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Notícias
04
jun
2013
(SILVICULTURA)
Produtores podiam aproveitar os recursos do Programa ABC para silvicultura
O engenheiro agrônomo da Unisafe, Henrique Lopes Moino, analisou o mercado de madeira brasileiro e trouxe dados que demonstram o potencial da atividade, que hoje utiliza apenas 1,6% da área destinada à produção agropecuária no País.
Segundo ele, o Brasil tem 400 milhões de hectares de pastagens degradadas aptas a receberem cultivos florestais e o Governo oferece incentivos para isso – por meio de linhas de crédito do Programa ABC para projetos de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) –, mas poucos produtores apostam na silvicultura. “A facilidade de crédito, com juros baixos e prazo de carência longo, não está sendo aproveitada plenamente. Em 2010, foram disponibilizados R$ 455 milhões só no ABC florestal, mas apenas a metade disso foi utilizada”, revela.
Conforme Moino, o Brasil tem a maior produtividade de eucalipto do mundo – 40,1 m³/ha/ano – mas já chegou a atingir médias de 89 m³/ha/ano em alguns estados, o que comprova que existe potencial para muito mais. O caminho, indica ele, é investir em cuidados biológicos, principalmente fertilidade e preparo dos solos, e aprender a utilizar a madeira em outros produtos madeireiros além da geração de energia e celulose.
Os números foram apresentados hoje, na Sede da CNA, em Brasília, no 8º Seminário de Atualização em Eucalipto. O evento serviu para disseminar técnicas de plantio e manejo que propiciem alta produtividade de eucalipto na região do Distrito Federal e entorno.
Realizado pela R&S Florestal e pela Unisafe Consultoria, o encontro promoveu palestras sobre temas como manejo e gerenciamento de florestas comerciais com foco no mercado, manejo do solo e da água para obter altas produtividades, silvicultura aplicada com alta tecnologia e benefícios da adequação ambiental para profissionais, pesquisadores e produtores.
Segundo ele, o Brasil tem 400 milhões de hectares de pastagens degradadas aptas a receberem cultivos florestais e o Governo oferece incentivos para isso – por meio de linhas de crédito do Programa ABC para projetos de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) –, mas poucos produtores apostam na silvicultura. “A facilidade de crédito, com juros baixos e prazo de carência longo, não está sendo aproveitada plenamente. Em 2010, foram disponibilizados R$ 455 milhões só no ABC florestal, mas apenas a metade disso foi utilizada”, revela.
Conforme Moino, o Brasil tem a maior produtividade de eucalipto do mundo – 40,1 m³/ha/ano – mas já chegou a atingir médias de 89 m³/ha/ano em alguns estados, o que comprova que existe potencial para muito mais. O caminho, indica ele, é investir em cuidados biológicos, principalmente fertilidade e preparo dos solos, e aprender a utilizar a madeira em outros produtos madeireiros além da geração de energia e celulose.
Os números foram apresentados hoje, na Sede da CNA, em Brasília, no 8º Seminário de Atualização em Eucalipto. O evento serviu para disseminar técnicas de plantio e manejo que propiciem alta produtividade de eucalipto na região do Distrito Federal e entorno.
Realizado pela R&S Florestal e pela Unisafe Consultoria, o encontro promoveu palestras sobre temas como manejo e gerenciamento de florestas comerciais com foco no mercado, manejo do solo e da água para obter altas produtividades, silvicultura aplicada com alta tecnologia e benefícios da adequação ambiental para profissionais, pesquisadores e produtores.
Fonte: CNA/Senar
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