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Notícias
21
mai
2013
(SETOR FLORESTAL)
Setor se volta cada vez mais para a rentabilidade das florestas
O plantio de 500 hectares de mogno africano consorciado com café, em Minas Gerais, abriu a segunda mesa redonda do 1 Encontro Painel Florestal de Executivos, com o tema “ Florestas Econômicas Brasileiras”. A vantagem dessa parceria entre cultivos, na opinião de Marcos Rezende, da ABPMA, é produzir madeira nobre para um mercado ávido pelo produto, e café de boa qualidade. Rezende está à frente desse projeto pioneiro, que conta com apoio de universidades e da Embrapa.
O executivo acredita que a renda média com plantio de mogno seja de R$ 15 mil por hectare. Ele assegura que a cafeicultura se beneficia desse sistema ao proporcionar temperatura ideal para a produtividade da lavoura. “Esse modo de produzir é bem visto em toda Europa”, comenta sobre outra vantagem do negócio.
Semelhante ao debate anterior, Rezende e Germano Vieira, diretor florestal da Eldorado Brasil (MS), atribuíram aos problemas logísticos um dos principais gargalos do setor. “Uma floresta é muito mais do que plantar e colher. É preciso agregar valor para diminuir custos”, avalia Vieira.
O executivo contabiliza que 57% do custo da silvicultura estão na compra ou no arrendamento de terras. Por isso, ele reforça seu ponto de vista ao avaliar que a localização de um projeto precisa ser levada seriamente em conta. “Não adianta apenas uma área boa para plantar. Como fica o escoamento da produção?”, diz. No seu modo de ver, investimentos em tecnologia e profissionais não podem ser deixados de lado para que um negócio obtenha sucesso.
O executivo acredita que a renda média com plantio de mogno seja de R$ 15 mil por hectare. Ele assegura que a cafeicultura se beneficia desse sistema ao proporcionar temperatura ideal para a produtividade da lavoura. “Esse modo de produzir é bem visto em toda Europa”, comenta sobre outra vantagem do negócio.
Semelhante ao debate anterior, Rezende e Germano Vieira, diretor florestal da Eldorado Brasil (MS), atribuíram aos problemas logísticos um dos principais gargalos do setor. “Uma floresta é muito mais do que plantar e colher. É preciso agregar valor para diminuir custos”, avalia Vieira.
O executivo contabiliza que 57% do custo da silvicultura estão na compra ou no arrendamento de terras. Por isso, ele reforça seu ponto de vista ao avaliar que a localização de um projeto precisa ser levada seriamente em conta. “Não adianta apenas uma área boa para plantar. Como fica o escoamento da produção?”, diz. No seu modo de ver, investimentos em tecnologia e profissionais não podem ser deixados de lado para que um negócio obtenha sucesso.
Fonte: Painel Florestal
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