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Notícias
10
jun
2013
(MEIO AMBIENTE)
Indonésia aprova maior projeto de REDD do planeta
O governo indonésio finalmente aprovou o que é considerado o maior projeto de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação florestal (REDD) do mundo – e o primeiro do país.
O projeto de Rimba Raya, que ficou em espera durante três anos, foi aprovado pelo Ministério das Florestas, tendo sido verificado logo após pelo Verified Carbon Standard (VCS), um dos principais padrões de certificação para créditos de carbono. Os 64 mil hectares da iniciativa – reduzidos dos originais 90 mil hectares – ficam na província de Kalimantan Central, na ilha de Bornéu.
O Rimba Raya deve reduzir as emissões de dióxido de carbono do país em 119 milhões de toneladas em seus 30 anos de duração. A geração de créditos virá da preservação das turfeiras e florestas da região, ricas em carbono e que são usualmente convertidas em plantações para a produção de óleo de palma.
Sob o programa de REDD, os créditos poderão ser comprados por empresas que buscam compensar suas emissões através do mercado voluntário de carbono. Entre as empresas que apoiam o projeto estão a firma russa de energia Gazprom e a seguradora alemã Allianz.
Para se ter uma ideia, segundo a SCS Global Services, que verificou a contagem de carbono do projeto, entre 1º de julho de 2009 e 30 de junho de 2010, o Rimba Raya reduziu as emissões do país em 2,1 milhões de toneladas, o que é a maior quantidade de unidades de carbono verificadas (UCVs) geradas em um único ano.
Agora que o projeto foi aprovado, os apoiadores afirmam que o Rimba Raya também ajudará a proteger o habitat de orangotangos, ameaçados de extinção devido ao desmatamento e mudanças no uso da terra.
“O Rimba Raya será um dos mais importantes projetos de conservação de orangotangos no mundo. Não é nada menos do que a promessa de sobrevivência para os orangotangos ameaçados”, observou Birutė Mary Galdikas, do grupo conservacionista Fundação Internacional Orangotango.
Alguns críticos dos projetos de REDD afirmam que eles permitem que empresas derrubem áreas de florestas em um lugar e compensem em outro, o que, em última análise, não traria benefícios para a conservação florestal e compensação de carbono. Por isso, diversas reformas no mecanismo vêm sendo debatidas com o objetivo de tornar a preservação das florestas e de seus estoques de carbono mais concreta.
A Indonésia, cujas taxas de emissões por desmatamento e degradação florestal e de turfeiras são responsáveis por 75% das emissões totais do país, tem um dos maiores índices de perda florestal do mundo, e, por isso mesmo, é uma das nações mais visadas pelo REDD.
O projeto de Rimba Raya, que ficou em espera durante três anos, foi aprovado pelo Ministério das Florestas, tendo sido verificado logo após pelo Verified Carbon Standard (VCS), um dos principais padrões de certificação para créditos de carbono. Os 64 mil hectares da iniciativa – reduzidos dos originais 90 mil hectares – ficam na província de Kalimantan Central, na ilha de Bornéu.
O Rimba Raya deve reduzir as emissões de dióxido de carbono do país em 119 milhões de toneladas em seus 30 anos de duração. A geração de créditos virá da preservação das turfeiras e florestas da região, ricas em carbono e que são usualmente convertidas em plantações para a produção de óleo de palma.
Sob o programa de REDD, os créditos poderão ser comprados por empresas que buscam compensar suas emissões através do mercado voluntário de carbono. Entre as empresas que apoiam o projeto estão a firma russa de energia Gazprom e a seguradora alemã Allianz.
Para se ter uma ideia, segundo a SCS Global Services, que verificou a contagem de carbono do projeto, entre 1º de julho de 2009 e 30 de junho de 2010, o Rimba Raya reduziu as emissões do país em 2,1 milhões de toneladas, o que é a maior quantidade de unidades de carbono verificadas (UCVs) geradas em um único ano.
Agora que o projeto foi aprovado, os apoiadores afirmam que o Rimba Raya também ajudará a proteger o habitat de orangotangos, ameaçados de extinção devido ao desmatamento e mudanças no uso da terra.
“O Rimba Raya será um dos mais importantes projetos de conservação de orangotangos no mundo. Não é nada menos do que a promessa de sobrevivência para os orangotangos ameaçados”, observou Birutė Mary Galdikas, do grupo conservacionista Fundação Internacional Orangotango.
Alguns críticos dos projetos de REDD afirmam que eles permitem que empresas derrubem áreas de florestas em um lugar e compensem em outro, o que, em última análise, não traria benefícios para a conservação florestal e compensação de carbono. Por isso, diversas reformas no mecanismo vêm sendo debatidas com o objetivo de tornar a preservação das florestas e de seus estoques de carbono mais concreta.
A Indonésia, cujas taxas de emissões por desmatamento e degradação florestal e de turfeiras são responsáveis por 75% das emissões totais do país, tem um dos maiores índices de perda florestal do mundo, e, por isso mesmo, é uma das nações mais visadas pelo REDD.
Fonte: Instituto CarbonoBrasil
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