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Notícias
28
mai
2013
(SETOR FLORESTAL)
Secretaria prepara debate sobre as florestas plantadas
A Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, através da Câmara Setorial das Florestas Plantadas, no Rio Grande do Sul, promoverá um seminário de alinhamento estratégico para o setor, em que pretende colher subsídios para a elaboração de uma política de desenvolvimento para a cadeia produtiva.
O tema foi tratado durante esta semana, quando o secretário Luiz Fernando Mainardi recebeu, em seu gabinete, representantes da Associação Gaúcha de Empresas Florestais (Ageflor). A reunião também teve como objetivo a apresentação oficial do novo presidente da Ageflor, Cesar Vicente Trindade.
Conforme o coordenador da Câmara Setorial de Florestas Plantadas, Eugene Chouene, como resultado do trabalho realizado pelos grupos técnicos criados na Câmara Setorial foi redigido um documento na intenção de modernizar a legislação no que diz respeito a quatro temas principais: o potencial poluidor, as formas de licenciamento, a criação de um instituto de florestas e a reestruturação do Fundo Estadual de Desenvolvimento Florestal (Fundeflor).
Segundo o secretario da Agricultura, este trabalho deve culminar numa estratégia política continuada de médio e longo prazo e na elaboração de programas de Estado para o setor. Mainardi ainda sugeriu a organização de um seminário de alinhamento estratégico da cadeia produtiva. A ideia é que o evento seja realizado em julho deste ano.
O coordenador das Câmaras Setoriais e Temáticas da Secretaria da Agricultura, Milton Bernardes, destacou que documento serve como proposta de Projeto de Lei e deve resultar na afirmação das florestas plantadas como uma atividade agrícola.
Para o presidente da Ageflor, Cesar Trindade, o documento busca uma segurança política para as empresas. "Com esse trabalho embasado como está, com certeza vamos conseguir chegar ao nosso objetivo. Estamos com muita expectativa para ver esse projeto já aprovado. Depois de anos de altos e baixos, chegou a hora de dar um rumo para o setor", afirma.
A Associação
Fundada no ano de 1970, a Ageflor visa congregar e representar as empresas que têm por finalidade a produção, a industrialização e a comercialização de produtos de base florestal, oriundos de florestas plantadas. Além disso, a Associação busca contemplar os aspectos sociais, ambientais, econômicos e tecnológicos do setor.
Em seu quadro social, se reúnem empresas que atuam em diferentes segmentos como o florestamento e reflorestamento; madeira para construção civil, indústria moveleira e etc; produção de chapas, MDF, compensados, aglomerados, laminados; celulose e papel; resinas (breu e terebintina); tanino; postes tratados; cavacos para produção de celulose e geração de energia; viveiros e mudas florestais; energia (lenha e carvão); máquinas e equipamentos; insumos e produtos químicos; prestadores de serviços florestais, assessorias e consultorias técnicas.
O tema foi tratado durante esta semana, quando o secretário Luiz Fernando Mainardi recebeu, em seu gabinete, representantes da Associação Gaúcha de Empresas Florestais (Ageflor). A reunião também teve como objetivo a apresentação oficial do novo presidente da Ageflor, Cesar Vicente Trindade.
Conforme o coordenador da Câmara Setorial de Florestas Plantadas, Eugene Chouene, como resultado do trabalho realizado pelos grupos técnicos criados na Câmara Setorial foi redigido um documento na intenção de modernizar a legislação no que diz respeito a quatro temas principais: o potencial poluidor, as formas de licenciamento, a criação de um instituto de florestas e a reestruturação do Fundo Estadual de Desenvolvimento Florestal (Fundeflor).
Segundo o secretario da Agricultura, este trabalho deve culminar numa estratégia política continuada de médio e longo prazo e na elaboração de programas de Estado para o setor. Mainardi ainda sugeriu a organização de um seminário de alinhamento estratégico da cadeia produtiva. A ideia é que o evento seja realizado em julho deste ano.
O coordenador das Câmaras Setoriais e Temáticas da Secretaria da Agricultura, Milton Bernardes, destacou que documento serve como proposta de Projeto de Lei e deve resultar na afirmação das florestas plantadas como uma atividade agrícola.
Para o presidente da Ageflor, Cesar Trindade, o documento busca uma segurança política para as empresas. "Com esse trabalho embasado como está, com certeza vamos conseguir chegar ao nosso objetivo. Estamos com muita expectativa para ver esse projeto já aprovado. Depois de anos de altos e baixos, chegou a hora de dar um rumo para o setor", afirma.
A Associação
Fundada no ano de 1970, a Ageflor visa congregar e representar as empresas que têm por finalidade a produção, a industrialização e a comercialização de produtos de base florestal, oriundos de florestas plantadas. Além disso, a Associação busca contemplar os aspectos sociais, ambientais, econômicos e tecnológicos do setor.
Em seu quadro social, se reúnem empresas que atuam em diferentes segmentos como o florestamento e reflorestamento; madeira para construção civil, indústria moveleira e etc; produção de chapas, MDF, compensados, aglomerados, laminados; celulose e papel; resinas (breu e terebintina); tanino; postes tratados; cavacos para produção de celulose e geração de energia; viveiros e mudas florestais; energia (lenha e carvão); máquinas e equipamentos; insumos e produtos químicos; prestadores de serviços florestais, assessorias e consultorias técnicas.
Fonte: Secom (RS)
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