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Notícias
18
jun
2013
(MADEIRA E PRODUTOS)
Produção de eucalipto do MS começa a enfrentar crise
Segundo informações das Reflore-MS (Associação de Produtores e Consumidores de Florestas Plantadas), a produção de eucalipto em Mato Grosso do Sul começa a enfrentar crise em 2013. Os dados nacionais devem ser publicados nas próximas semanas, mas a previsão não é boa e a tendência é piorar, afirma o presidente da Associação, Junior Ramires. “O custo da mão de obra chegou a subir 17% no Estado, contra 7% da inflação. E com a economia em baixa, em ordem mundial, os preços estão parados, tanto de madeiras, quanto das matérias que provêem da madeira, como a celulose e carvão vegetal. O setor não é diferente do que vive o País. Na minha opinião, a situação é grave. É um processo que vem se agravando e a economia não reage”, relata.
Para o Ramires, alguns eventos esportivos que acontecerão no Brasil, como a Copa das Confederações, a Copa do Mundo e as Olímpiadas, tem feito o governo Federal tirar o foco de discussões importantes. O resultado é um corte de 100 trabalhadores da empresa de Ramires, que fica em Ribas do Rio Pardo e agora conta com 350 funcionários. “Nós tivemos que diminuir. Vamos colocar o pé no freio”, afirmou.
Fora isso, as altas cargas tributárias e o aumento de custos internos são outros motivos de enfraquecimento. “Esse ano não será o mesmo vigor. Estamos falando de uma cultura que leva sete anos, o processo é lento, as coisas vão acontecendo aos poucos. Desde que as crises financeiras começaram no País, a produção sentiu”, afirmou Ramires.
Para o Ramires, alguns eventos esportivos que acontecerão no Brasil, como a Copa das Confederações, a Copa do Mundo e as Olímpiadas, tem feito o governo Federal tirar o foco de discussões importantes. O resultado é um corte de 100 trabalhadores da empresa de Ramires, que fica em Ribas do Rio Pardo e agora conta com 350 funcionários. “Nós tivemos que diminuir. Vamos colocar o pé no freio”, afirmou.
Fora isso, as altas cargas tributárias e o aumento de custos internos são outros motivos de enfraquecimento. “Esse ano não será o mesmo vigor. Estamos falando de uma cultura que leva sete anos, o processo é lento, as coisas vão acontecendo aos poucos. Desde que as crises financeiras começaram no País, a produção sentiu”, afirmou Ramires.
Fonte: Portal do Agronegócio / Adaptado por CeluloseOnline
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