências em relação à prática humana e a educação ambiental, os integrantes do GFMO optaram por uma ação que também contribuíra para o aprendizado e bem estar de outras pessoas. Para tanto, o grupo decidiu trazer crianças, junto a suas instituições, para visitar o campus e participar de atividades que proporcionam vivência e conhecimentos básicos sobre preservação e conservação da natureza.
Para alcançar com êxito todos os objetivos, as atividades deste trabalho acalentam conceitos práticos e teóricos sobre a capacidade humana de aprendizagem, quando criança, coordenação motora na infância e interação social. Em contrapartida, o cenário abstrato proposto é a natureza, e por meio das oficinas e brincadeiras, a educação ambiental é discutida e disseminada entre os praticantes. Desta forma são transmitidos conhecimentos básicos de preservação e conservação do meio ambiente e natureza, estimulando a convivência e o respeito entre as pessoas juntamente com despertar do interesse em crianças quanto às florestas e sua importância.
Foram realizadas 28 edições do projeto ao longo dos últimos seis anos que contaram com a participação em média, de 8 a 10 voluntários do GFMO. Com um mês de antecedência, as atividades com cada instituição comaçam a ser preparadas. O grupo define quais brincadeiras, oficinas e os materiais que serão utilizados para a realização do projeto. As aquisições são financiadas pelo Instituto de Pesquisa e Estudos Florestais (IPEF).
Apesar do grande trabalho realizado, dia 22/06, na última atividade do projeto no semestre, Luiz Fernando Pereira Bispo realizou as atividades com o instituto RUMO. O graduando que foi contemplado pelo convênio internacional “Ciências Sem Fronteiras” irá completar sua graduação em Sidney, na Austrália. No entanto, afirma que levará consigo lembranças e experiências graças ao projeto. “Tive um estado de espírito aperfeiçoado para lidar com as crianças. Sem dúvida, isso irá colaborar para o pensamento crítico delas no futuro em relação à educação ambiental. Espero que o projeto se desenvolva a cada ano, e que possa atrair mais voluntários a cada edição”, conta Bispo.
Público alvo
O projeto recebe crianças com idades específicas por conta de conceitos de socialização e da própria dificuldade que as crianças, de 2 a 7 anos, têm de se imaginar em ambientes abstratos. Segundo o cientista da natureza, Jean Piage, base teórica do projeto, nesta fase, a criança tende a ser egocêntrica, e centrada em si mesma. Este estágio da infância é denominado por ele como pré-operatório também chamado de estágio da inteligência simbólica. Crianças nesta idade interiorizam os esquemas de ação construídos no estágio anterior, que é totalmente sensorial e motor.
Fonte: Assessoria de Comunicação USP ESALQ
Notícias em destaque
Suzano abre 45 vagas de trainee para Operador(a) de Máquina Florestal em Três Lagoas (MS)
Inscrições para a 2ª edição da ação “Você na Suzano” serão realizadas no...
(GERAL)
Exportações de madeira caem 8 por cento no primeiro semestre
Apesar da tímida reação em junho, o acumulado do ano está abaixo do mesmo período do ano passado. Tarifas,...
(MERCADO)
Exportações brasileiras de produtos à base de madeira (exceto celulose e papel) registraram queda de 3,5 por cento em valor em relação a maio de 2025
Em maio de 2026, as exportações brasileiras de produtos à base de madeira (exceto celulose e papel) registraram queda de 3,5%...
(EXPORTAÇÃO)
Como escolher máquinas florestais certas
Escolher um harvester, forwarder, skidder ou feller buncher sem relacionar a máquina ao tipo de operação costuma sair caro....
(GERAL)
4o Prêmio APRE Florestas de Jornalismo 2026 destaca os 120 anos do pinus no Brasil e valoriza reportagens sobre florestas plantadas
A Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE Florestas) lança oficialmente o 4º Prêmio APRE...
(EVENTOS)
Como analisar preço da madeira na prática
Uma mesma tora pode parecer cara em uma negociação e competitiva em outra. No mercado florestal, isso acontece porque o preço...
(MADEIRA E PRODUTOS)














