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Notícias
22
mai
2013
(MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS)
Setor de máquinas e equipamentos nacionais tem começo de ano ruim
O primeiro trimestre do ano é ruim para setor de máquinas e equipamentos nacionais. Depois do começo de ano fraco, existia expectativa para uma recuperação rápida em março. Os números até mostraram alta com consumo doméstico (4,8% e R$ 27,6 bilhões) comparadas com o mesmo período de 2012, mas a estimativa não se concretizou e faturamento bruto nacional caiu 11,5%. O resultado implica em um resultado menor do que se havia planejado para este ano, que era um faturamento de mais de 5%. "Os números do setor não permitem mais manter o otimismo", disse em coletiva de divulgação de dados, Mario Bernardini, assessor econômico da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos).
Para os empresários, a maior reclamação é o câmbio, já que nem mesmo os incentivos do governo foram suficientes para manter a competitividade nacional. "O câmbio manteve-se no mesmo patamar de dois para um, em um ano de inflação da ordem de 6%", disse o assessor da associação. Fora isso, companhias de energia, como Alstom e Andritz, estão preocupadas com as liberações ambientais para licitação de novas hidrelétricas e multinacionais asiáticas, como Sany, Doosan e Hyundai, desaceleram seus planos e estão analisando as estratégias no Brasil.
Porém, a recuperação da indústria e da economia brasileira devem sim puxar uma recuperação gradual do setor. Uma das alternativas para esta retomada está sendo a aposta em diversificação e ganho de competitividade via melhorias tecnológicas.
Para os empresários, a maior reclamação é o câmbio, já que nem mesmo os incentivos do governo foram suficientes para manter a competitividade nacional. "O câmbio manteve-se no mesmo patamar de dois para um, em um ano de inflação da ordem de 6%", disse o assessor da associação. Fora isso, companhias de energia, como Alstom e Andritz, estão preocupadas com as liberações ambientais para licitação de novas hidrelétricas e multinacionais asiáticas, como Sany, Doosan e Hyundai, desaceleram seus planos e estão analisando as estratégias no Brasil.
Porém, a recuperação da indústria e da economia brasileira devem sim puxar uma recuperação gradual do setor. Uma das alternativas para esta retomada está sendo a aposta em diversificação e ganho de competitividade via melhorias tecnológicas.
Fonte: Valor Econômico / Adaptado por CeluloseOnline
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