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Notícias
19
jun
2013
(MÓVEIS)
Fortalecendo a indústria moveleira
Segundo Sindicato da Indústria do Mobiliário e Marcenaria do Estado do Paraná (SiMov), atualmente existem 2.500 indústrias em atividade no Paraná
Na semana que Pato Branco e Francisco Beltrão receberam os simpósios do 4º Congresso Moveleiro do Paraná, elaborado pelo setor da indústria moveleira da Fiep, números da região foram apresentados.
Segundo dados do Sindicato da Indústria do Mobiliário e Marcenaria do Estado do Paraná (SiMov), atualmente são 2.500 indústrias em atividade. No Sudoeste a atuação não chega a atingir todos os coletados em 2011 pelo sindicato Dois Vizinhos possuía no ano da pesquisa 11 empresas, já Ampére terceira cidade com maior número de indústrias desse ramo, tinha 19, enquanto, Pato Branco sediava 31 e Francisco Beltrão 35 indústrias.
Já os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de 2013, revela que a média salarial paga pela indústria na região é de R$ 920. No entanto, ao se comparar com as referencias de pagamento de 2012, quando os 2.486 empregados representaram uma folha salarial superior a R$ 25 mi, é possível observar que em alguns municípios a média salarial é pouco superior a R$ 500.
Em se tratando de média regional, o diretor do departamento comercial do SiMov, Emerson Langner, destacou que está é uma constante no Estado, quanto a números inferiores a R$ 920, ele atribuiu ao potencial de crescimento do municípios e das próprias indústrias.
Potencial de crescimento que vem sendo bastante discutido, principalmente em virtude da conferencia do setor a ser realizada em setembro, e que segundo o presidente do SiMov, Luiz Fernando Tedeschi movem a entidade a uma interiorização. “Não podemos ficar mais somente em Curitiba, esperando que as coisas aconteçam, nosso objetivo é interiorizar as ações do sindicato”.
Ao se referir aos problemas enfrentados pela indústria, Tedeschi afirmou que, “estamos passando por um momento delicado desde a crise Americana, posteriormente com o crescimento imobiliário no Brasil e hoje estamos vivendo uma situação quase que de pleno emprego. O que estamos enfrentando de dificuldade hoje é as indústrias estão tendo dificuldades de mão de obra para trabalhar”.
Quanto os novos rumos da indústria, o presidente falou. “Nosso objetivo é mostrar para o empresário que essa situação tem que ser mudada, porque depender de mão de obra é cada vez mais impossível. Os rumos do setor são a automatização, com adaptação ao máximo possível para que nossa indústria seja mais competitiva”.
Tedeschi não se omitiu ao criar metas para o setor. “Temos que gerar competitividade, tentar ao máximo possível eliminar a mão de obra, aumentando a automação, para que a empresa se torne competitiva, só assim para sobreviver no atual cenário. Claro que vamos depender de algumas ações políticas, principalmente no que se refere a economia e infraestrutura, mas devemos estar atentos as necessidades que nos estão sendo apresentadas”.
Na semana que Pato Branco e Francisco Beltrão receberam os simpósios do 4º Congresso Moveleiro do Paraná, elaborado pelo setor da indústria moveleira da Fiep, números da região foram apresentados.
Segundo dados do Sindicato da Indústria do Mobiliário e Marcenaria do Estado do Paraná (SiMov), atualmente são 2.500 indústrias em atividade. No Sudoeste a atuação não chega a atingir todos os coletados em 2011 pelo sindicato Dois Vizinhos possuía no ano da pesquisa 11 empresas, já Ampére terceira cidade com maior número de indústrias desse ramo, tinha 19, enquanto, Pato Branco sediava 31 e Francisco Beltrão 35 indústrias.
Já os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de 2013, revela que a média salarial paga pela indústria na região é de R$ 920. No entanto, ao se comparar com as referencias de pagamento de 2012, quando os 2.486 empregados representaram uma folha salarial superior a R$ 25 mi, é possível observar que em alguns municípios a média salarial é pouco superior a R$ 500.
Em se tratando de média regional, o diretor do departamento comercial do SiMov, Emerson Langner, destacou que está é uma constante no Estado, quanto a números inferiores a R$ 920, ele atribuiu ao potencial de crescimento do municípios e das próprias indústrias.
Potencial de crescimento que vem sendo bastante discutido, principalmente em virtude da conferencia do setor a ser realizada em setembro, e que segundo o presidente do SiMov, Luiz Fernando Tedeschi movem a entidade a uma interiorização. “Não podemos ficar mais somente em Curitiba, esperando que as coisas aconteçam, nosso objetivo é interiorizar as ações do sindicato”.
Ao se referir aos problemas enfrentados pela indústria, Tedeschi afirmou que, “estamos passando por um momento delicado desde a crise Americana, posteriormente com o crescimento imobiliário no Brasil e hoje estamos vivendo uma situação quase que de pleno emprego. O que estamos enfrentando de dificuldade hoje é as indústrias estão tendo dificuldades de mão de obra para trabalhar”.
Quanto os novos rumos da indústria, o presidente falou. “Nosso objetivo é mostrar para o empresário que essa situação tem que ser mudada, porque depender de mão de obra é cada vez mais impossível. Os rumos do setor são a automatização, com adaptação ao máximo possível para que nossa indústria seja mais competitiva”.
Tedeschi não se omitiu ao criar metas para o setor. “Temos que gerar competitividade, tentar ao máximo possível eliminar a mão de obra, aumentando a automação, para que a empresa se torne competitiva, só assim para sobreviver no atual cenário. Claro que vamos depender de algumas ações políticas, principalmente no que se refere a economia e infraestrutura, mas devemos estar atentos as necessidades que nos estão sendo apresentadas”.
Fonte: Diário do Sudoeste
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