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Notícias
08
mai
2013
(GERAL)
Produção Agropecuária e Florestal do Estado de SP supera R$ 60 bilhões em 2012
As safras dos produtos agropecuários no Estado de São Paulo em 2011/12 foram, quase em sua totalidade, beneficiadas por condições climáticas favoráveis nas principais regiões produtoras, com o segmento de grãos apresentando aumento de produção, em decorrência de expansão da área e de incremento da produtividade, de acordo com o Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo. Apenas o segmento de frutas frescas apresentou queda da produção. Ao contrário de 2011, a produção de cana-de-açúcar, aumentou no ano passado, devido à expansão da área e ao aumento da produtividade. No caso do café, houve aumento da produção, com a safra na fase de bienalidade positiva, revertendo a situação da safra de 2011.
O Valor Final da Produção Agropecuária e Florestal (VPAF) do Estado de São Paulo, em 2012, foi de R$ 61,5 bilhões, afirmam os pesquisadores Alfredo Tsunechiro, Paulo José Coelho, Denise Viani Caser, Carlos Roberto Ferreira Bueno, Eduardo Pires Castanho Filho, Danton Leonel de Camargo Bini e Eder Pinatti, responsáveis pelo estudo. Dos 53 produtos componentes do quadro do VPAF, 35 apresentaram aumento do preço médio e 18 sofreram queda, em relação ao ano precedente.
As principais fontes de crescimento do VPAF foram os grupos de grãos e fibras e de olerícolas, cujos valores aumentaram 26,6% e 27,8%, respectivamente. Outro grupo que também cresceu foi o dos produtos animais, com aumento de 9,9% no valor da produção. Os valores da produção dos demais grupos de produtos sofreram quedas, sendo mais acentuada no grupo das frutas frescas, que apresentou redução de preço e da produção.
Os resultados finais de 2012 revelam que, dentre os cinco produtos líderes no ranking do VPAF (cana-de-açúcar, carne bovina, madeira de eucalipto, carne de frango e laranja para indústria), que representam 71,1% do valor total, há troca de posição entre o quarto e o quinto produto. Para o café, diferentemente do ocorrido em 2011, não obstante a queda do preço, em 19,8%, o aumento da produção de 36,7% (por conta da bienalidade positiva) em 2012 manteve o produto na sexta posição na lista do valor.
Os produtos que mais sobem no ranking são: cebola, tomate para indústria, batata e mandioca para mesa, repolho e caqui. Por outro lado, alguns produtos, perdem posições, como a resina de pínus, manga e goiaba para mesa, laranja para mesa e abacaxi. Os produtos que apresentam as maiores quedas de valor da produção foram: laranja para mesa, resina de pínus e manga.
O valor da produção da cana-de-açúcar, principal produto da agropecuária paulista, cresce 4,5% em 2012, diferentemente dos últimos três anos, devido aos aumentos da área colhida e da produção, dado que o preço decresce, em valor corrente. A participação da cana-de-açúcar no valor da produção agropecuária e florestal total do Estado permanece estável (44,2% em 2011 e 44,7% em 2012).
Em termos absolutos a laranja para indústria e a laranja para mesa foram os produtos que apresentaram as maiores perdas no período analisado, com quedas de 34,5% e 46,3%, respectivamente, dos preços e de 7,7% da produção. Como decorrência, a receita bruta da laranja para indústria cai R$ 1,5 bilhão e a da laranja para mesa, R$ 500 milhões em 2012. Foi um ano crítico para essa atividade, com problemas de safra, envolvendo maior incidência de doenças na cultura, erradicação de pomares, ocorrência de adversidades climáticas, e de mercado, com desequilíbrio entre oferta e demanda de produto, nos mercados interno e externo.
O Valor Final da Produção Agropecuária e Florestal (VPAF) do Estado de São Paulo, em 2012, foi de R$ 61,5 bilhões, afirmam os pesquisadores Alfredo Tsunechiro, Paulo José Coelho, Denise Viani Caser, Carlos Roberto Ferreira Bueno, Eduardo Pires Castanho Filho, Danton Leonel de Camargo Bini e Eder Pinatti, responsáveis pelo estudo. Dos 53 produtos componentes do quadro do VPAF, 35 apresentaram aumento do preço médio e 18 sofreram queda, em relação ao ano precedente.
As principais fontes de crescimento do VPAF foram os grupos de grãos e fibras e de olerícolas, cujos valores aumentaram 26,6% e 27,8%, respectivamente. Outro grupo que também cresceu foi o dos produtos animais, com aumento de 9,9% no valor da produção. Os valores da produção dos demais grupos de produtos sofreram quedas, sendo mais acentuada no grupo das frutas frescas, que apresentou redução de preço e da produção.
Os resultados finais de 2012 revelam que, dentre os cinco produtos líderes no ranking do VPAF (cana-de-açúcar, carne bovina, madeira de eucalipto, carne de frango e laranja para indústria), que representam 71,1% do valor total, há troca de posição entre o quarto e o quinto produto. Para o café, diferentemente do ocorrido em 2011, não obstante a queda do preço, em 19,8%, o aumento da produção de 36,7% (por conta da bienalidade positiva) em 2012 manteve o produto na sexta posição na lista do valor.
Os produtos que mais sobem no ranking são: cebola, tomate para indústria, batata e mandioca para mesa, repolho e caqui. Por outro lado, alguns produtos, perdem posições, como a resina de pínus, manga e goiaba para mesa, laranja para mesa e abacaxi. Os produtos que apresentam as maiores quedas de valor da produção foram: laranja para mesa, resina de pínus e manga.
O valor da produção da cana-de-açúcar, principal produto da agropecuária paulista, cresce 4,5% em 2012, diferentemente dos últimos três anos, devido aos aumentos da área colhida e da produção, dado que o preço decresce, em valor corrente. A participação da cana-de-açúcar no valor da produção agropecuária e florestal total do Estado permanece estável (44,2% em 2011 e 44,7% em 2012).
Em termos absolutos a laranja para indústria e a laranja para mesa foram os produtos que apresentaram as maiores perdas no período analisado, com quedas de 34,5% e 46,3%, respectivamente, dos preços e de 7,7% da produção. Como decorrência, a receita bruta da laranja para indústria cai R$ 1,5 bilhão e a da laranja para mesa, R$ 500 milhões em 2012. Foi um ano crítico para essa atividade, com problemas de safra, envolvendo maior incidência de doenças na cultura, erradicação de pomares, ocorrência de adversidades climáticas, e de mercado, com desequilíbrio entre oferta e demanda de produto, nos mercados interno e externo.
Fonte: CeluloseOnline
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