Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Fabricantes fazem maioria das vendas
De acordo com o mercado, a maior parte das vendas de papéis no Brasil é realizada diretamente pelos próprios fabricantes, apesar de não haver informações estatísticas precisas sobre a distribuição desse produto. Para se ter uma idéia dessa preponderância, representantes do setor estimam que cerca de 70% das vendas, em volume, dos papéis de imprimir e escrever produzidos no País são feitas pelas próprias fábricas.
A comercialização do produto, no Brasil, é realizada de duas formas: diretamente pelos produtores ao usuário final (gráficas, editoras, convertedores, varejistas e consumidores); e/ou por intermédio de distribuidores, que revendem o produto, no atacado, a varejistas, para outros atacadistas e também para grandes usuários finais.
Deve-se levar em consideração, ainda, que pelo menos metade do volume restante é comercializado por distribuidoras coligadas às fábricas; assim, apenas algo entre 10% a 15% do volume total de vendas fica com os chamados distribuidores independentes. São empresas coligadas às produtoras de papel a SPP Nemo, da Suzano Bahia Sul, e a Rilisa, da Ripasa.
A KSR, de São Paulo, também é considerada uma distribuidora coligada. A empresa foi criada em 1974 pelo fundador da Papel Simão, Karam Simão Racy. Em 1992, foi incorporada à VCP, da qual se tornou uma unidade de negócios.
De acordo com empresários ligados ao setor, a entrada de fabricantes no ramo de distribuição é uma das causas do encolhimento desse mercado para os distribuidores tradicionais. Arthur Gonoretzky, presidente da Associação Nacional dos Distribuidores de Papel (Andipa) e diretor geral da distribuidora e importadora Branac, no entanto, evita colocar o problema nesses termos.
Ele afirmou que os distribuidores estão procurando reavaliar o mercado junto com os fabricantes, de modo a fazer da distribuição de papéis um trabalho mais profissional. Para Gonoretzky, “o distribuidor tem de levar a mensagem da fábrica, a marca de seus produtos”, pois é tão responsável por eles quanto o próprio fabricante. Por outro lado, o fabricante tem de deixar de ver o distribuidor apenas como mais um cliente, ressaltou.
Para Gonoretzky, falta escala nas vendas dos distribuidores. Enquanto um distribuidor alemão, por exemplo, efetua 141 mil vendas por ano, o brasileiro faz apenas pouco mais de 3 mil, exemplificou. Apesar disso, Gonoretzky disse que os distribuidores têm condições de fazer uma distribuição com resultados financeiros melhores que aqueles obtidos pelas vendas diretas dos fabricantes.
Fonte: Celulose Online – 27/09/2004
A comercialização do produto, no Brasil, é realizada de duas formas: diretamente pelos produtores ao usuário final (gráficas, editoras, convertedores, varejistas e consumidores); e/ou por intermédio de distribuidores, que revendem o produto, no atacado, a varejistas, para outros atacadistas e também para grandes usuários finais.
Deve-se levar em consideração, ainda, que pelo menos metade do volume restante é comercializado por distribuidoras coligadas às fábricas; assim, apenas algo entre 10% a 15% do volume total de vendas fica com os chamados distribuidores independentes. São empresas coligadas às produtoras de papel a SPP Nemo, da Suzano Bahia Sul, e a Rilisa, da Ripasa.
A KSR, de São Paulo, também é considerada uma distribuidora coligada. A empresa foi criada em 1974 pelo fundador da Papel Simão, Karam Simão Racy. Em 1992, foi incorporada à VCP, da qual se tornou uma unidade de negócios.
De acordo com empresários ligados ao setor, a entrada de fabricantes no ramo de distribuição é uma das causas do encolhimento desse mercado para os distribuidores tradicionais. Arthur Gonoretzky, presidente da Associação Nacional dos Distribuidores de Papel (Andipa) e diretor geral da distribuidora e importadora Branac, no entanto, evita colocar o problema nesses termos.
Ele afirmou que os distribuidores estão procurando reavaliar o mercado junto com os fabricantes, de modo a fazer da distribuição de papéis um trabalho mais profissional. Para Gonoretzky, “o distribuidor tem de levar a mensagem da fábrica, a marca de seus produtos”, pois é tão responsável por eles quanto o próprio fabricante. Por outro lado, o fabricante tem de deixar de ver o distribuidor apenas como mais um cliente, ressaltou.
Para Gonoretzky, falta escala nas vendas dos distribuidores. Enquanto um distribuidor alemão, por exemplo, efetua 141 mil vendas por ano, o brasileiro faz apenas pouco mais de 3 mil, exemplificou. Apesar disso, Gonoretzky disse que os distribuidores têm condições de fazer uma distribuição com resultados financeiros melhores que aqueles obtidos pelas vendas diretas dos fabricantes.
Fonte: Celulose Online – 27/09/2004
Fonte:
Notícias em destaque
Contagem regressiva para as novas restrições da UE ao formaldeído na madeira
Os fornecedores de produtos e móveis de madeira para o mercado da União Europeia (UE) têm até agosto para se adequarem...
(INTERNACIONAL)
Conflitos, energia, vulnerabilidade estrutural e o papel da biomassa florestal
A segurança energética tornou-se novamente um tema central no cenário global, não como fenômeno isolado, mas...
(BIOENERGIA)
Parceria comercial visa desenvolver produtos de madeira resistentes ao fogo de última geração.
Os adesivos para madeira fornecem resistência estrutural essencial a produtos de madeira industrializada, como OSB (painel de madeira...
(TECNOLOGIA)
Canadá inicia investigação sobre suposto dumping de madeira compensada decorativa proveniente da China.
O Tribunal de Comércio Internacional do Canadá iniciou uma investigação preliminar sobre o alegado dumping e...
(INTERNACIONAL)
Mercado de móveis de luxo deve atingir US$ 8,17 bilhões até 2031.
Prevê-se que o mercado de mobiliário de luxo dos Estados Unidos cresça de US$ 6,29 bilhões em 2025 e US$ 6,55...
(MERCADO)
Como a fauna brasileira se adapta às florestas plantadas
O setor de árvores cultivadas no Brasil atingiu receita bruta de R$ 240 bilhões e responde por recordes de exportação...
(MEIO AMBIENTE)














