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Notícias
01
jun
2013
(GERAL)
Criação de abelhas nativas gera renda e combate o desmatamento na Amazônia
No cantinho da propriedade de Ivanildo Alves dos Santos, nos arredores de Manaus, há um espaço reservado para várias colmeias. As “caixinhas” são responsáveis pelo aumento e melhora na produção de frutas como abacaxi, urucum, açaí, graviola e coco. Só na cultura de açaí, a produção foi quase dobrada.
As abelhas nativas sem ferrão do gênero Melipona , típicas da região, estão entre os principais polinizadores da floresta amazônica. ” A produção de frutas aumentou e a qualidade também melhorou, elas estão mais doces”, disse ao iG Santos, dono de uma pequena propriedade rural de 13 hectares.
Além das frutas mais doces, o orçamento também foi engordado com a venda do mel. Diferente do mel comum, oriundo da abelha africana (Apis mellifera) e conhecido em todo o Brasil, o mel da abelha nativa produz um mel mais doce e mais nutritivo e também mais caro. Santos produz por ano 40 litros de mel, vendidos em Manaus por 50 reais o litro. A produção é baixa, pois estima-se que as abelhas sem ferrão produzam somente 10% que a abelha africana produz.
Sousa está seguindo uma nova tendência na região do entorno de Manaus. De acordo com o presidente da Associação de Melipolicultura de Manaus, o agricultor Sérgio Souza, são 80 associados e outros tantos produtores não associados.
“A produção de mel não é a atividade número um de cada produtor, mas é algo que está dando dinheiro e melhorando as outras culturas das pequenas propriedades”, disse Souza. O uso das abelhas ajuda a reverter os impactos do desmatamento. Ao voar de flor em flor, elas promovem o transporte do pólen e a reprodução das plantas.
Caixas para evitar a derrubada de árvore – Souza produz as colmeias, as mesmas usadas na propriedade de Santos. Isto porque naturalmente as abelhas nativas não constroem colmeias, elas produzem o mel nos troncos das árvores e para retirar o produto, seria preciso derrubá-las.
Mas uma caixa, que faz as vezes de colmeia, resolveu este problema. Na verdade é uma engenhoca com cinco caixinhas colocadas umas sobre as outras. Em cada compartimento fica depositado, o mel, as abelhas, o ninho e a lixeira, com fezes e abelhas mortas. Souza vende cada colmeia a R$ 200.
Um projeto coordenado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Amazônicas e com o apoio do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (Ifam) foi desenvolvido para incentivar o uso da meliponicultura na região. As colmeias desenvolvidas pelos pesquisadores do Inpa, ficaram conhecidas pelo nome do instituto e são até vendidas pela internet.
As abelhas nativas sem ferrão do gênero Melipona , típicas da região, estão entre os principais polinizadores da floresta amazônica. ” A produção de frutas aumentou e a qualidade também melhorou, elas estão mais doces”, disse ao iG Santos, dono de uma pequena propriedade rural de 13 hectares.
Além das frutas mais doces, o orçamento também foi engordado com a venda do mel. Diferente do mel comum, oriundo da abelha africana (Apis mellifera) e conhecido em todo o Brasil, o mel da abelha nativa produz um mel mais doce e mais nutritivo e também mais caro. Santos produz por ano 40 litros de mel, vendidos em Manaus por 50 reais o litro. A produção é baixa, pois estima-se que as abelhas sem ferrão produzam somente 10% que a abelha africana produz.
Sousa está seguindo uma nova tendência na região do entorno de Manaus. De acordo com o presidente da Associação de Melipolicultura de Manaus, o agricultor Sérgio Souza, são 80 associados e outros tantos produtores não associados.
“A produção de mel não é a atividade número um de cada produtor, mas é algo que está dando dinheiro e melhorando as outras culturas das pequenas propriedades”, disse Souza. O uso das abelhas ajuda a reverter os impactos do desmatamento. Ao voar de flor em flor, elas promovem o transporte do pólen e a reprodução das plantas.
Caixas para evitar a derrubada de árvore – Souza produz as colmeias, as mesmas usadas na propriedade de Santos. Isto porque naturalmente as abelhas nativas não constroem colmeias, elas produzem o mel nos troncos das árvores e para retirar o produto, seria preciso derrubá-las.
Mas uma caixa, que faz as vezes de colmeia, resolveu este problema. Na verdade é uma engenhoca com cinco caixinhas colocadas umas sobre as outras. Em cada compartimento fica depositado, o mel, as abelhas, o ninho e a lixeira, com fezes e abelhas mortas. Souza vende cada colmeia a R$ 200.
Um projeto coordenado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Amazônicas e com o apoio do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (Ifam) foi desenvolvido para incentivar o uso da meliponicultura na região. As colmeias desenvolvidas pelos pesquisadores do Inpa, ficaram conhecidas pelo nome do instituto e são até vendidas pela internet.
Fonte: IG
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