Voltar
Notícias
19
jun
2013
(DESMATAMENTO)
MT concentra 61% dos desmates na Amazônia em maio, aponta Imazon
A Amazônia Legal brasileira perdeu 84 quilômetros quadrados em maio em função dos desmatamentos, número 97% acima do igual maio de 2012, quando foram 42,5 quilômetros quadrados. Mato Grosso concentrou a maior parcela das ações criminosas, respondendo por 61% das ocorrências do período, seguido pelo Pará (29%), Rondônia (7%), Amazonas (2%) e Acre (1%). Os números compõem o boletim mensal divulgado pelo Imazon, nesta segunda (17).
Saiba mais Cidade de MT sai da lista dos maiores desmatadores da Amazônia Desmatamento em MT reduziu 93% e produção agropecuária aumentou Menos de 20% dos assentamentos de MT têm cadastro ambiental rural A estatística do desmatamento mostra que a unidade mato-grossense registrou desmate de 51 km2, enquanto o Pará outros 24 km2, Rondônia 6 km2, o Amazonas 2 km2 e Acre 1 km2. Seis municípios de Mato Grosso foram inclusos na lista dos dez mais críticos. Dentre os que mais desmataram em maio Nova Maringá, a 392 km de Cuiabá, figurou na posição de número dois na região avaliada e na liderança, quando avaliadas apenas as cidades deste estado. O desmatamento atingiu 8,1 km2. Também são citados Marcelândia (7,1 km2), Porto dos Gaúchos (5,3 km2), Juína (5,1 km2), Santa Rita do Trivelato (3 km2), Nova Mutum (2,6 km2) e Apiacás (2,6 km2).
A liderança exercida por Mato Grosso em maio coincide com a preocupação já elencada por entidades do meio ambiental. Para elas, confirmou-se a tendência de alta, traduzindo a necessidade de coibir novas agressões contra a floresta.
Acumulado
Segundo o Imazon, considerando o desmatamento acumulado nos dez meses do calendário atual (agosto de 2012 a maio de 2013), o Pará lidera o ranking com 41% do total, acompanhado por Mato Grosso, com 32%, Rondônia 14% e o Amazonas 10%.
De acordo com a publicação, Roraima e o Acre foram os únicos a reduzirem a taxa de desmatamento no intervalo de dez meses, em 44% e 29%, respectivamente. Por outro lado, Amazonas (+140%), Pará (+134%), Mato Grosso (+82%), Tocantins (+74%) e em Rondônia (37%) houve aumento.
Em termos absolutos, o Pará desmatou 674 km2 entre agosto de 2012 e maio de 2013, enquanto em Mato Grosso foram 532 km2, demonstrou o Imazon. Os dados do Maranhão não foram analisados neste mês de maio.
Saiba mais Cidade de MT sai da lista dos maiores desmatadores da Amazônia Desmatamento em MT reduziu 93% e produção agropecuária aumentou Menos de 20% dos assentamentos de MT têm cadastro ambiental rural A estatística do desmatamento mostra que a unidade mato-grossense registrou desmate de 51 km2, enquanto o Pará outros 24 km2, Rondônia 6 km2, o Amazonas 2 km2 e Acre 1 km2. Seis municípios de Mato Grosso foram inclusos na lista dos dez mais críticos. Dentre os que mais desmataram em maio Nova Maringá, a 392 km de Cuiabá, figurou na posição de número dois na região avaliada e na liderança, quando avaliadas apenas as cidades deste estado. O desmatamento atingiu 8,1 km2. Também são citados Marcelândia (7,1 km2), Porto dos Gaúchos (5,3 km2), Juína (5,1 km2), Santa Rita do Trivelato (3 km2), Nova Mutum (2,6 km2) e Apiacás (2,6 km2).
A liderança exercida por Mato Grosso em maio coincide com a preocupação já elencada por entidades do meio ambiental. Para elas, confirmou-se a tendência de alta, traduzindo a necessidade de coibir novas agressões contra a floresta.
Acumulado
Segundo o Imazon, considerando o desmatamento acumulado nos dez meses do calendário atual (agosto de 2012 a maio de 2013), o Pará lidera o ranking com 41% do total, acompanhado por Mato Grosso, com 32%, Rondônia 14% e o Amazonas 10%.
De acordo com a publicação, Roraima e o Acre foram os únicos a reduzirem a taxa de desmatamento no intervalo de dez meses, em 44% e 29%, respectivamente. Por outro lado, Amazonas (+140%), Pará (+134%), Mato Grosso (+82%), Tocantins (+74%) e em Rondônia (37%) houve aumento.
Em termos absolutos, o Pará desmatou 674 km2 entre agosto de 2012 e maio de 2013, enquanto em Mato Grosso foram 532 km2, demonstrou o Imazon. Os dados do Maranhão não foram analisados neste mês de maio.
Fonte: G1
Notícias em destaque
Suzano abre 45 vagas de trainee para Operador(a) de Máquina Florestal em Três Lagoas (MS)
Inscrições para a 2ª edição da ação “Você na Suzano” serão realizadas no...
(GERAL)
Exportações de madeira caem 8 por cento no primeiro semestre
Apesar da tímida reação em junho, o acumulado do ano está abaixo do mesmo período do ano passado. Tarifas,...
(MERCADO)
Exportações brasileiras de produtos à base de madeira (exceto celulose e papel) registraram queda de 3,5 por cento em valor em relação a maio de 2025
Em maio de 2026, as exportações brasileiras de produtos à base de madeira (exceto celulose e papel) registraram queda de 3,5%...
(EXPORTAÇÃO)
Como escolher máquinas florestais certas
Escolher um harvester, forwarder, skidder ou feller buncher sem relacionar a máquina ao tipo de operação costuma sair caro....
(GERAL)
4o Prêmio APRE Florestas de Jornalismo 2026 destaca os 120 anos do pinus no Brasil e valoriza reportagens sobre florestas plantadas
A Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE Florestas) lança oficialmente o 4º Prêmio APRE...
(EVENTOS)
Como analisar preço da madeira na prática
Uma mesma tora pode parecer cara em uma negociação e competitiva em outra. No mercado florestal, isso acontece porque o preço...
(MADEIRA E PRODUTOS)














