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Notícias
06
jun
2013
(SUSTENTABILIDADE)
Empresa assina contrato para exploração sustentável de 87 mil hectares na Floresta Amazônica
O Serviço Florestal Brasileiro (SFB) assinou contrato de concessão florestal de 40 anos com a companhia Madeflona para extração sustentável de madeira de uma unidade de conservação de 87 mil hectares localizada na Floresta Nacional de Jacundá, em Rondônia. Esse modelo de concessão pra exploração de madeira é considerado novo no Brasil.
Para o diretor-geral do SFB, Antônio Carlos Hummel, coordenar a exploração sustentável de madeira na Floresta Amazônica é um grande desafio. “Temos mais de 70 milhões de hectares sem destinação, à mercê de grilagem, entre outras explorações”, disse. Um hectare corresponde a 10 mil metros quadrados, o equivalente a um campo de futebol oficial.
Hummel esclareceu que a concessão florestal não é privatização, mas direito de manejo sustentável. Ele defende que a concessão é a forma adequada para dar legalidade ao setor madeireiro.“É uma política pública que visa a trazer o setor para a legalidade. Vai trazer sustentabilidade, emprego qualificado e desenvolvimento local sem destruir a floresta”.
As concessões florestais vão acontecer progressivamente e, até o fim de 2013, quase 1,5 milhão de hectares estarão em processos de licitação e contratos. Segundo Hummel, um processo de licitação de mais 400 mil hectares já está aberto na Floresta Nacional de Crepori, no estado do Pará. Serão lançados editais para as florestas de Anamã, no Amazonas; Altamira e Trairão, no Pará.
Hummel adiantou que os estados também têm competência para fazer a concessão florestal, utilizando as próprias florestas públicas estaduais. “Um exemplo é o estado do Pará, que já está realizando concessão florestal estadual, acompanhando tudo o que o governo federal está fazendo. Estamos em ação conjunta para dar sustentabilidade e legalidade à região amazônica”, disse.
O representante da Madeflona, Evandro José Muhlbauer, disse que a concessão vai gerar em torno de 200 empregos diretos e 400 indiretos, garantindo crescimento no pagamento de tributos e da renda local. “Esse modelo de concessão é um processo novo no Brasil, trazendo maior equilíbrio entre as questões ambientais, sociais e econômicas”, disse.
Com a assinatura, as áreas florestais sob concessão federal passam a somar cerca de 230 mil hectares, o equivalente a uma vez e meia o tamanho do estado de São Paulo.
Edição: Davi Oliveira
Para o diretor-geral do SFB, Antônio Carlos Hummel, coordenar a exploração sustentável de madeira na Floresta Amazônica é um grande desafio. “Temos mais de 70 milhões de hectares sem destinação, à mercê de grilagem, entre outras explorações”, disse. Um hectare corresponde a 10 mil metros quadrados, o equivalente a um campo de futebol oficial.
Hummel esclareceu que a concessão florestal não é privatização, mas direito de manejo sustentável. Ele defende que a concessão é a forma adequada para dar legalidade ao setor madeireiro.“É uma política pública que visa a trazer o setor para a legalidade. Vai trazer sustentabilidade, emprego qualificado e desenvolvimento local sem destruir a floresta”.
As concessões florestais vão acontecer progressivamente e, até o fim de 2013, quase 1,5 milhão de hectares estarão em processos de licitação e contratos. Segundo Hummel, um processo de licitação de mais 400 mil hectares já está aberto na Floresta Nacional de Crepori, no estado do Pará. Serão lançados editais para as florestas de Anamã, no Amazonas; Altamira e Trairão, no Pará.
Hummel adiantou que os estados também têm competência para fazer a concessão florestal, utilizando as próprias florestas públicas estaduais. “Um exemplo é o estado do Pará, que já está realizando concessão florestal estadual, acompanhando tudo o que o governo federal está fazendo. Estamos em ação conjunta para dar sustentabilidade e legalidade à região amazônica”, disse.
O representante da Madeflona, Evandro José Muhlbauer, disse que a concessão vai gerar em torno de 200 empregos diretos e 400 indiretos, garantindo crescimento no pagamento de tributos e da renda local. “Esse modelo de concessão é um processo novo no Brasil, trazendo maior equilíbrio entre as questões ambientais, sociais e econômicas”, disse.
Com a assinatura, as áreas florestais sob concessão federal passam a somar cerca de 230 mil hectares, o equivalente a uma vez e meia o tamanho do estado de São Paulo.
Edição: Davi Oliveira
Fonte: Agência Brasil
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