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Notícias
06
abr
2013
(TECNOLOGIA)
Inovar para avançar é a palavra de ordem da base florestal para 2013
Enesf - Uma empresa que dá destino a seus resíduos, além de estar em conformidade com a lei, é muito melhor vista pela sociedade por demonstrar que é ambientalmente correta e, muitas vezes, pode acabar transformando o que seria um problema, em solução. Foi com essa visão que o presidente da Câmara de Tecnologia e Inovação, recém-criada no âmbito do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem) pelo segmento, Claudinei Melo Freitas, abriu o III Encontro de Executivos Sindicais do Setor de Base Florestal de Mato Grosso (Enesf), evento de capacitação do setor que ocorre desde a manhã desta quinta-feira (04) e termina hoje à tarde, no Pantanal Backpacker Hostel, em Cuiabá.
Ele também lembrou aos participantes da importância de se andar em conformidade com a lei nesse sentido da destinação de resíduos para que o setor avance sempre em conformidade com a lei e as novas técnicas disponíveis para melhorar o segmento. Ele, que entrou na atividade em 1985, quando veio com sua família do Paraná para Mato Grosso, aos 15 anos, passou por várias áreas e, por conta disso, entende que muita coisa mudou, e para melhor. De 1995 até agora ele criou a própria empresa madeireira e abriu uma loja de materiais de construção em São José do Rio Claro, onde ele também é presidente do Sindinorte (associado do Cipem) e entende que, apesar dos avanços, há muito ainda que o setor pode fazer. Uma das coisas que estão dando certo, conforme ele, é a assessoria que o Cipem disponibiliza aos associados em todos os níveis, do jurídico ao técnico. Essas ferramentas, disse ele, permitem que os empresários estejam sempre ‘antenados’ com o que acontece e possam atender as demandas do mercado cada vez mais crescente.
“Inovar é a palavra de ordem e inovar não é radicalizar e sim, avançar nas práticas de gestão”, explicou Melo. Como e exemplo ele falou de sua empresa que estava para fechar hás dois anos. Mas, ao invés disso, buscou a inovação através das assessorias do Cipem, Fiemt, Senai, Sesi e CNI e conseguiu reverter o processo de dificuldade e a empresa segue de vento em popa. “Temos que ir sempre na direção da sustentabilidade em todos os níveis, ambiental, social e econômico. Temos que encontrar alternativas para divulgar nosso potencial florestal. Para se ter uma ideia, o mercado de madeira de São Paulo não consome os produtos de Mato Grosso porque não conhece o potencial do estado. Isso porque não têm informações acerca do nosso setor de como somos expertise no assunto. Por isso temos que levar ferramentas de informação a eles”, garantiu.
Este, apontou Melo, é o papel que o Cipem tem feito. Criar produtos de informação não só para melhorar mas também para fortalecer o setor. Uma dessas ações é o recadastramento para identificar demandas. “Acredito que só com a união se encontrem saídas para projetos coletivos e assim, avançamos” finalizou.
Ele também lembrou aos participantes da importância de se andar em conformidade com a lei nesse sentido da destinação de resíduos para que o setor avance sempre em conformidade com a lei e as novas técnicas disponíveis para melhorar o segmento. Ele, que entrou na atividade em 1985, quando veio com sua família do Paraná para Mato Grosso, aos 15 anos, passou por várias áreas e, por conta disso, entende que muita coisa mudou, e para melhor. De 1995 até agora ele criou a própria empresa madeireira e abriu uma loja de materiais de construção em São José do Rio Claro, onde ele também é presidente do Sindinorte (associado do Cipem) e entende que, apesar dos avanços, há muito ainda que o setor pode fazer. Uma das coisas que estão dando certo, conforme ele, é a assessoria que o Cipem disponibiliza aos associados em todos os níveis, do jurídico ao técnico. Essas ferramentas, disse ele, permitem que os empresários estejam sempre ‘antenados’ com o que acontece e possam atender as demandas do mercado cada vez mais crescente.
“Inovar é a palavra de ordem e inovar não é radicalizar e sim, avançar nas práticas de gestão”, explicou Melo. Como e exemplo ele falou de sua empresa que estava para fechar hás dois anos. Mas, ao invés disso, buscou a inovação através das assessorias do Cipem, Fiemt, Senai, Sesi e CNI e conseguiu reverter o processo de dificuldade e a empresa segue de vento em popa. “Temos que ir sempre na direção da sustentabilidade em todos os níveis, ambiental, social e econômico. Temos que encontrar alternativas para divulgar nosso potencial florestal. Para se ter uma ideia, o mercado de madeira de São Paulo não consome os produtos de Mato Grosso porque não conhece o potencial do estado. Isso porque não têm informações acerca do nosso setor de como somos expertise no assunto. Por isso temos que levar ferramentas de informação a eles”, garantiu.
Este, apontou Melo, é o papel que o Cipem tem feito. Criar produtos de informação não só para melhorar mas também para fortalecer o setor. Uma dessas ações é o recadastramento para identificar demandas. “Acredito que só com a união se encontrem saídas para projetos coletivos e assim, avançamos” finalizou.
Fonte: Assessoria
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