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Notícias
12
abr
2013
(MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS)
Fibria e Eldorado Brasil estão em busca de máquinas e equipamentos
“A silvicultura da indústria de celulose utiliza cerca de quatro mil equipamentos por ano e queremos fazer isso com sustentabilidade”, comentou Bizon.
Máquinas e equipamentos para toda a cadeia produtiva da celulose, começando pelo viveiro, passando pelo plantio e produção. Esta reivindicação bem humorada foi feita por duas das maiores empresas que produzem celulose no mundo: Eldorado Brasil e Fibria.
Para o gerente de silvicultura da Fibria, José Marcio Bizon, no quesito “colheita” já existe boas ofertas de equipamentos. Para Bizon, está faltando máquinas específicas nos segmentos de viveiro, plantio e produção. “A silvicultura da indústria de celulose utiliza cerca de quatro mil equipamentos por ano e queremos fazer isso com sustentabilidade”, comentou Bizon.
Na avaliação do gerente de silvicultura da Fibria, o setor florestal precisa trabalhar unido para se fortalecer. “Só assim teremos mais força para trabalhar contra a falta de máquinas a serem desenvolvidas para o setor florestal”, destacou Bizon, que disse ainda estar preocupado com a expansão do setor devido ao encarecimento das terras.
Com uma visão semelhante, o diretor florestal da Eldorado Brasil, Germano Vieira, disse que é preciso ter implementos adequados, mas, para isso, torna-se necessário a criação de escala de produção de equipamentos para o setor florestal. “Precisamos de mais mecanização, mas os custos estão aumentando de forma desenfreada. Apesar do governo federal está fazendo esforços, a carga tributária é elevada e isso precisa ser mudado. Hoje, por exemplo, 60% do que se paga numa máquina – seja ela qual for – são de impostos, taxas e tributos”, lamentou Vieira.
Máquinas e equipamentos para toda a cadeia produtiva da celulose, começando pelo viveiro, passando pelo plantio e produção. Esta reivindicação bem humorada foi feita por duas das maiores empresas que produzem celulose no mundo: Eldorado Brasil e Fibria.
Para o gerente de silvicultura da Fibria, José Marcio Bizon, no quesito “colheita” já existe boas ofertas de equipamentos. Para Bizon, está faltando máquinas específicas nos segmentos de viveiro, plantio e produção. “A silvicultura da indústria de celulose utiliza cerca de quatro mil equipamentos por ano e queremos fazer isso com sustentabilidade”, comentou Bizon.
Na avaliação do gerente de silvicultura da Fibria, o setor florestal precisa trabalhar unido para se fortalecer. “Só assim teremos mais força para trabalhar contra a falta de máquinas a serem desenvolvidas para o setor florestal”, destacou Bizon, que disse ainda estar preocupado com a expansão do setor devido ao encarecimento das terras.
Com uma visão semelhante, o diretor florestal da Eldorado Brasil, Germano Vieira, disse que é preciso ter implementos adequados, mas, para isso, torna-se necessário a criação de escala de produção de equipamentos para o setor florestal. “Precisamos de mais mecanização, mas os custos estão aumentando de forma desenfreada. Apesar do governo federal está fazendo esforços, a carga tributária é elevada e isso precisa ser mudado. Hoje, por exemplo, 60% do que se paga numa máquina – seja ela qual for – são de impostos, taxas e tributos”, lamentou Vieira.
Fonte: Painel Florestal - Elias Luz
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