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Notícias
23
mai
2013
(MÓVEIS)
Mercado doméstico auxiliará o crescimento de vendas de móveis no ano
A elevação deve ser impulsionada pelas vendas no mercado doméstico em função das vendas de imóveis.
A produção industrial de móveis deve crescer 3% em 2013, após alta de 0,7% em 2012. A elevação deve ser impulsionada pelas vendas no mercado doméstico em função das vendas de imóveis, incluindo o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, das condições favoráveis do crédito habitacional e aumento de emprego e renda. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco.
As exportações estão perdendo força, respondendo por 3,9% em 2012. Segundo o Bradesco, três fatores explicam o forte recuo nas vendas externas: a apreciação da taxa de câmbio, que tornou os móveis do Brasil menos competitivos; os preços dos produtos chineses; e a fraca demanda vinda dos Estados Unidos e Europa, que respondiam por 67% das exportações em 2000 e recuaram para 35% no ano passado.
Octavio de Barros, diretor de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, afirma não acreditar em uma forte recuperação da demanda externa, portanto a elevação de 3% na produção de móveis será pautada pelo mercado doméstico. "Um dos principais fatores será o mercado imobiliário, cujo desempenho negativo nos dois últimos anos, com queda de 21% em 2011 e 4,8% em 20122 ajudou a explicar o baixo crescimento da produção de móveis no período. Para este ano, esperamos uma recuperação das vendas de imóveis, com acréscimo de 6,0%, o que irá contribuir positivamente para a recuperação do setor moveleiro. A expansão de 26,5% do crédito imobiliário neste ano reforça nossa expectativa de elevação das vendas", explica.
O Minha Casa, Minha Vida também deve contribuir para o aumento do consumo de imóveis já que a quantidade de moradias entregues até o fim de 2014 subiu de 2 milhões para 2,4 milhões.
O IPI para móveis deve ser mantido em 2,5% até junho, voltando à alíquota original de 5% no segundo semestre. "Aliado à expansão vendas de imóveis, este último período com tarifas mais baixas deve contribuir para o crescimento de vendas, principalmente no primeiro semestre", diz Barros.
Em 12 meses, a produção acumula avanço de 2,1% até março após encerrar 2012 com alta de 0,7%.
"Com isso, acreditamos que o mercado doméstico irá sustentar a demanda por móveis, levando a produção a crescer 3,0% em 2013 após a expansão de 0,7% em 2012, apesar da elevação do IPI prevista para o segundo semestre. Este desempenho deve vir da expansão do crédito e aquisição de imóveis novos e do programa “Minha Casa, Minha Vida”. As exportações também devem contribuir, ainda que de forma modesta, para o crescimento da produção, auxiliadas tanto pela diversificação dos destinos quanto pela ligeira recuperação da economia mundial", resume o diretor.
A produção industrial de móveis deve crescer 3% em 2013, após alta de 0,7% em 2012. A elevação deve ser impulsionada pelas vendas no mercado doméstico em função das vendas de imóveis, incluindo o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, das condições favoráveis do crédito habitacional e aumento de emprego e renda. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco.
As exportações estão perdendo força, respondendo por 3,9% em 2012. Segundo o Bradesco, três fatores explicam o forte recuo nas vendas externas: a apreciação da taxa de câmbio, que tornou os móveis do Brasil menos competitivos; os preços dos produtos chineses; e a fraca demanda vinda dos Estados Unidos e Europa, que respondiam por 67% das exportações em 2000 e recuaram para 35% no ano passado.
Octavio de Barros, diretor de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, afirma não acreditar em uma forte recuperação da demanda externa, portanto a elevação de 3% na produção de móveis será pautada pelo mercado doméstico. "Um dos principais fatores será o mercado imobiliário, cujo desempenho negativo nos dois últimos anos, com queda de 21% em 2011 e 4,8% em 20122 ajudou a explicar o baixo crescimento da produção de móveis no período. Para este ano, esperamos uma recuperação das vendas de imóveis, com acréscimo de 6,0%, o que irá contribuir positivamente para a recuperação do setor moveleiro. A expansão de 26,5% do crédito imobiliário neste ano reforça nossa expectativa de elevação das vendas", explica.
O Minha Casa, Minha Vida também deve contribuir para o aumento do consumo de imóveis já que a quantidade de moradias entregues até o fim de 2014 subiu de 2 milhões para 2,4 milhões.
O IPI para móveis deve ser mantido em 2,5% até junho, voltando à alíquota original de 5% no segundo semestre. "Aliado à expansão vendas de imóveis, este último período com tarifas mais baixas deve contribuir para o crescimento de vendas, principalmente no primeiro semestre", diz Barros.
Em 12 meses, a produção acumula avanço de 2,1% até março após encerrar 2012 com alta de 0,7%.
"Com isso, acreditamos que o mercado doméstico irá sustentar a demanda por móveis, levando a produção a crescer 3,0% em 2013 após a expansão de 0,7% em 2012, apesar da elevação do IPI prevista para o segundo semestre. Este desempenho deve vir da expansão do crédito e aquisição de imóveis novos e do programa “Minha Casa, Minha Vida”. As exportações também devem contribuir, ainda que de forma modesta, para o crescimento da produção, auxiliadas tanto pela diversificação dos destinos quanto pela ligeira recuperação da economia mundial", resume o diretor.
Fonte: Portal Moveleiro
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