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Notícias
17
abr
2013
(GERAL)
Banco BTG vê espaço para crescimento em ativos florestais no Brasil
Após adquirir, em fevereiro, uma das maiores organizações de gestão de investimentos em ativos florestais no País - a TTG Brasil -, o banco de investimentos brasileiro BTG Pactual anunciou que pretende investir mais nesta área, pelo fato do setor florestal estar se tornando cada vez mais atraente.
De acordo com o Diretor de Operações em Timberland do BTG Pactual, Carlos Guerreiro, o cenário atual do País está melhor, sobretudo pelas taxas de juros menores. “Isso deve atrair mais investidores para este segmento, principalmente porque eles querem diversificar suas carteiras em médio e longo prazos. Boa parte destes investidores têm cotas em empresas do setor florestal que apresentam bom potencial de crescimento”, detalhou Carlos Guerreiro.
Hoje, a TTG Brasil administra uma cifra de US$ 800 milhões em ativos florestais, com uma área 110 mil hectares no País. Segundo Carlos Guerreiro, apesar de o setor florestal brasileiro ser voltado – tradicionalmente – para as áreas de papel e celulose, existe o interesse em investir na expansão de florestas. “Há outros segmentos atraentes, como energia e carvão. Certo mesmo é que haverá investimentos nesta área, com a diversificação da presença geográfica e de setores, com o foco voltado para a redução de riscos operacionais”, disse Guerreiro.
Como diretor do BTG, Guerreiro disse ainda que também espera que as operações florestais da TTG ganhem escalas. “Existem muitas sinergias a serem exploradas dentro do banco, como a relação de rede com investidores institucionais, usando sua plataforma para serviços e investigações comerciais”, acrescentou Guerreiro.
De acordo com o Diretor de Operações em Timberland do BTG Pactual, Carlos Guerreiro, o cenário atual do País está melhor, sobretudo pelas taxas de juros menores. “Isso deve atrair mais investidores para este segmento, principalmente porque eles querem diversificar suas carteiras em médio e longo prazos. Boa parte destes investidores têm cotas em empresas do setor florestal que apresentam bom potencial de crescimento”, detalhou Carlos Guerreiro.
Hoje, a TTG Brasil administra uma cifra de US$ 800 milhões em ativos florestais, com uma área 110 mil hectares no País. Segundo Carlos Guerreiro, apesar de o setor florestal brasileiro ser voltado – tradicionalmente – para as áreas de papel e celulose, existe o interesse em investir na expansão de florestas. “Há outros segmentos atraentes, como energia e carvão. Certo mesmo é que haverá investimentos nesta área, com a diversificação da presença geográfica e de setores, com o foco voltado para a redução de riscos operacionais”, disse Guerreiro.
Como diretor do BTG, Guerreiro disse ainda que também espera que as operações florestais da TTG ganhem escalas. “Existem muitas sinergias a serem exploradas dentro do banco, como a relação de rede com investidores institucionais, usando sua plataforma para serviços e investigações comerciais”, acrescentou Guerreiro.
Fonte: Painel Florestal - Marina Faleiros, Editora de Notícias, PPI América Latina, mfaleiros@risi.com
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