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Notícias
19
jun
2013
(SETOR FLORESTAL)
Publicação traz diagnóstico florestal no Amazonas
O evento de lançamento da publicação produzida pelo Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (Idesam) contou com palestras e mesas de debates para discutir os resultados do diagnóstico e abordar questões ligadas ao meio florestal
Nesta segunda-feira (17) aconteceu no Auditório da Ciência do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), o lançamento da publicação “Diagnóstico Florestal do Estado do Amazonas”, produzida pelo Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (Idesam). A obra, que conta com a colaboração de diversos autores, tem a intenção de promover uma visão estratégica do manejo florestal no Amazonas, contribuindo para melhorar o licenciamento e propor uma metodologia para monitorar a atividade florestal no estado.
“Esse trabalho é um balanço de estudos e políticas de governo relacionados à questão florestal e isso é importantíssimo. Os estudos servirão de apoio e abrirão discussões a várias questões ligadas à indústria madeireira, unidades de conservação e ao manejo florestal”, afirma o coordenador de Extensão (COEX) do Inpa, Carlos Bueno, que também atua como vice-presidente do conselho diretor do Idesam.
O coautor do livro, André Vianna, que foi estudante de mestrado do Programa de Pós-Graduação de Ciências Florestais Tropicais (PPG CFT) do Inpa de 2009 a 2011, afirma que a publicação pode dar direcionamentos para algumas medidas que podem ser realizadas visando melhoria da questão florestal.
“A publicação já traz especificações de alguns pontos críticos de cada tema e já contribui com direcionamentos, como por exemplo, a metodologia de sensoriamento remoto, o Simex (Sistema de Monitoramento da Exploração Madeireira), que avalia se houve exploração florestal ou não. Com isso você pode reduzir tempo e custo dos órgãos licenciadores, em vez de mandar técnicos para fazer avaliação em campo”, explica Vianna, que atualmente é coordenador do Programa de Manejo Florestal do Idesam.
O livro também conta com os coautores: Carlos Gabriel Koury, André Nóbrega de Arruda, Daniel Ferreira, Heberton Barros e Octávio Nogueira. Os estudos foram realizados pelo Idesam, com o apoio da Gordon and Betty Moore Foundation, em parceria com Imazon, Instituto Centro de Vida (ICV) e o Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas (Ipaam).
Dividida pelos capítulos: Marco regulatório, atores e competências da temática florestal no Amazonas; Supressão vegetal; Manejo florestal; Monitoramento por sensoriamento remoto; Movimentação de madeira no Amazonas; e Complementos; a obra foi distribuída ao final do evento e em breve estará disponível no site do Idesam.
Nesta segunda-feira (17) aconteceu no Auditório da Ciência do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), o lançamento da publicação “Diagnóstico Florestal do Estado do Amazonas”, produzida pelo Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (Idesam). A obra, que conta com a colaboração de diversos autores, tem a intenção de promover uma visão estratégica do manejo florestal no Amazonas, contribuindo para melhorar o licenciamento e propor uma metodologia para monitorar a atividade florestal no estado.
“Esse trabalho é um balanço de estudos e políticas de governo relacionados à questão florestal e isso é importantíssimo. Os estudos servirão de apoio e abrirão discussões a várias questões ligadas à indústria madeireira, unidades de conservação e ao manejo florestal”, afirma o coordenador de Extensão (COEX) do Inpa, Carlos Bueno, que também atua como vice-presidente do conselho diretor do Idesam.
O coautor do livro, André Vianna, que foi estudante de mestrado do Programa de Pós-Graduação de Ciências Florestais Tropicais (PPG CFT) do Inpa de 2009 a 2011, afirma que a publicação pode dar direcionamentos para algumas medidas que podem ser realizadas visando melhoria da questão florestal.
“A publicação já traz especificações de alguns pontos críticos de cada tema e já contribui com direcionamentos, como por exemplo, a metodologia de sensoriamento remoto, o Simex (Sistema de Monitoramento da Exploração Madeireira), que avalia se houve exploração florestal ou não. Com isso você pode reduzir tempo e custo dos órgãos licenciadores, em vez de mandar técnicos para fazer avaliação em campo”, explica Vianna, que atualmente é coordenador do Programa de Manejo Florestal do Idesam.
O livro também conta com os coautores: Carlos Gabriel Koury, André Nóbrega de Arruda, Daniel Ferreira, Heberton Barros e Octávio Nogueira. Os estudos foram realizados pelo Idesam, com o apoio da Gordon and Betty Moore Foundation, em parceria com Imazon, Instituto Centro de Vida (ICV) e o Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas (Ipaam).
Dividida pelos capítulos: Marco regulatório, atores e competências da temática florestal no Amazonas; Supressão vegetal; Manejo florestal; Monitoramento por sensoriamento remoto; Movimentação de madeira no Amazonas; e Complementos; a obra foi distribuída ao final do evento e em breve estará disponível no site do Idesam.
Fonte: Por: Raiza Lucena - Fonte: INPA
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