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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Indústria de madeira quer apoio oficial.
O I Forum Nacional da Indústria de Madeira Sólida foi realizado dia 19 de junho, na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília, com o objetivo de definir as prioridades do setor para o novo Plano Plurianual 2004-2007 do governo federal.
Cerca de 70 empresários debateram os problemas da indústria madeireira que, conforme o presidente da Associação Brasileira da Indústria da Madeira Processada Mecanicamente (Abimci), Odelir Battistella, exporta US$ 4,5 bilhões anuais. "Podemos embarcar US$ 10 bilhões anuais, nos próximos dez anos, se atendidas alguns requisitos."
Esses requisitos farão parte de documento a ser entregue ao governo federal e, segundo Battistella, passam pela simplificação e estabilidade das normas legais relativas ao segmento, como já determinou um dos nossos principais concorrentes, a Argentina, que se comprometeu em manter as atuais normas em vigor pelos próximos 30 anos, uma vez que em média uma árvore atinge idade de corte em 25 anos.
Battistella defendeu ainda o fim dos impostos em cascata, na próxima reforma tributária, financiamentos para a modernização de maquinarias, adquiridas junto à indústria nacional mesmo.
O setor defende ainda treinamentos para o pessoal de nível qualificado e a ajuda do Ministério das Relações Exteriores, no sentido de transformar as embaixadas em escritórios avançados comerciais nos países importadores de madeira brasileira. "Na China, os canadenses mantêm seis especialistas na sua embaixada; o Brasil, apenas um", destaca.
Sérgio Garschagen
Fonte: Gazeta
Cerca de 70 empresários debateram os problemas da indústria madeireira que, conforme o presidente da Associação Brasileira da Indústria da Madeira Processada Mecanicamente (Abimci), Odelir Battistella, exporta US$ 4,5 bilhões anuais. "Podemos embarcar US$ 10 bilhões anuais, nos próximos dez anos, se atendidas alguns requisitos."
Esses requisitos farão parte de documento a ser entregue ao governo federal e, segundo Battistella, passam pela simplificação e estabilidade das normas legais relativas ao segmento, como já determinou um dos nossos principais concorrentes, a Argentina, que se comprometeu em manter as atuais normas em vigor pelos próximos 30 anos, uma vez que em média uma árvore atinge idade de corte em 25 anos.
Battistella defendeu ainda o fim dos impostos em cascata, na próxima reforma tributária, financiamentos para a modernização de maquinarias, adquiridas junto à indústria nacional mesmo.
O setor defende ainda treinamentos para o pessoal de nível qualificado e a ajuda do Ministério das Relações Exteriores, no sentido de transformar as embaixadas em escritórios avançados comerciais nos países importadores de madeira brasileira. "Na China, os canadenses mantêm seis especialistas na sua embaixada; o Brasil, apenas um", destaca.
Sérgio Garschagen
Fonte: Gazeta
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