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Notícias
12
abr
2013
(AQUECIMENTO GLOBAL)
Mexer menos no solo pode contribuir mais para o setor florestal
Com o tema “Um novo conceito no controle de plantas daninhas”, o engenheiro agrônomo João Alexandre Galon, da Bayer, defendeu o uso de herbicidas pré-emergentes no solo, e afirmou que controle mecânico feito por meio de limpa-trilhos auxilia o controle das plantas daninhas. Para ele, um dos desafios atuais é melhorar os equipamentos de pulverização. De acordo com Galon, uma boa dessecação e um eficiente processo de preparo de solo são os pontos chaves que vão determinar o sucesso do plantio florestal no manejo de plantas daninhas. “O Mato Grosso Sul é, hoje, o lugar mais fácil para o controle de plantas daninhas, porque existe a dominância de uma espécie, no caso, as braquiárias e também porque o relevo permite uma alta taxa de mecanização. É quase um sonho plantar florestas neste Estado”, avaliou Galon. No entanto, um novo conceito precisa ser desenvolvido e, para isso, ele garantiu que novos produtos eficientes surgirão.
Segundo Galon, no primeiro ano de plantio, aplica-se três vezes o glifosato em função da fertilização, mas com os adubos inteligentes – que estão em avaliação – tudo isso vai mudar. O novo conceito defendido por Galon implicará na redução de uma aplicação de glifosato por ano, economizando custos e trazendo tranquilidade. Não podemos detalhar mais porque o produto ainda não está registrado. A era do glifosato pós-emergente sofrerá profundas modificações”, frisou Galon.
Outro conceito apresentado por Galon está relacionado à possibilidade de uso de herbicidas pós-emergentes (modo de ação por contato) ser utilizado em volume de calda em torno de 140 litros por hectare. Este trabalho foi desenvolvido em áreas de plantios da Suzano no Norte do Brasil – região que apresenta elevada população plantas daninhas de folhas largas e que têm alta resistência ao uso do glifosato. “Em breve haverá novos produtos químicos que ajudarão o setor florestal”, disse ele em palestra no MS Florestal 2013, que está sendo realizado no município de Bonito, localizado a cerca de 300 quilômetros de Campo Grande.
Segundo Galon, no primeiro ano de plantio, aplica-se três vezes o glifosato em função da fertilização, mas com os adubos inteligentes – que estão em avaliação – tudo isso vai mudar. O novo conceito defendido por Galon implicará na redução de uma aplicação de glifosato por ano, economizando custos e trazendo tranquilidade. Não podemos detalhar mais porque o produto ainda não está registrado. A era do glifosato pós-emergente sofrerá profundas modificações”, frisou Galon.
Outro conceito apresentado por Galon está relacionado à possibilidade de uso de herbicidas pós-emergentes (modo de ação por contato) ser utilizado em volume de calda em torno de 140 litros por hectare. Este trabalho foi desenvolvido em áreas de plantios da Suzano no Norte do Brasil – região que apresenta elevada população plantas daninhas de folhas largas e que têm alta resistência ao uso do glifosato. “Em breve haverá novos produtos químicos que ajudarão o setor florestal”, disse ele em palestra no MS Florestal 2013, que está sendo realizado no município de Bonito, localizado a cerca de 300 quilômetros de Campo Grande.
Fonte: Painel Florestal - Elias Luz
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