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Notícias
25
abr
2013
(BIOENERGIA)
Dow investe em cogeração de energia com cavaco de eucalipto na Bahia
Deixar de consumir 200 mil metros cúbicos diários de gás natural, o correspondente a 2.100 MWh de energia originária da queima do combustível não renovável, e além disso parar de emitir 169 mil toneladas de dióxido de carbono/ano na atmosfera. Esses são os números que motivaram a subsidiária brasileira da norte-americana Dow Chemical, uma das maiores indústrias químicas do mundo, a iniciar um projeto de cogeração de energia por meio da combustão do cavaco de eucalipto em seu complexo fabril em Aratu, na Bahia, livrando a empresa da volatilidade de preço do gás natural. A preocupação, além da questão ambiental, é manter a eficiência da unidade multipropósito, que inclui a produção eletrointensiva de cloro-soda, além da síntese do óxido de propeno e do propilenoglicol, entre outros insumos.
Com entrada em operação prevista para o primeiro semestre de 2013, e obras em andamento, o projeto foi entregue à empresa ERB Energias Renováveis do Brasil, responsável também pela operação futura da unidade de cogeração de vapor e energia elétrica, e consumirá R$ 265 milhões – sendo R$ 210 milhões provenientes do BNDES. O vapor gerado pela caldeira de cogeração será 100% produzido com cavaco de eucalipto de reflorestamento próprio. Estima-se que a unidade, em cinco anos, demandará 25 mil hectares de eucalipto e 5 mil de pínus de produtores da região. A unidade de processamento de biomassa terá capacidade de picagem de 80 t/h de madeira.
Além da geração de 1,08 milhão de toneladas de vapor industrial, a unidade também vai produzir 108 mil MWh de energia elétrica, a ser parte consumida pela empresa e parte comercializada na rede da Bahia. Trata-se de energia suficiente para suprir o consumo mensal de 56 mil casas, considerando o consumo médio mensal de 154 kWh. O uso do eucalipto, em vez, por exemplo, do mais usual, o bagaço de cana, se deve à garantia de suprimento da matéria-prima. Hoje há mais de 130 mil hectares dessas florestas no litoral norte da Bahia, seu histórico de cultivo supera os 90 anos e sua colheita pode ser realizada o ano todo. A iniciativa, além de cortar pela metade o consumo de gás natural do complexo fabril, vai gerar também créditos de carbono para a Dow.
Com entrada em operação prevista para o primeiro semestre de 2013, e obras em andamento, o projeto foi entregue à empresa ERB Energias Renováveis do Brasil, responsável também pela operação futura da unidade de cogeração de vapor e energia elétrica, e consumirá R$ 265 milhões – sendo R$ 210 milhões provenientes do BNDES. O vapor gerado pela caldeira de cogeração será 100% produzido com cavaco de eucalipto de reflorestamento próprio. Estima-se que a unidade, em cinco anos, demandará 25 mil hectares de eucalipto e 5 mil de pínus de produtores da região. A unidade de processamento de biomassa terá capacidade de picagem de 80 t/h de madeira.
Além da geração de 1,08 milhão de toneladas de vapor industrial, a unidade também vai produzir 108 mil MWh de energia elétrica, a ser parte consumida pela empresa e parte comercializada na rede da Bahia. Trata-se de energia suficiente para suprir o consumo mensal de 56 mil casas, considerando o consumo médio mensal de 154 kWh. O uso do eucalipto, em vez, por exemplo, do mais usual, o bagaço de cana, se deve à garantia de suprimento da matéria-prima. Hoje há mais de 130 mil hectares dessas florestas no litoral norte da Bahia, seu histórico de cultivo supera os 90 anos e sua colheita pode ser realizada o ano todo. A iniciativa, além de cortar pela metade o consumo de gás natural do complexo fabril, vai gerar também créditos de carbono para a Dow.
Fonte: Portal Petróleo e Energia
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