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Notícias
07
abr
2013
(PAPEL E CELULOSE)
Setor de C&P é um dos que desponta na linha de investimentos na Região Sul
“De uma forma geral, os Estados do sul têm uma sinergia muito grande. É diferente do que ocorre no sudeste, por exemplo, onde São Paulo é a grande ilha de investimentos”, compara Edson Campagnolo, presidente da Federação de Indústrias do Paraná (Fiep). Para Campagnolo, o sul do país leva vantagem na disputa por investir em setores específicos porque a região já possui uma cadeia de fornecedores consolidada, o que nem sempre se observa em outras partes do Brasil.
Existem outras vantagens para apostar na região: o nível de escolaridade é alto, em média 60,5% dos jovens com 19 anos possuem um diploma de segundo grau; e a renda per capita também é favorável. Segundo dados do IBGE, cada habitante do sul recebe cerca de R$ 770 por mês. As áreas nas quais o presidente se refere e que estão apostando no potencial da região sul são: as indústrias de papel e celulose, alimentos e bebidas, máquinas e equipamentos, energia e veículos automotivos.
Destaque maior para o setor de celulose e papel que tem os investimentos mais vultosos. Atualmente são, pelo menos, seis empreendimentos na área, totalizando investimentos de R$ 12,7 bilhões. Segundo Fabio Schvartsman, presidente da Klabin, companhia que possui o maior investimento na região, o Estado tem tradição no setor florestal e uma cadeia produtiva estruturada.
Abaixo, uma relação de investimentos anunciados do setor de C & P na região sul do Brasil nos últimos dois anos. Investimentos já concluídos ou que são inferiores a R$ 20 milhões não participam da lista. E os projetos devem ser executados até 2017.
Companhias de papel e celulose que investiram na construção de nova fábrica ou ampliação de estrutura:
Klabin: R$ 6.800 milhões
CMPC Celulose Riograndense: R$ 4.900 milhões
Iguaçú Celulose: R$ 457,5 milhões
Sig-Combibloc: R$ 340 milhões
Tetra Pak: R$ 150 milhões
MD Papéis: R$ 100 milhões
Companhias de madeira e florestamento que investiram na ampliação de estrutura
Arauco: R$ 272 milhões
Masisa: R$ 55 milhões
Existem outras vantagens para apostar na região: o nível de escolaridade é alto, em média 60,5% dos jovens com 19 anos possuem um diploma de segundo grau; e a renda per capita também é favorável. Segundo dados do IBGE, cada habitante do sul recebe cerca de R$ 770 por mês. As áreas nas quais o presidente se refere e que estão apostando no potencial da região sul são: as indústrias de papel e celulose, alimentos e bebidas, máquinas e equipamentos, energia e veículos automotivos.
Destaque maior para o setor de celulose e papel que tem os investimentos mais vultosos. Atualmente são, pelo menos, seis empreendimentos na área, totalizando investimentos de R$ 12,7 bilhões. Segundo Fabio Schvartsman, presidente da Klabin, companhia que possui o maior investimento na região, o Estado tem tradição no setor florestal e uma cadeia produtiva estruturada.
Abaixo, uma relação de investimentos anunciados do setor de C & P na região sul do Brasil nos últimos dois anos. Investimentos já concluídos ou que são inferiores a R$ 20 milhões não participam da lista. E os projetos devem ser executados até 2017.
Companhias de papel e celulose que investiram na construção de nova fábrica ou ampliação de estrutura:
Klabin: R$ 6.800 milhões
CMPC Celulose Riograndense: R$ 4.900 milhões
Iguaçú Celulose: R$ 457,5 milhões
Sig-Combibloc: R$ 340 milhões
Tetra Pak: R$ 150 milhões
MD Papéis: R$ 100 milhões
Companhias de madeira e florestamento que investiram na ampliação de estrutura
Arauco: R$ 272 milhões
Masisa: R$ 55 milhões
Fonte: Revista Amanhã / Adaptado por CeluloseOnline
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