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Notícias
16
mai
2013
(MÓVEIS)
Catarinenses devem gastar R$ 2,4 bilhões com móveis em 2013
Os gastos dos catarinenses com móveis em 2013 devem somar R$ 2,4 bilhões no comércio
Os gastos dos catarinenses com móveis em 2013 devem somar R$ 2,4 bilhões no comércio local, de acordo com estimativas do Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do IBOPE Inteligência. Se confirmado, resultará em um crescimento de 4,5% em relação ao ano passado, quando o consumo desses produtos atingiu R$ 2,3 bilhões. O gasto médio por habitante também aumentou, de R$ 426,27 em 2012 para R$ 443,00.
Um dia antes do início da Móvel Brasil, feira de móveis e decorações, os dados do Pyxis Consumo revelam que a classe B é a que apresenta o maior potencial de consumo em Santa Catarina. A estimativa é que essa classe desembolse R$ 1,06 bilhão com esses produtos, o que representa 45% do que será consumido no estado neste ano. Logo atrás está a classe C, com potencial de consumo estimado em R$ 919 milhões ou 39% do total.
O potencial refere-se apenas ao consumo domiciliar, ou seja, às compras de pessoa física junto a varejistas do ramo e inclui armários, mesas, sofá, cadeiras, móveis de marcenaria, infantis, de jardim, entre outros.
Os gastos dos catarinenses com móveis em 2013 devem somar R$ 2,4 bilhões no comércio local, de acordo com estimativas do Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do IBOPE Inteligência. Se confirmado, resultará em um crescimento de 4,5% em relação ao ano passado, quando o consumo desses produtos atingiu R$ 2,3 bilhões. O gasto médio por habitante também aumentou, de R$ 426,27 em 2012 para R$ 443,00.
Um dia antes do início da Móvel Brasil, feira de móveis e decorações, os dados do Pyxis Consumo revelam que a classe B é a que apresenta o maior potencial de consumo em Santa Catarina. A estimativa é que essa classe desembolse R$ 1,06 bilhão com esses produtos, o que representa 45% do que será consumido no estado neste ano. Logo atrás está a classe C, com potencial de consumo estimado em R$ 919 milhões ou 39% do total.
O potencial refere-se apenas ao consumo domiciliar, ou seja, às compras de pessoa física junto a varejistas do ramo e inclui armários, mesas, sofá, cadeiras, móveis de marcenaria, infantis, de jardim, entre outros.
Fonte: Economia Sc
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