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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Gaúchos fecham contrato de créditos de carbono
A Bioheat International, trader criada na Holanda para negociar créditos de carbono, assinou nesta sexta-feira (24) três contratos deste tipo, previstos no Protocolo de Kyoto, com a Josapar e a Cooperativa Agroindustrial de Alegrete (Caal), empreendedores de projetos de geração de energia por meio de biomassa no Rio Grande do Sul.
Os projetos prevêem a geração de 8 megawatts (MW) em Pelotas e 6 em Itaqui, os dois pela Josapar, e 3,8 MW em Alegrete, pela Caal, todos a partir da queima da casca de arroz.
Ainda não está definido o valor final da venda de créditos nos três projetos gaúchos, mas a PTZ estimou que os recursos obtidos devem cobrir 20% do custo de instalação das três usinas, orçadas em R$ 40 milhões.
Valor elevado - O valor da aquisição dos créditos, de US$ 5 por tonelada equivalente de dióxido de carbono (CO2), foi considerado o mais elevado em um negócio do gênero na América do Sul pela PTZ Fontes Alternativas de Energia, encarregada da engenharia e construção das usinas.
A Holanda é signatária do Anexo I do Protocolo de Kyoto, redigido em 1997. O protocolo prevê regras mais rígidas de redução dos gases causadores do efeito estufa, em relação aos níveis existentes em 1990.
O país europeu pretende atingir metade das metas com iniciativas dentro de seu território e o restante om ações no exterior, explicou Ricardo Pretz, da PTZ. Por isso, está prospectando projetos de fontes alternativas no Brasil e em outros países.
Só novos projetos - "A Holanda é o país mais determinado e já tem dotação orçamentária", disse Pretz. A aquisição dos créditos de carbono é feita por instituições privadas, que recebem recursos do governo para essa finalidade.
Os complexos cálculos que definem quanto deixará de ser emitido em CO2 em cada projeto de geração variam de acordo com a localização e o tipo de empreendimento, descreveu Pretz.
A venda de créditos de carbono pode ser realizada por novos projetos e não por aqueles já em operação, como forma de estimular a substituição de fontes.
Fonte: Ambiente Brasil – 27/09/2004
Os projetos prevêem a geração de 8 megawatts (MW) em Pelotas e 6 em Itaqui, os dois pela Josapar, e 3,8 MW em Alegrete, pela Caal, todos a partir da queima da casca de arroz.
Ainda não está definido o valor final da venda de créditos nos três projetos gaúchos, mas a PTZ estimou que os recursos obtidos devem cobrir 20% do custo de instalação das três usinas, orçadas em R$ 40 milhões.
Valor elevado - O valor da aquisição dos créditos, de US$ 5 por tonelada equivalente de dióxido de carbono (CO2), foi considerado o mais elevado em um negócio do gênero na América do Sul pela PTZ Fontes Alternativas de Energia, encarregada da engenharia e construção das usinas.
A Holanda é signatária do Anexo I do Protocolo de Kyoto, redigido em 1997. O protocolo prevê regras mais rígidas de redução dos gases causadores do efeito estufa, em relação aos níveis existentes em 1990.
O país europeu pretende atingir metade das metas com iniciativas dentro de seu território e o restante om ações no exterior, explicou Ricardo Pretz, da PTZ. Por isso, está prospectando projetos de fontes alternativas no Brasil e em outros países.
Só novos projetos - "A Holanda é o país mais determinado e já tem dotação orçamentária", disse Pretz. A aquisição dos créditos de carbono é feita por instituições privadas, que recebem recursos do governo para essa finalidade.
Os complexos cálculos que definem quanto deixará de ser emitido em CO2 em cada projeto de geração variam de acordo com a localização e o tipo de empreendimento, descreveu Pretz.
A venda de créditos de carbono pode ser realizada por novos projetos e não por aqueles já em operação, como forma de estimular a substituição de fontes.
Fonte: Ambiente Brasil – 27/09/2004
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