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Notícias
19
jun
2013
(SETOR FLORESTAL)
Sefaz vai reativar Comitê Técnico do setor de base florestal
Facilitar o transporte e a comercialização da madeira extraída em Mato Grosso e torná-la mais competitiva em relação às outras unidades federativas. Esta foi a pauta de reivindicações apresentadas pelo setor de base florestal ao secretário de Estado de Fazenda, Marcel Souza de Cursi, em reunião orquestrada pelo deputado Dilmar Dal’Bosco (DEM).
O presidente eleito do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte de Mato Grosso (Sindusmad), Gleisson Tagliari, cobrou mudanças referentes ao Conhecimento de Transporte Eletrônico (CTe) e a obrigatoriedade de seguros para cargas em Mato Grosso. “Não temos no Estado nenhuma seguradora permanente para o tráfego de madeira. Eles asseguram apenas o produto e isso deve ser renovado a cada viagem, tornando o pagamento inviável”, cobrou Tagliari.
Atendendo apelo dos extrativistas, o secretário Marcel de Cursi aceitou reativar o Comitê Técnico Misto que será composto por membros do setor produtivo e das secretarias de Estado de Fazenda e de Meio Ambiente. Uma das primeiras metas do grupo será defender a equiparação nacional do preço da pauta da madeira junto ao Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).
O deputado estadual Dilmar Dal’Bosco defendeu a volta dos incentivos fiscais para o setor de base extrativista. Ele afirmou que nos últimos anos os madeireiros foram perseguidos e marginalizados, mas que ainda são fortes, e em alguns municípios do Estado como Colniza, Aripuanã e Cotriguaçu são responsáveis por 80% da atividade econômica, gerando emprego e renda.
“Em 2012 a atividade madeireira contribuiu com R$ 72 milhões em impostos para a economia do Estado, de forma sustentável, conciliando o extrativismo com a preservação da floresta. Por isso penso ser indispensável à concessão de incentivos para esse setor, que ainda gera muitos empregos, de forma direta e indireta nas regiões norte e noroeste de Mato Grosso”, defendeu.
CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO
Um dos problemas mais evidenciados pelo setor, de acordo com diretor executivo do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira no Estado de Mato Grosso (Capem) Álvaro Leite, é quanto à escrituração fiscal para contribuintes que emitem o CTe em substituição ao CTA referente a prestações de serviços de transportes de remessas de mercadorias em operações internas, interestaduais ou de exportação efetuadas por transportador autônomo ou de empresa transportadora de outro Estado.
“Atualmente a CTe obriga às empresas a escriturarem em sua contabilidade um faturamento que não é seu, prejudicando assim seu limite do Super Simples, podendo até ser excluída do regime, além de correr o risco de futuramente receber cobranças retroativas de impostos”, explicou.
O presidente eleito do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte de Mato Grosso (Sindusmad), Gleisson Tagliari, cobrou mudanças referentes ao Conhecimento de Transporte Eletrônico (CTe) e a obrigatoriedade de seguros para cargas em Mato Grosso. “Não temos no Estado nenhuma seguradora permanente para o tráfego de madeira. Eles asseguram apenas o produto e isso deve ser renovado a cada viagem, tornando o pagamento inviável”, cobrou Tagliari.
Atendendo apelo dos extrativistas, o secretário Marcel de Cursi aceitou reativar o Comitê Técnico Misto que será composto por membros do setor produtivo e das secretarias de Estado de Fazenda e de Meio Ambiente. Uma das primeiras metas do grupo será defender a equiparação nacional do preço da pauta da madeira junto ao Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).
O deputado estadual Dilmar Dal’Bosco defendeu a volta dos incentivos fiscais para o setor de base extrativista. Ele afirmou que nos últimos anos os madeireiros foram perseguidos e marginalizados, mas que ainda são fortes, e em alguns municípios do Estado como Colniza, Aripuanã e Cotriguaçu são responsáveis por 80% da atividade econômica, gerando emprego e renda.
“Em 2012 a atividade madeireira contribuiu com R$ 72 milhões em impostos para a economia do Estado, de forma sustentável, conciliando o extrativismo com a preservação da floresta. Por isso penso ser indispensável à concessão de incentivos para esse setor, que ainda gera muitos empregos, de forma direta e indireta nas regiões norte e noroeste de Mato Grosso”, defendeu.
CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO
Um dos problemas mais evidenciados pelo setor, de acordo com diretor executivo do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira no Estado de Mato Grosso (Capem) Álvaro Leite, é quanto à escrituração fiscal para contribuintes que emitem o CTe em substituição ao CTA referente a prestações de serviços de transportes de remessas de mercadorias em operações internas, interestaduais ou de exportação efetuadas por transportador autônomo ou de empresa transportadora de outro Estado.
“Atualmente a CTe obriga às empresas a escriturarem em sua contabilidade um faturamento que não é seu, prejudicando assim seu limite do Super Simples, podendo até ser excluída do regime, além de correr o risco de futuramente receber cobranças retroativas de impostos”, explicou.
Fonte: Sefaz-MT
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