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Notícias
06
jun
2013
(MADEIRA E PRODUTOS)
Plantio de seringueira cresce no Estado do Espírito Santo
O Brasil está se preparando para ser um grande fabricante de borracha
Em cinco anos, a área cultivada com seringueira aumentou 50% no território capixaba. Atualmente são aproximadamente 15 mil hectares ocupados com os plantios.
"O cultivo da seringueira é uma ótima oportunidade para o produtor rural diversificar as atividades agrícolas nas propriedades. Além de gerar renda, o produtor ainda amplia a cobertura florestal, favorecendo a adequação ambiental", destaca o secretário de Estado da Agricultura, Enio Bergoli.
Somente em 2013 a Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca do Espírito Santo (Seag), vai repassar 500 mil mudas para 475 produtores cadastrados no Programa de Desenvolvimento da Heivicultura Capixaba (Probores), realizado em conjunto com o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper).
Os produtores cadastrados são beneficiados com subsídio em percentuais de desconto que variam de 30% a 80% sobre o preço da muda nua e recebem gratuitamente as sacolas de plástico para as mudas de seringueira. O Incaper fará a entrega das mudas de raiz nua aos beneficiários do programa na sede do município em que ele reside e fornecerá assistência técnica durante os três meses da formação de mudas.
"Atualmente, o Estado conta com uma área estimada de 15 mil hectares já implantados de seringueira, que pode ser plantada sozinha, ou consorciada com outras culturas como o café, cacau, cupuaçu e palmáceas. Hoje, o faturamento bruto de um plantio de três hectares chega a R$ 27 mil por ano", disse o coordenador do Programa Estadual de Silvicultura, Pedro Galveas.
O Espírito Santo ocupa o 4º lugar no País na produção de borracha natural. Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Estado produziu em 2010, 5.945 toneladas de borracha, o que representa 4,4% da produção total nacional. Em primeiro lugar ficou São Paulo, com 58,2%, seguido da Bahia (14,2%) e Mato Grosso (8,7%).
Os fatores que levam o Espírito Santo a ter esse destaque são de ordem natural e devido a investimentos públicos ao longo dos anos. Mais de 80% das áreas capixabas possuem clima ideal para o cultivo da seringueira. Aqui chove acima dos 1.100 milímetros anualmente e o período do inverno é seco.
As políticas públicas que incentivam o plantio de seringueiras são históricas. Em 1960, com apoio da Seag, foi implantada a primeira área de seringueira em Vila Velha. O sucesso desse plantio serviu para provar às autoridades federais o potencial que o Estado tinha para o cultivo da árvore.
O atual programa em vigor, o Probores, foi lançado em 2007 pelo Governo do Espírito Santo. Na época, a área plantada de seringueiras era de 8 mil hectares. Desse período até 2012, foram ampliados 7 mil hectares.
Em cinco anos, a área cultivada com seringueira aumentou 50% no território capixaba. Atualmente são aproximadamente 15 mil hectares ocupados com os plantios.
"O cultivo da seringueira é uma ótima oportunidade para o produtor rural diversificar as atividades agrícolas nas propriedades. Além de gerar renda, o produtor ainda amplia a cobertura florestal, favorecendo a adequação ambiental", destaca o secretário de Estado da Agricultura, Enio Bergoli.
Somente em 2013 a Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca do Espírito Santo (Seag), vai repassar 500 mil mudas para 475 produtores cadastrados no Programa de Desenvolvimento da Heivicultura Capixaba (Probores), realizado em conjunto com o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper).
Os produtores cadastrados são beneficiados com subsídio em percentuais de desconto que variam de 30% a 80% sobre o preço da muda nua e recebem gratuitamente as sacolas de plástico para as mudas de seringueira. O Incaper fará a entrega das mudas de raiz nua aos beneficiários do programa na sede do município em que ele reside e fornecerá assistência técnica durante os três meses da formação de mudas.
"Atualmente, o Estado conta com uma área estimada de 15 mil hectares já implantados de seringueira, que pode ser plantada sozinha, ou consorciada com outras culturas como o café, cacau, cupuaçu e palmáceas. Hoje, o faturamento bruto de um plantio de três hectares chega a R$ 27 mil por ano", disse o coordenador do Programa Estadual de Silvicultura, Pedro Galveas.
O Espírito Santo ocupa o 4º lugar no País na produção de borracha natural. Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Estado produziu em 2010, 5.945 toneladas de borracha, o que representa 4,4% da produção total nacional. Em primeiro lugar ficou São Paulo, com 58,2%, seguido da Bahia (14,2%) e Mato Grosso (8,7%).
Os fatores que levam o Espírito Santo a ter esse destaque são de ordem natural e devido a investimentos públicos ao longo dos anos. Mais de 80% das áreas capixabas possuem clima ideal para o cultivo da seringueira. Aqui chove acima dos 1.100 milímetros anualmente e o período do inverno é seco.
As políticas públicas que incentivam o plantio de seringueiras são históricas. Em 1960, com apoio da Seag, foi implantada a primeira área de seringueira em Vila Velha. O sucesso desse plantio serviu para provar às autoridades federais o potencial que o Estado tinha para o cultivo da árvore.
O atual programa em vigor, o Probores, foi lançado em 2007 pelo Governo do Espírito Santo. Na época, a área plantada de seringueiras era de 8 mil hectares. Desse período até 2012, foram ampliados 7 mil hectares.
Fonte: Agência Brasil
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