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Notícias
16
mai
2013
(CARBONO)
Mercado de carbono sul-coreano será o mais ambicioso do planeta, afirma análise
As consultorias Bloomberg New Energy Finance e Ernst & Young divulgaram na semana passada uma análise sobre o futuro mercado de carbono da Coreia do Sul, que deverá entrar em vigor em 18 meses, e afirmaram que o preço da tonelada de carbono poderá chegar a US$ 90.
Trata-se de um valor muito acima dos praticados em outros mercados, como o europeu, onde o carbono segue sendo negociado na faixa dos US$ 3,89 (€ 3), e o californiano, US$ 14.
O preço se justificaria porque as metas de redução das emissões de gases do efeito são realmente ambiciosas, prometendo um corte de 19% até 2020 com relação ao nível de 2010.
Outro fator que elevaria o custo do carbono é a severa restrição ao uso de créditos estrangeiros, como os gerados pelo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Cada empresa sul-coreana poderá compensar no máximo 28% de suas emissões com esses créditos.
“Antecipamos que o esquema de comércio de emissões da Coreia do Sul cobrirá cerca de 70% de todas as emissões do país, criando a demanda para o abatimento de mais de 200 milhões de toneladas até 2020 – praticamente o dobro dos mercados australiano e europeu”, afirma a análise.
As consultorias alertam que se não for criado o cap-and-trade, as emissões industriais do país podem subir quase 40% e as do setor elétrico, 20% até 2020.
O governo sul-coreano ainda está negociando com os setores empresariais os detalhes do novo esquema, mas no começo de maio o diretor interino do Ministério de Meio Ambiente, Lee Hyung Sup, afirmou que “a preparação está em curso e dentro do prazo. O cap-and-trade começará em uma versão de testes em 2014 e estará em vigor em 2015.”
Trata-se de um valor muito acima dos praticados em outros mercados, como o europeu, onde o carbono segue sendo negociado na faixa dos US$ 3,89 (€ 3), e o californiano, US$ 14.
O preço se justificaria porque as metas de redução das emissões de gases do efeito são realmente ambiciosas, prometendo um corte de 19% até 2020 com relação ao nível de 2010.
Outro fator que elevaria o custo do carbono é a severa restrição ao uso de créditos estrangeiros, como os gerados pelo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Cada empresa sul-coreana poderá compensar no máximo 28% de suas emissões com esses créditos.
“Antecipamos que o esquema de comércio de emissões da Coreia do Sul cobrirá cerca de 70% de todas as emissões do país, criando a demanda para o abatimento de mais de 200 milhões de toneladas até 2020 – praticamente o dobro dos mercados australiano e europeu”, afirma a análise.
As consultorias alertam que se não for criado o cap-and-trade, as emissões industriais do país podem subir quase 40% e as do setor elétrico, 20% até 2020.
O governo sul-coreano ainda está negociando com os setores empresariais os detalhes do novo esquema, mas no começo de maio o diretor interino do Ministério de Meio Ambiente, Lee Hyung Sup, afirmou que “a preparação está em curso e dentro do prazo. O cap-and-trade começará em uma versão de testes em 2014 e estará em vigor em 2015.”
Fonte: Fabiano Ávila - Fonte: Instituto CarbonoBrasil
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