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Notícias
12
abr
2013
(MANEJO)
Fatores que influenciam no montante e tempo de retorno do capital investido em planos de manejo florestal
Entendam como espécies comerciais aquelas que têm a capacidade natural de produzir algum produto que o ser humano tem interesse em consumir e pagar por ele como a madeira, exsudatos, frutas, sementes, cascas, raízes, dentre outros.
A reserva legal de uma propriedade que nunca tenha sido derrubada ou esteja em estágio avançado ou clímax de regeneração e possua em seu interior espécies de interesse comercial provavelmente já apresenta capacidade instalada e imediata de exploração e geração de receitas. Áreas nesta situação necessitam de menor investimento silvicultural como o plantio de novos indivíduos. Neste contexto, pode-se dizer que quanto maior a biodiversidade, mais curto será o tempo de retorno do capital.
Sendo assim, o primeiro passo para a elaboração de um plano de manejo florestal é o diagnóstico da fauna e da floresta que identifique a situação atual da área a ser manejada. Com isso, torna-se possível conhecer as espécies existentes na área e sua capacidade de produção anual.
Dentre inúmeros aspectos que deve conter um plano de manejo florestal, um dos mais importantes é a modelagem comercial de cada um dos inúmeros produtos que uma floresta pode oferecer. De nada adianta uma floresta que possua espécies comerciais, se o preço de venda for menor do que o custo de colheita. Neste caso específico, uma das alternativas de tornar o produto destas espécies viável é a manufatura da matéria visando agregar valor ao produto explorado.
A inteligência comercial e o planejamento da produção são fundamentais para se obter lucro nesta alternativa de negócio, uma vez que, cada tipo de produto tem sua faixa de tempo de produção e de vida útil (viabilidade biológica para consumo humano). Deve-se então estudar as peculiaridades de cada espécie comercial buscando conhecer cada uma delas para gerar informações necessárias a uma negociação como quantidade e data de entrega dos produtos que possibilitem a venda futura e regulada da mercadoria.
A regulação entre demanda, oferta e mão de obra operacional de um plano de manejo florestal pode ser não ser satisfatória em áreas com florestas já estabelecidas. Neste caso, uma das alternativas é a pratica de enriquecimento/plantio na área de interesse com espécies que ofereçam produtos de elevado interesse comercial e que possibilite eliminar épocas de sazonalidade com baixa oferta de produtos.
Nesta matéria falamos sobre o a influencia no montante de capital investido e seu tempo de retorno para uma floresta que já possua capacidade atual de produção instalada. Nas próximas duas matérias vamos falar sobre este mesmo assunto para áreas de reserva legal com baixa e média biodiversidade. Depois disso, vamos publicar matérias com apresentação de receitas e custos por ha relacionados a atividade de manejo florestal.
Pablo Falco Lopes
Diretor Comercial e P&D.
DAP Engenhara Florestal Ltda.
pfalcol@dapflorestal.com.br.
www.dapflorestal.com.br
A reserva legal de uma propriedade que nunca tenha sido derrubada ou esteja em estágio avançado ou clímax de regeneração e possua em seu interior espécies de interesse comercial provavelmente já apresenta capacidade instalada e imediata de exploração e geração de receitas. Áreas nesta situação necessitam de menor investimento silvicultural como o plantio de novos indivíduos. Neste contexto, pode-se dizer que quanto maior a biodiversidade, mais curto será o tempo de retorno do capital.
Sendo assim, o primeiro passo para a elaboração de um plano de manejo florestal é o diagnóstico da fauna e da floresta que identifique a situação atual da área a ser manejada. Com isso, torna-se possível conhecer as espécies existentes na área e sua capacidade de produção anual.
Dentre inúmeros aspectos que deve conter um plano de manejo florestal, um dos mais importantes é a modelagem comercial de cada um dos inúmeros produtos que uma floresta pode oferecer. De nada adianta uma floresta que possua espécies comerciais, se o preço de venda for menor do que o custo de colheita. Neste caso específico, uma das alternativas de tornar o produto destas espécies viável é a manufatura da matéria visando agregar valor ao produto explorado.
A inteligência comercial e o planejamento da produção são fundamentais para se obter lucro nesta alternativa de negócio, uma vez que, cada tipo de produto tem sua faixa de tempo de produção e de vida útil (viabilidade biológica para consumo humano). Deve-se então estudar as peculiaridades de cada espécie comercial buscando conhecer cada uma delas para gerar informações necessárias a uma negociação como quantidade e data de entrega dos produtos que possibilitem a venda futura e regulada da mercadoria.
A regulação entre demanda, oferta e mão de obra operacional de um plano de manejo florestal pode ser não ser satisfatória em áreas com florestas já estabelecidas. Neste caso, uma das alternativas é a pratica de enriquecimento/plantio na área de interesse com espécies que ofereçam produtos de elevado interesse comercial e que possibilite eliminar épocas de sazonalidade com baixa oferta de produtos.
Nesta matéria falamos sobre o a influencia no montante de capital investido e seu tempo de retorno para uma floresta que já possua capacidade atual de produção instalada. Nas próximas duas matérias vamos falar sobre este mesmo assunto para áreas de reserva legal com baixa e média biodiversidade. Depois disso, vamos publicar matérias com apresentação de receitas e custos por ha relacionados a atividade de manejo florestal.
Pablo Falco Lopes
Diretor Comercial e P&D.
DAP Engenhara Florestal Ltda.
pfalcol@dapflorestal.com.br.
www.dapflorestal.com.br
Fonte: CIFlorestas
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