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Notícias
27
jun
2013
(SETOR FLORESTAL)
Especialista aponta desafios para valorizar a floresta em pé
“O grande desafio é a gente mudar essa trajetória. Trazer incentivos para a conservação e reduzir a pobreza”, disse Virgílio Viana, diretor científico da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), especialista em Amazônia, mudanças climáticas, manejo florestal e agroflorestal, conservação ambiental, certificação e desenvolvimento sustentável.
Sendo um dos presidentes do comitê da Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (UNSDSN), Virgílio aponta que o comitê está elaborando um documento e visando a mudança atual das florestas (conhecido como “business as usual” ou negócios como de costume), que resultam em pobreza e desmatamento.
“O caminho, então, talvez seja substituir os negócios como de costume para a gestão e valorização econômica das florestas nativas”.
Como valorizar a floresta
As florestas são desmatadas por vários motivos, dentre eles, para serem substituídas por outras culturas agrícolas e de criação de gado, outros empreendimentos, como exploração de minerais e petróleo e incêndios florestais.
Virgílio aponta que a floresta pode ser valorizada de duas formas. Uma é por meio dos produtos que a floresta oferece, como castanha, borracha (látex), madeira, peixes. A outra forma é por meio dos serviços ambientais, como por exemplo, o estoque de carbono, biodiversidade, água, e assim por diante. O pagamento de serviços ambientais é uma alternativa que pode prover valor econômico às florestas. Virgílio aponta meios para que isso aconteça.
Um deles é o REDD+ (Redução das Emissões Desmatamento e Degradação Florestal + conservação, manejo e aumento dos estoques de carbono), que é um mecanismo criado pela Convenção do Clima da Organização das Nações Unidas (UFCCC). “(REDD+) é uma das grandes esperanças da valorização dos serviços ambientais em escala internacional e se discute isso também em escala nacional. A gente tem várias iniciativas em vários estados e no governo federal também, caminhando muito mais lentamente do que a gente gostaria”, disse o diretor. Além disso, o Brasil possui programas de pagamento de serviços ambientais.
Porém Virgílio alerta que o país possui uma tendência de administrar a questão do desmatamento como uma questão legal. “O enfrentamento do desmatamento é muito mais, a meu ver, uma questão econômica, do que uma questão de natureza legal e esse é um dos problemas da história da administração pública no Brasil e na América do Sul, que é muito baseada no legalismo, isto é, proibir e publicar um decreto”, explica.
Sendo um dos presidentes do comitê da Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (UNSDSN), Virgílio aponta que o comitê está elaborando um documento e visando a mudança atual das florestas (conhecido como “business as usual” ou negócios como de costume), que resultam em pobreza e desmatamento.
“O caminho, então, talvez seja substituir os negócios como de costume para a gestão e valorização econômica das florestas nativas”.
Como valorizar a floresta
As florestas são desmatadas por vários motivos, dentre eles, para serem substituídas por outras culturas agrícolas e de criação de gado, outros empreendimentos, como exploração de minerais e petróleo e incêndios florestais.
Virgílio aponta que a floresta pode ser valorizada de duas formas. Uma é por meio dos produtos que a floresta oferece, como castanha, borracha (látex), madeira, peixes. A outra forma é por meio dos serviços ambientais, como por exemplo, o estoque de carbono, biodiversidade, água, e assim por diante. O pagamento de serviços ambientais é uma alternativa que pode prover valor econômico às florestas. Virgílio aponta meios para que isso aconteça.
Um deles é o REDD+ (Redução das Emissões Desmatamento e Degradação Florestal + conservação, manejo e aumento dos estoques de carbono), que é um mecanismo criado pela Convenção do Clima da Organização das Nações Unidas (UFCCC). “(REDD+) é uma das grandes esperanças da valorização dos serviços ambientais em escala internacional e se discute isso também em escala nacional. A gente tem várias iniciativas em vários estados e no governo federal também, caminhando muito mais lentamente do que a gente gostaria”, disse o diretor. Além disso, o Brasil possui programas de pagamento de serviços ambientais.
Porém Virgílio alerta que o país possui uma tendência de administrar a questão do desmatamento como uma questão legal. “O enfrentamento do desmatamento é muito mais, a meu ver, uma questão econômica, do que uma questão de natureza legal e esse é um dos problemas da história da administração pública no Brasil e na América do Sul, que é muito baseada no legalismo, isto é, proibir e publicar um decreto”, explica.
Fonte: Epoch Times
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